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cotidiano

BOPE está entre as cinco melhores Forças Especiais do mundo

Militares brasileiros ocupam a terceira posição no ranking, enquanto os russos da Alfa e Vympel estão em primeiro. Os EUA ocupam a última posição

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Victor Caivano

PM Bope

Militares do BOPE estão entre os melhores do mundo

Forças de operações especiais são consideradas a elite da luta contra o terrorismo e o crime organizado. No entanto, alguns países se destacam pelo nível de suas forças de elite que representam o melhor entre os melhores.

 

Alfa e Vympel (Rússia)

 

Os grupos Alfa e Vympel são as duas principais unidades das Forças Especiais do Serviço Federal de Segurança (FSB, sigla em russo) da Rússia, cuja principal função é a luta contra o terrorismo.

Vladmir Vyatkin

PM ALFA

Esses dois grupos de Forças Especiais podem ser considerados os melhores do mundo

De acordo com a edição russa Zvezda, esses dois grupos de Forças Especiais podem ser considerados os melhores do mundo devido à sua vasta experiência e grande vigor. “Os especialistas das forças antiterrorismo da Rússia podem resolver um conflito em qualquer situação, no mar, na terra, no ar, onde seja necessário”, sublinhou a mídia.

 

O simples convite para servir ao Alfa ou Vympel já é considerado uma grande honra. No entanto, cerca de 95% dos candidatos são eliminados durante o processo seletivo e apenas 5% conseguem fazer parte dos seletos grupos de elite do FSB.

 

GSG-9 (Alemanha)

 

O grupo antiterrorista alemão GSG-9 foi criado, em 1973, na sequência do massacre de Munique — atentado terrorista durante os Jogos Olímpicos de verão de 1972. Desde a sua fundação, a seleção dos candidatos tem sido muito restrita e o número de interessados sempre supera a quantidade de vagas disponíveis.

Roberto Pfeil

PM GSG

O GSG é formado basicamente por jovens

Uma das principais características do CSG-9 é o fato de que é formado, em geral, por membros jovens. No entanto, apesar de a maioria dos especialistas ter menos de 30 anos, são muito experientes.

 

BOPE (Brasil)

 

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) é a tropa de elite da Polícia do Rio de Janeiro, cujas principais funções são as operações de aplicação da lei nas favelas e a guerra urbana contra o tráfico de drogas.

Silvia Squierdo

PM Bope

BOPE: Além de caveiras, são os melhores de pontaria

O treinamento para fazer parte do BOPE é considerado um dos mais difíceis do mundo, razão pela qual, somente, a maioria dos soldados não consegue ser selecionado para a tropa de elite brasileira. Em 2001, pela primeira vez, uma mulher foi aceita para se juntar ao batalhão especial brasileiro.

 

As forças especiais do Brasil tornaram-se muito famosas em todo o mundo, após o lançamento do filme “Tropa de Elite”, em 2007, que conta a história do dia a dia de diversos soldados do BOPE.

 

GIGN, BRI e RAID (França)

 

O Grupo de Intervenção da Polícia Nacional (GIGN) da França foi fundado em 1973. Assim como o GSC-9 alemão, ele também foi criado na sequência do massacre de Munique com o objetivo de combater o terrorismo. Além das operações contraterrorismo, o GIGN também é responsável pelo resgate de reféns e de apoio à polícia na prisão de alto risco.

Eric Gailard

PM Raid

Franceses são especialistas em investigar e capturar ou liquidar criminosos perigosos

Por sua parte, a Brigada de Investigação e Intervenção (BRI, sigla em francês) é responsável por investigar e capturar ou liquidar criminosos perigosos. O RAID é uma unidade de elite da polícia nacional francesa, que se encarrega de operações relacionadas ao terrorismo urbano, sequestros, crime organizado e ao serviço de proteção de diplomatas.

