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Frio intenso traz problemas de saúde. Saiba se cuidar

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Todo esse frio, principalmente para quem está acostumado a temperaturas beirando os 40 graus, é uma agressão ao corpo e exige um gasto maior energia para gerar calor, o que provoca uma queda nas defesas do organismo. Além dos cuidados com o sistema imunológico, é preciso atenção para se evitar as doenças comuns do inverno.

Para se proteger e evitar estas doenças, algumas medidas incluem:

  1. Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
  2. Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
  3. Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
  4. Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
  5. Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
  6. Beber cerda de 2 litros de água por dia;
  7. Evitar ir de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
  8. E evitar o contato próximo com outras pessoas doentes.

Além disso, não se esqueça da vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período; contra o Covid-19 e outras doenças da época, que estão disponíveis, bastando procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa.

A vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou autoimunes.

Conheça agora as principais doenças da época, como evitar e tratar.

1. Resfriados e gripes
As gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.

Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.

Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de analgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.

2. Rinite alérgica
A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticoides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.

3. Sinusite
A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça. Normalmente, pessoas que já têm um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação no inverno.

Esta doença é causada principalmente por vírus, de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias.

4. Pneumonia
A pneumonia acontece quando a inflamação e a infecção das vias respiratórias atinge os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessário internamento para fazer tratamento com remédios diretos na veia ou uso de oxigênio.

5. Otite
É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

6. Asma
Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio ou poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações do pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticoides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.

7. Meningite
A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, como febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo ou vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva, da pessoa contaminada, através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de micro-organismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico.

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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