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Impacto Ambiental sobre a Amazônia
Conheça aqui as principais ações que degradam este bioma
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Assessoria |
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Um dos maiores problemas enfrentados é o desmatamento |
Juntamente com o Cerrado, a Amazônia é o bioma que experimenta as maiores taxas de conversão de florestas em uso agropecuário. Na Amazônia, esta conversão se deu, principalmente, para o estabelecimento de pastagens, com florestas sendo derrubadas e queimadas anualmente.
A indústria de extração madeireira, embora possuindo menor importância em termos de impacto total sobre o ecossistema amazônico, tende a se constituir em sério problema em diversas regiões do Estado.
Outra pressão significativa sobre os ecossistemas amazônicos está representada pela construção de barragens para produção de energia elétrica. Embora o impacto esteja distribuído sobre um percentual relativamente pequeno da superfície da região, há que se preocupar com a diversidade faunística das áreas a serem inundadas.
As mudanças hidrológicas trazidas pelas barragens podem também afetar os tabuleiros de reprodução de tartarugas amazônicas. Este impacto poderá ter importantes reflexos na economia regional, porque os quelônios da região se constituem em recursos de subsistência significativos para populações locais, especialmente as próximas aos rios das Mortes e Araguaia. O impacto a ser produzido pelo barramento de rios amazônicos sobre a ictiofauna também não tem tido a devida apreciação. A mudança nos padrões de flutuação cíclica nos níveis dos rios, além das novas condições físico-químicas dos reservatórios, poderão também afetar negativamente os padrões naturais de diversidade de espécies da ictiofauna da Amazônia mato-grossense.
Para algumas espécies da fauna amazônica, a caça comercial e de subsistência se constituem em pressões capazes de levar populações locais à extinção, ou pelo menos à uma rarefação extrema das densidades naturais. As espécies exploradas se constituem em recursos tradicionalmente utilizados como fontes de proteína pelas populações indígenas (Gross, 1975). A caça de subsistência tem sido bastante eficiente na eliminação de várias populações de primatas. A experiência com projetos de colonização na Amazônia indica que as populações de primatas são as primeiras a serem extirpadas nas áreas circunvizinhas a núcleos urbanos.
Outro problema que causou e ainda causa tremendo impacto ambiental é o garimpo de ouro. O mercúrio utilizado no processamento do ouro tem o potencial de se incorporar nas cadeias alimentares das comunidades locais, expandindo grandemente a sua área de influência.
| Assessoria |
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A construção de estradas propaga o garimpo e traz doenças |
Além dos aspectos elencados acima vale a pena citar:
Garimpo de Ouro: Assoreamento, erosão e poluição dos cursos d’água; problemas sociais; degradação da paisagem e da vida aquática; contaminação por mercúrio com conseqüências sobre a pesca e a população.
Grandes Projetos Agropecuários: Incêndios; destruição da fauna e da flora; erosão, assoreamento e contaminação dos cursos d’água por agrotóxicos; destruição de reservas extrativistas, destruição de sítios arqueológicos.
Mineração Industrial: Degradação da paisagem; poluição e assoreamento dos cursos d’água; esterilização de grandes áreas e impactos sócio-econômicos.
Usinas Hidrelétricas: Impacto cultural e sócio-econômico (povos indígenas) e sobre a fauna e a flora; inundação de áreas florestais, agrícolas, etc.; destruição de sítios arqueológicos.
Indústrias de Ferro-Gusa: Demanda de carvão vegetal da floresta nativa – desmatamento; exportação de energia a baixo valor e alto custo ambiental; poluição das águas, ar e solo.
Grandes Indústrias: Poluição do ar, água, solo; geração de resíduos tóxicos; conflitos com o meio urbano.
Construção de Rodovias: Destruição de culturas indígenas; propagação do garimpo e de doenças endêmicas; grandes projetos agropecuários; explosão demográfica.
Caça e Pesca Predatória: Extinção de mamíferos aquáticos; diminuição de populações de quelônios, peixes e animais de valor econômico-geológico.
Crescimento Populacional: Problemas sociais graves; ocupação desordenada e vertiginosa do solo (migração interna) com sérias conseqüências sobre os recursos naturais.
Fonte: O Desafio do Desenvolvimento Sustentável.
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Seca na Amazônia pode ser a mais rigorosa da história
A Amazônia, conhecida por sua exuberante floresta tropical e rica biodiversidade, enfrenta atualmente uma crise preocupante com a seca, que está se desenhando como uma das mais rigorosas já registradas na história.
As consequências dessa estiagem vão além da escassez de chuvas, afetando tanto as comunidades locais quanto o ecossistema delicado da região.
Os níveis dos rios estão baixando dramaticamente, resultando em dificuldades para a navegação fluvial, desabastecimento de água potável e, até mesmo, a exposição de vastas áreas de terra que antes estavam submersas. Além disso, a seca contribui para um aumento nos incêndios florestais, que já são uma ameaça recorrente na Amazônia.
Diante dessa situação crítica, a preservação da maior floresta tropical do mundo e das comunidades que dela dependem se torna ainda mais urgente e desafiadora.
O que costumava ser uma vasta extensão de água agora se reduz amplos banco de terra. A seca na região Norte está forçando os habitantes das comunidades ribeirinhas de Manaus a escavar poços em busca de água potável. Casas flutuantes e até pequenas embarcações estão encalhadas. Onde outrora existia um rio, agora há terra seca.
EXEMPLO – A Comunidade do Tumbira, localizada dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, a uma hora e meia de Manaus, é um exemplo. Seus cerca de 140 moradores estão praticamente isolados, privados de seu principal meio de locomoção.
De acordo com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), responsável por diversas iniciativas voltadas para o desenvolvimento ambiental da comunidade, o rio é a principal fonte de locomoção e subsistência das famílias que vivem no local.
Com a escassez de água, os moradores enfrentam uma crise de abastecimento de alimentos, água potável e itens básicos de sobrevivência.
O acesso à Comunidade do Tumbira costumava ser realizado por meio de uma viagem de barco a partir de Manaus, com duração de cerca de 1h30. Como os moradores não conseguem mais se deslocar, a FAS está arrecadando contribuições financeiras e doações de alimentos e água potável para ajudar as famílias afetadas.
Com informações do g1
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