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Com a chegada do fim de ano, atenção com as multas de trânsito deve ser redobrada
Da Assessoria
Jeniffer Elaina
No final de ano as pessoas costumam viajar e o movimento nas estradas aumenta. A questão não é apenas o trânsito mais intenso e sim os problemas que os motoristas acabam enfrentando por irresponsabilidade de alguns.
Em 2018, na Operação Ano Novo, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no estado do Mato Grosso, em apenas 3 dias foram registrados 11 acidentes. Além disso, foram diversos flagrantes que resultaram em multas de trânsito e suspensão da habilitação.
As infrações foram resultados da alta velocidade, circulação em local proibido, falta de cinto de segurança, crianças transportadas sem o uso da cadeirinha e motoristas alcoolizados.
Esses são apenas alguns dos exemplos que podem estragar uma viagem de final de ano e comprometer o orçamento.
Fuja das multas de trânsito
Os flagrantes e multas costumam ocorrer apenas com os motoristas que não respeitam a legislação e acabam cometendo irregularidades.
Entretanto, se está programando viajar de carro no fim de ano, pode ir sem preocupação, apenas precisa adotar alguns cuidados.
Veja algumas das multas mais comuns e como fazer para não cometer a infração.
Dirigir acima da velocidade permitida
Essa é uma das multas de trânsito mais comuns nas estradas no fim de ano e pode ser facilmente prevenida.
Sempre se atente a placa de sinalização que informa o limite de velocidade e acompanhe no carro a que velocidade está indo.
Não tente acelerar, mesmo que em um pequeno trecho, pois você pode ser pego por um radar e colocar sua vida e de outras pessoas em risco.
Use o cinto de segurança
Sempre que entrar no carro, o motorista e os passageiros devem colocar o cinto de segurança.
Aquela história de quem está no banco de trás não precisa é uma lenda e, se for parado em uma blitz e qualquer uma das pessoas não estiver com o acessório, a multa será aplicada.
Não use o celular
Usar o celular enquanto dirige é proibido e gera multa de trânsito, sem falar que ele pode tirar a concentração e causar um acidente.
Na estrada, nada de usar o aparelho. Se precisar atender a uma ligação, procure um local seguro para estacionar e faça isso.
Mesmo quando for para mexer no GPS, não faça isso ao volante. Peça para que alguma outra pessoa no carro faça isso ou encoste o carro para colocar o endereço que deseja.
Não beba antes de dirigir
Muitas pessoas costumam beber antes de dirigir e isso gera um grande risco de um acidente acontecer.
Se por acaso ingerir bebida alcoólica, deixe que outra pessoa dirija ou espere que o efeito passe.
Quem tem seguro auto, algumas vezes, pode contar com o serviço de “motorista amigo” e ele pode levar o veículo e a pessoa que bebeu até o destino em segurança.
Ah, e vale dizer que, mesmo tendo o seguro, se sofrer acidente alcoolizado pode não receber sua indenização pelo fato de ter ingerido a bebida.
Não é apenas no final de ano que se deve ter esses cuidados com as multas de trânsito. A atenção deve ser constante. O que ocorre é que nessa época a imprudência costuma aumentar, então é preciso redobrar a atenção.
Jeniffer Elaina, do SeguroDeAutomovel.org
artigos
O dever da Religião
Por Paiva Netto
Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.
Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,
mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.
Parceria Céu e Terra
Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.
Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com
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