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Corpus Christi é ponto facultativo: comercio abre normalmente hoje

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O dia de Corpus Christi (em latim, corpo de Cristo) não é feriado, mas sim um ponto facultativo, ou seja: um dia em que os funcionários públicos e as empresas podem decidir se vão trabalhar ou não – e os empregados das empresas devem seguir a decisão patronal.

Em Cuiabá e Várzea Grande o funcionamento do comércio será normal, de acordo com a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e a Fecomércio-MT, mas as empresas que abrirem deverão seguir as normas da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho, cumprindo obrigações, como o pagamento das horas trabalhadas em dobro, incluindo as comissões de vendas para os funcionários que trabalham neste regime.

Supermercados, bares e restaurantes podem optar em pagar horas extras em dobro ou dar um dia de folga como forma de compensação. A  Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado emendou o feriado e seus õrgãos só voltam a funcionar na próxima segunda-feira. Serviços essenciais, como farmácias, hospitais e postos de combustíveis, operam em regime de plantão.

Os bancosnão funcionam hoje, mas abrem na sexta-feira normalmente. As contas de água, energia, telefone e carnês com vencimento no dia 8, poderão ser pagas no próximo dia útil, ou seja, amanhã, no dia 9, sem acréscimos.

Os shoppings também poderão abrir durante o feriado de Corpus Christi, desde que os empresários sigam todas as regras estabelecidas na CCT. O horário de funcionamento das praças de alimentação será das 11h às 22h, enquanto as lojas poderão operar das 14h às 20h.

Corpus Christi – O “feriado” é uma data móvel celebrada pela Igreja Católica sempre 60 dias depois do domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade e celebra a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”.

A comemoração foi instituída pelo papa Urbano 4º, no dia 8 de setembro de 1264 – ele publicou uma bula papal sobre o tema, chamada de “Transiturus”, instituindo a data e concedendo indulgências às pessoas que fossem à missa neste dia.

A tradição de confeccionar os tapetes de Corpus Christi têm origem portuguesa. Elas chegaram ao Brasil na época da colonização. Para a Igreja Católica, a prática remete à acolhida de Jesus em Jerusalém, quando as pessoas cobriram as ruas de ramos e mantos para a passagem do Messias. Os tapetes são feitos ainda de madrugada demarcando o trajeto da procissão com o Santíssimo Sacramento, que para os católicos é a presença de Jesus no Pão Eucarístico.

Tradicionalmente os tapetes são feitos de serragem e de sal colorido, mas hoje, os fiéis também usam materiais diversos, como borra de café, areia, cascas de ovos e flores.

 

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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