Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

i

IRÁNTXE

Publicados

em


Falantes de uma língua isolada, sem vinculação com outras línguas indígenas brasileiras, os Irantxe se autodenominam Myky, tendo por parente próximo o grupo indígena homônimo que vive na beira do Rio Papagaio. As primeiras notícias dos Irantxe são fornecidas por Cândido Mariano da Silva Rondon, no início do século XX. Contudo, o contato é realizado por seringueiros que passaram a ocupar o seu território original que compreendia a região situada entre o Rio do Sangue e o Papagaio. Pressionados pelas frentes extrativistas e pelos Tapayuna e os Rikbaktsa, uma parcela dos Irantxe, em 1948, procurou proteção na Missão Jesuítica do Utiariti, separando-se, assim, dos que são atualidade conhecidos como Myky. Na década seguinte, os Irantxe movimentaram-se em direção a sua terra ancestral, fixando aldeias nas mediações do Rio Cravari, tributário da margem esquerda do Rio do Sangue. Em 1968, o governo federal reservou uma área para o grupo, porém sem contemplar os sítios essenciais à sua sobrevivência física e cultural. Nas décadas seguintes sucessivamente os limites de sua reserva foram retificados, para ser demarcada, em definitivo, em 1986, com uma superfície bem menor do que as inicialmente propostas. Historicamente, contrários à área disponibilizada, a FUNAI realizou, recentemente, a identificação de seu território tradicional denominado Terra Indígena Manoki, cujo processo de regularização fundiária tramita na Justiça Federal em função da oposição dos fazendeiros de Brasnorte. (JEFMC)

Propaganda

i

IRARA

Publicados

em

Por


Animal carnívoro da família dos Mustelidae, espécie E. barbara, podendo alcançar até 1,10 m de comprimento total. Apresentam pelagem lustrosa, lisa e curta, de coloração pardo-acinzentada, ligeiramente escura em direção à cauda que é de cor escura e possuem uma mancha clara no interior do pescoço. Vivem em matas, andando sobre árvores e chão, são solitárias e possuem hábitos noturnos e crepusculares. Alimentam-se de aves, pequenos mamíferos e apreciam o mel. No período de gestação procuram ocos de árvores para dar à luz aos seus filhotes, geralmente de 3 a 4 de cada vez. (NWM)

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana