barao de melgaco
Índice de Desenvolvimento Humano
Ampliando a dimensão do avanço da população em áreas como cultura e política
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Ano |
1991 |
2000 |
|
IDH-M |
0,545 |
0,672 |
|
Educação |
0,536 |
0,772 |
|
Longevidade |
0,610 |
0,677 |
|
Renda |
0,490 |
0,567 |
Evolução 1991-2000
No período 1991-2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal(IDH-M) de Barão de Melgaço cresceu 23,30%, passando de 0,545 em 1991 para 0,672 em 2000.
A dimensão que mais contribuiu para este crescimento foi a Educação, com 62,1%, seguida pela Renda, com 20,3% e pela Longevidade, com 17,6%.
Neste período, o hiato de desenvolvimento humano (a distância entre o IDH do município e o limite máximo do IDH, ou seja, 1 – IDH) foi reduzido em 27,9%.
Se mantivesse esta taxa de crescimento do IDH-M, o município levaria 13,0 anos para alcançar São Caetano do Sul (SP), o município com o melhor IDH-M do Brasil (0,919), e 8,4 anos para alcançar Sorriso (MT), o município com o melhor IDH-M do Estado (0,824).
Situação em 2000
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Barão de Melgaço é 0,672. Segundo a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8).
Em relação aos outros municípios do Brasil, Barão de Melgaço apresenta uma situação intermediária: ocupa a 3419ª posição, sendo que 3418 municípios (62,1%) estão em situação melhor e 2088 municípios (37,9%) estão em situação pior ou igual.
Em relação aos outros municípios do Estado, Barão de Melgaço apresenta uma situação ruim: ocupa a 123ª posição, sendo que 122 municípios (96,8%) estão em situação melhor e 3 municípios (3,2%) estão em situação pior ou igual.
Fonte: PNUD / ATLAS
barao de melgaco
Natasha ouve pescadores sem seguro-defeso e defende turismo em Barão de Melgaço
Médica já fez atendimento de barco a ribeirinhos e conhece de perto a região
A agenda integrou uma caravana liderada pelo senador Carlos Fávaro, que percorre municípios da região para ouvir lideranças e discutir os principais desafios enfrentados pelas comunidades locais.
Em Barão de Melgaço, Natasha conversou com Domingos Antônio de Oliveira, o Capim. que há 25 anos está à frente da Colônia Z-5, entidade responsável por representar aproximadamente 800 pescadores artesanais da região. Segundo ele, pescadores de todo o estado estão sem receber o seguro-defeso, benefício essencial para garantir a subsistência das famílias durante o período em que a pesca é suspensa para preservação das espécies.
“É inadmissível que milhares de pescadores artesanais de Mato Grosso estejam sem receber um benefício fundamental para o sustento de suas famílias. Estamos falando de trabalhadores que vivem da pesca, preservam uma tradição histórica e movimentam a economia de inúmeras comunidades. É preciso tratar essa questão com responsabilidade e respeito”, afirmou.
Além da pesca artesanal, a pré-candidata ouviu relatos sobre a carência de investimentos em infraestrutura turística. Moradores destacaram que Barão de Melgaço possui enorme potencial para o turismo de natureza e para a pesca esportiva, mas ainda enfrenta limitações que dificultam a geração de emprego e renda.
Durante a visita, Natasha relembrou sua ligação com o município. Médica pediatra e servidora da Universidade Federal de Mato Grosso, ela atuou no projeto Ribeirinho Cidadão que levava atendimento de saúde às comunidades ribeirinhas da região, percorrendo de barco localidades de difícil acesso levando atendimento às crianças e adolescentes.
“Tenho uma relação muito especial com Barão de Melgaço e conheço de perto a realidade da população. Sei das dificuldades, mas também do enorme potencial desta cidade, que merece mais investimentos e oportunidades”, destacou.
Natasha ressaltou que, com planejamento e infraestrutura adequada, Barão de Melgaço pode consolidar-se como um dos principais destinos de turismo sustentável de Mato Grosso, gerando desenvolvimento econômico e melhor qualidade de vida para a população local.
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