 

HRT (Estados Unidos)

 

A Equipe de Resgate de Reféns (HRT, sigla em inglês) dos EUA é um dos grupos de operações especiais mais “invisíveis” na mídia.

Paul Richard

PM HRT

HRT em treimamento

No entanto, são estes especialistas que realizam o trabalho mais difícil na luta contra o terrorismo e contra os criminosos perigosos em território norte-americano. 56 repartições do FBI (Escritório Federal de Investigação) possuem suas próprias unidades de HRT.

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cotidiano

INSS libera consignado para beneficiários sem biometria facial mediante validação de dados bancários

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Beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que não possuem biometria facial cadastrada nas bases do governo passam a ter uma alternativa para autorizar a contratação de empréstimo consignado. Com a nova regra, essas pessoas poderão utilizar a validação de dados bancários para acessar o Meu INSS e autorizar operações de crédito consignado. A medida amplia o acesso ao consignado para beneficiários que, até então, não conseguiam realizar a operação por não terem cadastro biométrico disponível nas bases governamentais.

A mudança está prevista na Instrução Normativa PRES/INSS nº 213, de 17 de agosto de 2026, publicada na quinta-feira (20/8). A norma estabelece regras e procedimentos para a contratação de crédito consignado, com desconto diretamente nos benefícios pagos pela Previdência Social.

A validação biométrica continua sendo a primeira opção para autorizar a operação. Ao acessar o sistema, a Dataprev verifica se o beneficiário possui cadastro biométrico disponível nas bases governamentais. Somente quando a biometria não é localizada o sistema libera o login via Gov.br, com validação por dados bancários.

Na prática, a mudança evita que a ausência de biometria impeça o beneficiário de contratar o consignado. A autenticação por dados bancários passa a ser uma alternativa para essas pessoas, mantendo a necessidade de autorização expressa do titular do benefício.

Regras e margem consignável

Para contratar o empréstimo, o benefício precisa estar desbloqueado. Em regra, todo benefício recém-concedido permanece bloqueado para consignado nos primeiros 90 dias. Após esse período, o titular pode solicitar o desbloqueio pelo Meu INSS. A mesma regra de 90 dias deve ser observada em caso de transferência de localidade do benefício e respeitada pelas instituições financeiras.

Com o benefício desbloqueado, os bancos podem consultar a margem disponível. A contratação só é concluída após a autorização expressa do beneficiário pelo aplicativo. Conforme a Medida Provisória nº 1.355/2026, a margem consignável é de até 40% do valor do benefício.

Outra mudança é que a instituição financeira deve enviar ao INSS os documentos e as informações exigidos para a operação, como contrato, documento oficial de identificação com foto, CPF e autorização para o desconto no benefício, realizada por biometria ou login bancário no Gov.br.

O contrato pode ter, no máximo, 108 parcelas mensais e sucessivas. Os bancos também devem enviar os comprovantes de depósito em até sete dias úteis após a contratação. Se as informações não forem encaminhadas dentro do prazo, o INSS interromperá os descontos e reterá o repasse ao banco até a regularização.

Como funciona a portabilidade?

A nova norma também estabelece regras para a transferência do empréstimo de um banco para outro. O segurado solicita a portabilidade à instituição financeira de destino e autoriza o procedimento pelo Meu INSS, por biometria ou, na ausência de cadastro biométrico, por meio da validação de dados bancários. Também é necessário assinar o Termo de Autorização de Portabilidade.

A instituição de origem tem até 20 dias para confirmar a operação. Caso isso não ocorra dentro desse prazo, a portabilidade será cancelada.

Assim, quem não possui biometria cadastrada passa a ter uma alternativa para autorizar operações de crédito consignado pelo Meu INSS, mantendo-se a exigência de autorização expressa do beneficiário.

ASCOM

Beneficiários do INSS sem biometria poderão contratar consignado com validação de dados bancários; veja as regras — Instituto Nacional do Seguro Social – INSS

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