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História de Cotriguaçu
Saiba mais sobre o surgimento da cidade de Cotriguaçu
O nome do municipio é uma referência a empresa que colonizou a região: Cotriguaçu Colonizadora do Aripuanã S/A, componente da Cooperativa dos Triticultores de São Miguel do Iguaçu, do Paraná. As primeiras tentativas de povoamento na região vieram com a abertura da fronteira agrícola mato-grossense.
No território que atualmente constitui o município de Cotriguaçu, a coordenação dos trabalhos de abertura de estradas, colonização e assentamento de colonos, adquirentes de lotes rurais e urbanos, foi do Projeto Cotriguaçu-Juruena, em área de 400 mil hectares de terras. Esta porção territorial fazia parte do total de 1 milhão de hectares de propriedade da Cotriguaçu Colonizadora do Aripuanã S/A.
A empresa colonizadora era sediada em Cascavel, no Estado do Paraná.Os trabalhos de infra-estrutura viária e de topografia tiveram início em abril de 1984. Em pouco tempo a Agrovila já contava com centenas de habitantes.
Em 1988, foi criado o distrito de Cotriguaçu, e a Lei Estadual nº 5.912, de 20 de dezembro de 1991, criou o município.
Em Cotriguaçu, um dos corretores de imóveis que mais negociou terras foi o paranaense Vitório Vicente Ferreira, sempre destacando em suas vendas os predicados da região.
English – HISTORY
The name of the municipality is a reference to the company that settled the area: Colonization of Cotriguaçu Aripuanã S / A, component of the Cooperative of wheat farmers of San Miguel do Iguacu, Parana. The first attempts at settlement in the region came with the opening of the agricultural frontier in Mato Grosso.
In the territory that now constitutes the city of county, the coordination of work to open roads, colonization and settlement of tenant farmers, buyers of rural and urban lots, the project was Cotriguaçu Juruena-in area of 400 hectares of land. This portion was part of the regional total of 1 million hectares owned by the Settlers Cotriguaçu Aripuanã S / A.
The company was headquartered in colonizing Cascavel, State of Paraná.Os work of road infrastructure and surveying began in April 1984. Soon the Agrovila already had hundreds of people.
In 1988, the district was created to county, and State Law No. 5912 of 20 December 1991, created the council.
In county, one of the realtors that more land was negotiated Parana Victor Vicente Ferreira, always focusing on your sales predicates in the region.
Español – HISTORIA
El nombre del municipio es una referencia a la empresa que asentaron en la zona: Colonización de Cotriguaçu Aripuanã S / A, componente de la Cooperativa de productores de trigo de San Miguel do Iguaçu, Paraná. Los primeros intentos de asentamiento en la región llegó con la apertura de la frontera agrícola en Mato Grosso.
En el territorio que ahora constituye la ciudad de condado, la coordinación de los trabajos para abrir caminos, la colonización y asentamiento de colonos, los compradores de lotes rurales y urbanas, el proyecto fue Cotriguaçu Juruena-en la zona de 400 hectáreas de tierra. Esta parte fue parte del total regional de 1 millón de hectáreas de propiedad de los colonos Aripuanã Cotriguaçu S / A.
La empresa tenía su sede en la colonización de Cascavel, Estado de trabajo Paraná.Os de la infraestructura vial y de estudio se inició en abril de 1984. Pronto el Agrovila ya había cientos de personas.
En 1988, el distrito fue creado para el condado, y el Estado la Ley N º 5912 de 20 de diciembre de 1991, creó el Consejo.
En el condado, uno de los corredores de bienes raíces que más de la tierra se negoció Paraná Víctor Vicente Ferreira, centrándose siempre en su predicados de ventas en la región.
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Tecnologia da Empaer chega ao campo e renova a esperança de produtores em Cotriguaçu
Durante a passagem dos pesquisadores da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), pelo município de Cotriguaçu, uma das propriedades visitadas foi a “Cia do Mel”, do produtor de pequena escala Roneilton Oliveira. Ao lado da esposa, Josy Oliveira, ele vive na propriedade há 14 anos e construiu uma trajetória marcada pela diversificação da produção e pelo trabalho familiar. Na propriedade algo que chamou a atenção foi a preservação e o equilíbrio entre produzir e cuidado com a natureza.
