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Filho de Faustão sofria de obesidade mórbida infantil e fez cirurgia

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Quem vê o João Guilherme, filho do Faustão, atuando no programa da rede bandeirantes, talvez não imagine que um rapaz tão novo já tenha enfrentado tantos problemas de saúde, a ponto de ter que fazer cirurgia bariátrica. O garoto, aos 16 anos, pesava 150 quilos e, seguindo os passos do pai, “entrou na faca” uma fez a cirurgia bariátrica (SAIBA MAIS AQUI).

“Antes, ele levava a sério o negócio de churrasco, pesava 150 quilos. Hoje pesa 75 quilos, não é isso?”, perguntou Faustão durante o Faustão na Band. “Não, 72 quilos. Sabe o que acontece? Para quem é ex-gordo cada quilinho faz diferença”, respondeu João.

Em 2020, João passou por uma cirurgia bariátrica. Faustão fez a mesma cirurgia em 2009. “Eu sempre fui feliz, nunca tive problema. Mas a gente não imagina como pode ser mais feliz por questão de saúde e autoestima”, afirmou o jovem.

Na época, Luciana Cardoso, mãe de João e mulher de Faustão, falou sobre o procedimento do rapaz. “Foi uma indicação médica. Ele tinha indicadores de que poderia ter problemas no futuro”, disse.

OBESIDADE INFANTIL – Foi-se a época em que uma criança gordinha era orgulho para os pais. Sinal de saúde. Hoje sabe-se que a gordura em excesso, em qualquer idade, é um problema grave. Na infância, ainda pior.

Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outro dado marcante do crescimento epidêmico do excesso de peso é o aumento deste agravo em idades cada vez mais precoces. Em 2004, já se estimava que 10% das crianças e adolescentes do mundo apresentavam excesso de peso e que, dentre elas, um quarto eram obesas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre 5 e 9 anos têm obesidade atualmente.

A obesidade mórbida é uma doença crônica progressiva, onde o excesso de gordura corporal se acumula a tal ponto que a saúde fica comprometida. O problema de obesidade em crianças, geralmente, está associado a prática do desmame precoce, combinadas com dietas incorretas – repletas de industrializados como: salgadinhos tipo “snacks”, bebidas com alto teor de açúcares, doces e alimentos frios – e questões culturais (criança gordinha ainda é sinônimo de criança saudável).

Outra causa importante refere-se também ao desequilíbrio entre a ingestão de alimentos e o gasto energético. Atualmente, grande parte do tempo das crianças é dedicado à televisão, videogame, computadores, que constituem um ambiente bastante favorável ao aumento da prevalência da obesidade, já que por dia as crianças brasileiras passam em média 3 horas na escola e “5 horas em frente à TV”, reduzindo, desta forma, a prática de atividades físicas que possibilitem os gastos energéticos.

Dentre os riscos a saúde provenientes da obesidade podemos citar: doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. Pesquisas mostram que apenas 9% dos pais notam problemas dos filhos com a balança. É preciso estar sempre atento e algumas mudanças de hábito são fundamentais para a reeducação alimentar e controle do peso.

Como combater a obesidade

  • Fracione o volume de alimentos em 6 refeições durante o dia, evitando jejuns prolongados;

  • Incentive o consumo de frutas e hortaliças, em diferentes preparações;

  • Evite que a criança belisque fora das refeições e não substitua a refeição por mamadeiras, iogurtes e vitaminas;

  • Restrinja o consumo de guloseimas;

  • Reduza o tempo à frente da televisão, principalmente durante as refeições;

  • Estimule a prática de atividade física;

  • Não ofereça a comida como recompensa ou ameace com castigo caso não consumam a refeição ou determinado item;

  • Dê o exemplo. Não adianta dizer para beber suco e tomar refrigerante;

  • Fique atento e tome cuidado para não cair nas pegadinhas de alimentação saudável.

 

SAIBA MAIS
Entende-se por obesidade quando o Índice de Massa Corporal (IMC) de uma criança de 5 a 10 anos está acima de 30 kg/m². Já a obesidade mórbida é quando o IMC supera os 40 kg/m². Os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está obesa.

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Frio intenso traz problemas de saúde. Saiba se cuidar

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Todo esse frio, principalmente para quem está acostumado a temperaturas beirando os 40 graus, é uma agressão ao corpo e exige um gasto maior energia para gerar calor, o que provoca uma queda nas defesas do organismo. Além dos cuidados com o sistema imunológico, é preciso atenção para se evitar as doenças comuns do inverno.

Para se proteger e evitar estas doenças, algumas medidas incluem:

  1. Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
  2. Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
  3. Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
  4. Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
  5. Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
  6. Beber cerda de 2 litros de água por dia;
  7. Evitar ir de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
  8. E evitar o contato próximo com outras pessoas doentes.

Além disso, não se esqueça da vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período; contra o Covid-19 e outras doenças da época, que estão disponíveis, bastando procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa.

A vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou autoimunes.

Conheça agora as principais doenças da época, como evitar e tratar.

1. Resfriados e gripes
As gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.

Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.

Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de analgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.

2. Rinite alérgica
A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticoides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.

3. Sinusite
A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça. Normalmente, pessoas que já têm um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação no inverno.

Esta doença é causada principalmente por vírus, de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias.

4. Pneumonia
A pneumonia acontece quando a inflamação e a infecção das vias respiratórias atinge os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessário internamento para fazer tratamento com remédios diretos na veia ou uso de oxigênio.

5. Otite
É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

6. Asma
Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio ou poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações do pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticoides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.

7. Meningite
A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, como febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo ou vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva, da pessoa contaminada, através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de micro-organismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico.

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