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POLÍCIA FEDERAL

FICCO/TO combate apoio logístico e financeiro de grupo criminoso

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Palmas/TO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) deflagrou, nesta quarta-feira (16/9), a Operação Rota Araguaia II, com o objetivo de desarticular núcleo responsável pelo suporte logístico e financeiro de uma organização criminosa especializada no tráfico transnacional de drogas e na lavagem de capitais. 

São cumpridos dois mandados de busca e apreensão, na cidade de Águas Lindas de Goiás/GO, expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Tocantins. As medidas têm como objetivo coletar elementos de prova que contribuam para o aprofundamento das investigações e para a identificação de outros envolvidos nas atividades investigadas. 

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro e o bloqueio de bens e ativos financeiros até o montante de R$ 412,5 milhões. A medida visa descapitalizar a estrutura criminosa e assegurar a reparação dos danos causados pelas atividades ilícitas investigadas. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

A FICCO/TO é composta pela Polícia Federal, e pelas Polícias Civil, Militar e Penal do Tocantins.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
E-mail: [email protected]
Fones: (63) 3236-5445 / (63) 99101-1391

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF identifica atuação irregular de seguranças durante fiscalização em Vitória

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Vitória/ES. A Polícia Federal identificou, no último sábado (12/9), 12 pessoas atuando irregularmente na segurança de um evento realizado em Vitória/ES.

A fiscalização ocorreu no âmbito da Operação Segurança em Pauta IV. No local, foi constatado que os profissionais estavam vinculados a uma empresa sem autorização para prestar serviços de segurança privada. A atividade foi encerrada e foram adotadas as medidas administrativas cabíveis.

Em 2026, 50 atividades de segurança privada clandestina já foram encerradas no Espírito Santo.

A prestação de serviços de segurança privada depende de autorização da Polícia Federal. Empresas regulares e seus profissionais devem atender aos requisitos previstos na legislação para o exercício da atividade.

No caso dos vigilantes, são exigidos, entre outros requisitos, formação profissional específica, aptidão física e psicológica e atendimento aos critérios estabelecidos para o exercício da profissão.

Desde junho deste ano, a regulamentação do Estatuto da Segurança Privada também prevê sanções administrativas para a atividade clandestina. Pessoas físicas e jurídicas que organizem, ofereçam, contratem ou prestem serviços de segurança privada sem autorização podem responder a processo administrativo e estar sujeitas a multas.

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Antes da contratação, é recomendável verificar se a empresa está regularmente autorizada a prestar o serviço. A consulta pode ser feita pelos canais oficiais da Polícia Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Contato: (27) 3041-8029 (27) 99245-5616
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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