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Gêmeas siamesas de MT viajam para realizar avaliação médica

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As gêmeas xifópagas (siamesas) Kauany Aparecida e Keroly Joice vão viajar para o Estado de São Paulo na sexta-feira (26), onde começam o tratamento médico. A Central de Regulação Nacional encaminhou os bebês para ao Instituto da Criança, que é vinculado ao Hospital da Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), que até o fim da tarde não havia entrado em contato com a mãe, Selma Gonçalves, que esperava ansiosa a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ela conta que sente esperança e também alívio com a notícia. Desde o nascimento das meninas, Selma busca solução para o caso, sendo que as crianças precisam imediatamente de um cirurgia de intestino para sobreviver. Após esse procedimento, elas poderão comer, já que atualmente têm alimentação intravenosa.

Segundo informações da SES, as meninas vão para o Instituto fazer uma avaliação com especialistas, que ficam responsáveis por apresentar os melhores recursos disponíveis para melhorar a condição de vida das crianças.Estão na equipe os cirurgiões Gustavo Bastos e Uenis Tanuri, que são referências em pediatria do país.

As gêmeas estão de malas prontas para viagem. Até domingo (21), elas não tinham nenhuma peça de roupa, mas uma costureira ofereceu-se para fazer o enxoval sob medida. Parte das vestes já foram entregues e foram aprovadas pela mãe e também enfermeiras, que cuidam delas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM).

As irmãs são ligadas pelo abdome e tem vários órgãos incomum da cintura para baixo. Na parte de cima, o tronco se divide.

A Gazeta

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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