Para o produtor, a presença de pesquisadores e o fortalecimento da parceria entre Empaer, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf/MT) e agricultores são fundamentais. “É importante estar mais próximo do produtor, mostrar que uma ou duas hectares podem gerar renda. A gente precisa incentivar mais gente a produzir. Cotriguaçu precisa do café”, lembrou Roneilton.
Os investimentos do Governo de Mato Grosso, por meio da Seaf, somam R$ 9,5 milhões em máquinas e implementos agrícolas, ao longo de sete anos e três meses. Além disso, a Empaer destinou dois tratores ao município, totalizando R$ 272 mil, reforçando o suporte aos produtores da região. Juntos Seaf e Empaer somam R$ 9,7 milhões de recursos aplicados na região.
A visita faz parte das ações da Rota do Café, iniciativa que reúne pesquisadores da Empaer e parceiros, e que vem apresentando os resultados de um estudo realizado ao longo de cinco anos. Nesse período, foram avaliados 50 clones de café, com o objetivo de identificar as variedades mais adaptadas, produtivas e a qualidade de bebida para as regiões Noroeste e Norte de Mato Grosso.
Apaixonado inicialmente pela apicultura, Roneilton começou no campo quase por acaso. Ele conta que foi convidado para participar de uma capacitação sobre produção de mel e acabou se encantando pela atividade. “Na quinta eu estava apaixonado pelas abelhas e na sexta-feira já fui fazer minha primeira captura. A gente descobre os objetivos da vida assim, sem planejar”, relembrou.
Com o tempo, uma nova oportunidade surgiu. Ao conhecer o cultivo de café clonal na região, decidiu investir também na cultura. Hoje, em uma área total de quatro hectares, ele destina dois hectares ao café, somando seis safras já produzidas.
Segundo o produtor, as duas atividades se complementam. A proximidade entre o cafezal e o apiário trouxe resultados positivos. “Coloquei as abelhas perto do café e tive aumento na produção de mel. Na época consegui vender cerca de 200 quilos. A florada do café ajuda muito, porque as abelhas fazem a polinização, que é o melhor benefício delas”, explicou.
Atualmente, a produção de mel na propriedade varia entre 600 quilos e uma tonelada por ano. Todo o processo, desde a extração até a decantação e rotulagem, é feito no local, com comercialização dentro do próprio município. “Nosso produto é de excelência. É o mesmo mel que meus netos consomem e que chega à população de Cotriguaçu”, destacou.
No café, a expectativa também é positiva. Roneilton acredita que pode colher entre 70 e 80 sacas de 60 quilos nesta safra, mesmo trabalhando praticamente sozinho. Para ele, o avanço da atividade na região depende de organização e incentivo. “Precisamos nos unir mais, talvez em associações, para agregar valor ao produto e melhorar a renda”, avaliou.
O produtor também destaca a importância do apoio ao pequeno agricultor. “O produtor não quer nada de graça, ele quer condições para produzir. O restante ele faz acontecer”, afirma. Ele observa ainda o interesse crescente de empresas internacionais no setor de máquinas agrícolas voltadas para a agricultura familiar, o que pode facilitar a mecanização e aumentar a produtividade no campo.
Outro ponto destacado por Roneilton é a melhoria da infraestrutura. Ele lembra que a pavimentação e a construção de pontes transformaram a realidade local. “Quando eu era criança já se falava em integração da região Noroeste, mas isso só aconteceu agora. Foram mais de 40 anos de espera. Hoje temos estrada, e isso muda tudo. Já dá para pensar em novas atividades, como a piscicultura”, disse.
Os pesquisadores da Rota do Café já passaram pelos municípios de Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu e Juína, levando orientações técnicas e apresentando os resultados diretamente aos produtores rurais. As próximas e últimas etapas de palestras estão programadas para Nova Bandeirantes, no dia 8 de abril (quarta-feira), na Câmara Municipal, das 7h às 11h45; e em Nova Monte Verde, no dia 9 de abril (quinta-feira), na Estância Villa Bella, no mesmo horário.
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