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POLÍTICA NACIONAL

Jayme Campos obriga oferta gratuita de álcool gel em espaços públicos, privados e transportes

Proposta prevê disponibilização contínua de álcool gel 70% em locais de grande circulação e autoriza substituição por produto com eficácia igual ou superior

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O senador Jayme Campos (União-MT) apresentou no Senado Federal o Projeto de Lei 1719/26, que torna obrigatória a oferta gratuita de álcool gel 70% em estabelecimentos públicos e privados, além dos serviços de transporte coletivo e individual. Pela proposta, o produto deverá ser disponibilizado de forma contínua, em quantidade suficiente, em local visível e de fácil acesso ao público.

A exigência, de acordo com o texto, alcança empresas, órgãos públicos, instituições de ensino, estabelecimentos comerciais e os serviços de transporte. O projeto também abre a possibilidade de substituição do álcool gel por outro produto higienizador, desde que tenha eficácia comprovadamente igual ou superior no combate a microrganismos nocivos à saúde humana.

“Mais do que uma medida simples, trata-se de uma política de prevenção. O incentivo ao uso do álcool em gel representa responsabilidade, cuidado e compromisso com a saúde pública” – disse o senador mato-grossense.

Campos argumenta que ambientes com grande circulação de pessoas elevam o risco de transmissão de doenças infecciosas, como gripes, resfriados e Covid-19. Segundo o senador, embora não substitua a lavagem das mãos com água e sabão, o álcool gel se destaca pela praticidade e por permitir a higienização imediata após o contato com superfícies potencialmente contaminadas, contribuindo para reduzir a propagação de agentes infecciosos.

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O projeto estabelece prazo de 90 dias para que estabelecimentos e prestadores de serviço façam as adaptações necessárias ao cumprimento da futura lei. No sistema do Senado, a matéria foi apresentada em 8 de abril de 2026 e, até o momento, aparece em tramitação, aguardando despacho.

Jayme Campos voltou a ressaltar que tem dedicado especial atenção à destinação de recursos aos municípios mato-grossenses, para que possam investir na melhoria do atendimento na saúde. São verbas que ajudam na compra de medicamentos, na manutenção das unidades de saúde e no custeio de programas e estratégias essenciais, como vacinação e controle de doenças, tudo voltado para o fortalecimento do SUS. Segundo ele, fortalecer a atenção básica é, sem dúvida, a forma mais inteligente e econômica de cuidar da população, sobretudo daqueles que mais dependem do poder público.

MAIS HOSPITAIS – Durante as comemorações da Semana Mundial da Saúde, na semana passada, Campos recordou quando governou Mato Grosso, no começo da década de 1990, construiu 16 hospitais públicos, entre eles, o Hospital do Câncer, em Cuiabá. Agora como senador, ele ressaltou que a maior parte maior das emendas orçamentárias, também são encaminhadas para as cidades mais pobres de Mato Grosso.

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“Estamos agora construindo alguns hospitais também diante das emendas que eu encaminhei. Entre eles, em uma cidade chamada Comodoro, ao longo da 364, divisa do Mato Grosso com o Estado de Rondônia” – citou, lembrando que o cidadão, para fazer um tratamento médico, precisava se deslocar 600 quilômetros para fazer um tratamento de hemodiálise, voltar no mesmo dia… Praticamente, o cidadão tem que fazer duas ou três vezes por semana. Ali a maior reivindicação da população era dispor de um hospital.

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POLÍTICA NACIONAL

Zenaide Maia relembra trajetória do humorista Chico Anysio

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A senadora Zenaide Maia (PSD-RN), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (15), destacou a trajetória do humorista Chico Anysio (1931–2012) e a importância de sua obra para a cultura brasileira. A parlamentar lembrou que o artista será homenageado em sessão especial no Senado, nesta quinta-feira (16). Afirmou que seu trabalho contribuiu para retratar a realidade social do país.

Segundo a senadora, os personagens criados por Chico Anysio funcionaram como instrumentos de crítica social e política, ao abordar desigualdades, comportamentos e contradições da sociedade brasileira, além de colaborar para a construção de uma identidade cultural por meio do humor. 

— A inventividade de Chico legou ao país uma galeria inesquecível de tipos, que encaram as dores, incoerências e mazelas da vida nacional. Seus personagens foram canais de críticas mordazes ao poder político, à hipocrisia social, ao abandono do povo mais pobre, à superficialidade da fama, ao egoísmo e à vaidade do ser humano — afirmou.

Zenaide também ressaltou que o legado do humorista permanece atual ao estimular reflexão sobre a realidade brasileira e ao dar visibilidade às experiências da população. Para ela, a obra do artista ultrapassa o entretenimento e se insere no campo da crítica social.

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— Intelectualmente elaborado, incrivelmente capaz de se comunicar com as massas, Chico Anysio se conectou de forma profunda com os sentimentos humanos, com a simplicidade do nosso povo, com a vida real dos que sofrem. Chico Anysio nunca teve medo de dizer que o rei está nu. Ridicularizou poderosos, questionou os costumes, provocou, com propósito reflexivo. Deixa saudades, deixa orgulho e deixa exemplo — concluiu. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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