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BRASIL E MUNDO

Dólar cai para abaixo de R$ 5 e Ibovespa bate recorde histórico em dia de otimismo nos mercados

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Nesta segunda-feira (13.04), o dólar comercial fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, cotado a R$ 4,997, enquanto o Ibovespa renovou sua máxima histórica, aos 198.001 pontos. O alívio veio apesar do bloqueio inicial do Estreito de Ormuz pelos EUA, graças a comentários do presidente Donald Trump sobre negociações possíveis com o Irã.

Real se fortalece com fluxo externo

A moeda americana recuou 0,29% (R$ 0,014), atingindo o menor patamar desde 27 de março de 2024. Na mínima intradiária, por volta das 14h20, chegou a R$ 4,98. No mês, o dólar acumula desvalorização de 3,51%, e no ano, de 8,96%.

O movimento seguiu o exterior, onde o índice DXY (dólar contra cesta de moedas fortes) também caiu. Inicialmente pressionado pelas tensões no Oriente Médio, o câmbio reverteu após Trump sinalizar interesse iraniano em um acordo. O euro, por sua vez, terminou a R$ 5,876, com leve baixa de 0,02%, o menor desde junho de 2024.

Bolsa impulsiona com commodities e investidores estrangeiros

O principal índice da B3 subiu 0,34%, fechando aos 198.001 pontos – superando os 198.100 durante o dia. Papéis de mineradoras e petrolíferas lideraram os ganhos, apoiados por entrada de capital externo. No mês, alta de 5,62%; no ano, 22,89%.

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O otimismo ecoou em Wall Street: Dow Jones +0,63%, S&P 500 +1,02% (recuperando perdas da guerra no Oriente Médio) e Nasdaq +1,23%. A perspectiva de diálogo EUA-Irã diminuiu o medo de riscos globais.

Petróleo sobe, mas freia após declarações de Trump

Referências globais do petróleo avançaram com o conflito: Brent +4,36% (US$ 99,36/barril) e WTI +2,6% (US$ 99,08). Ficaram acima de US$ 100 por boa parte do dia, mas recuaram com as falas do presidente americano. Investidores monitoram o Estreito de Ormuz, vital para o comércio petrolífero mundial, em meio à volatilidade.

 

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BRASIL E MUNDO

Lula envia ao Congresso projeto para o fim da escala 6×1

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou na noite desta terça-feira (14) projeto de lei que reduz a jornada de trabalho para até 40 horas semanais e extingue a escala de seis dias trabalhados por um de folga (6×1). A proposta, com urgência constitucional, garante dois dias de descanso remunerado sem corte salarial e foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), passando o limite semanal de 44 para 40 horas e adotando o padrão 5×2 como regra geral. A medida abrange trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas, radialistas e demais categorias, incluindo escalas especiais como 12×36 – desde que respeitada a média de 40 horas por acordo coletivo.

Em postagem nas redes sociais, Lula destacou a importância da iniciativa: “A proposta devolve tempo aos trabalhadores e trabalhadoras: tempo para ver os filhos crescerem, para o lazer, para o descanso e para o convívio familiar. Um passo para um país mais justo e com mais qualidade de vida para todos”. Ele enfatizou que a mudança valoriza a dignidade das famílias que “constroem o Brasil todos os dias”, sem qualquer perda salarial.

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Com urgência constitucional, o Congresso tem 45 dias para analisar o projeto. O governo argumenta que a flexibilidade é mantida por negociações coletivas, priorizando o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

O que prevê o projeto:

  • Jornada semanal: Redução de 44 para 40 horas.
  • Descanso ampliado: Pelo menos dois dias remunerados por semana.
  • Novo padrão: Consolidação do 5×2 e fim da 6×1.
  • Salário protegido: Sem redução salarial.
  • Abrangência ampla: Inclui domésticos, comerciários, atletas, radialistas e CLT/leis especiais.
  • Aplicação geral: Válida para escalas especiais e regimes diferenciados, com média de 40h.
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