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Ministério Público retoma Programa MT Sem Fumaça

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 15ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente da Capital e da 7ª Promotoria de Justiça Cível, retomará nesta segunda e terça-feira (08 e 09), o programa MT Sem Fumaça.

 

Dirigido ao público escolar do ensino fundamental, a iniciativa busca sensibilizar os estudantes sobre o combate a poluição atmosférica, tanto no ambiente externo, como queimadas e incêndios, como no interno (tabagismo e fogão a lenha). O atendimento será das 8h às 11h e das 14h às 17h.

 

De acordo com a programação, serão realizadas apresentações do Teatro “Dr Barttô e os doutores da Saúde”, no auditório da sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. Serão duas apresentações por período, nos dois dias de evento.

 

Haverá, ainda, mesa interativa TouchScreen programada com jogos de perguntas e respostas alusivos ao tema do evento para fixação do conteúdo trabalhado com as crianças durante o evento.

 

A programação contempla, ainda, exposição dos equipamentos utilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar no combate a queimadas urbanas e incêndios florestais. A coordenadoria de Saúde Bucal da Secretaria Municipal de Saúde fornecerá kits de higiene bucal e o Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (CEOP) da Secretaria Estadual de Saúde, disponibilizará os “escovódromos”. Aproximadamente 1600 alunos vão participar do evento.

 

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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