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Combustível destinado a garimpo ilegal é apreendido pela Polícia Civil

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Dois caminhões e mais de 6 mil litros de combustível, que seriam destinados a um garimpo ilegal em Pontes e Lacerda, foram apreendidos pela Polícia Civil de Mato Grosso, na noite de terça-feira (06.01). Dois homens, sendo o gerente do posto de combustível e o motorista do caminhão utilizado para o transporte do diesel, foram presos em flagrante.

A ação integra os trabalhos da Operação Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, para o combate à criminalidade em todo o Estado.

As investigações tiveram início após a equipe de policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda receber várias denúncias de que um posto estaria fornecendo óleo diesel, que seria destinado para a atividade de um garimpo ilegal da região.

Durante a apuração dos fatos, os policiais receberam a informação de que uma carreta de propriedade do posto estava sendo abastecida nas bombas do estabelecimento com a finalidade de simular a saída do combustível, na contabilidade da empresa.

Após o abastecimento, a carreta era posicionada nos fundos do pátio do posto, ocasião em que outros veículos eram utilizados para o transporte do combustível até as áreas de garimpo.

Diante das informações, os investigadores foram até o local, onde constataram a veracidade dos fatos, flagrando o momento em que era finalizado o abastecimento, por meio de uma motobomba de seis contêineres, com capacidade de mil litros cada, que estavam acondicionados sobre uma carreta.

Além dos seis mil litros de diesel, também foram apreendidos cerca de 500 litros de etanol, totalizando 6,5 mil litros de combustível e dois caminhões apreendidos.

Questionado, o funcionário do posto confessou que o combustível seria destinado à área de garimpo e admitiu ter conhecimento de que a prática era ilegal. O suspeito, responsável pelos caminhões, admitiu trabalhar como freteiro e afirmou que estava no posto após ser contratado por garimpeiros.

Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Pontes e Lacerda, interrogados e autuados em flagrante pelo crime de comercializar substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana, sendo arbitrada fiança no valor de R$ 15 mil para cada um dos envolvidos.

 

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pontes e lacerda

PF e Polícia Civil apreendem maquinário e prendem garimpeiros em Mato Grosso

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Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso resultou na apreensão de três escavadeiras hidráulicas, quatro motores e cerca de 600 litros de óleo diesel em uma ação realizada nas proximidades da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda (a 483 km de Cuiabá).

A diligência ocorreu na última semana, durante investigações que inicialmente apuravam uma possível fraude na compra de maquinário. No entanto, ao chegar ao local, as equipes identificaram sinais de garimpo ilegal e acionaram a Polícia Federal, que confirmou a atividade criminosa. No ponto vistoriado, os agentes flagraram a extração irregular de ouro e constataram danos ambientais, incluindo o desvio do curso do Rio Sararé.

Dois homens foram presos em flagrante enquanto operavam equipamentos usados na exploração mineral clandestina. Além das escavadeiras e dos motores, todo o material empregado na atividade foi apreendido e poderá ser destinado a instituições públicas, caso haja autorização da Justiça.

A ação integra a operação coordenada pelo Governo do Brasil para retirada de garimpeiros que atuam ilegalmente dentro do território indígena. O coordenador-geral da desintrusão, Nilton Tubino, avaliou a operação como mais um avanço no enfrentamento ao problema na região.

Segundo ele, a presença integrada das forças de segurança tem reforçado a atuação do Estado na área e dificultado a continuidade da exploração ilegal. Tubino destacou ainda que a parceria entre os órgãos tem sido fundamental para impedir novas investidas de garimpeiros na Terra Indígena Sararé.

Os suspeitos foram levados para a sede da Polícia Federal em Pontes e Lacerda, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por extração mineral sem autorização e usurpação de matéria-prima pertencente à União. As investigações continuam para identificar outros envolvidos na cadeia criminosa.

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