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BRASIL E MUNDO

Avião da Gol faz pouso de emergência após explosão de turbina; vídeo

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Uma aeronave da companhia aérea Gol precisou realizar uma aterrissagem de emergência depois da explosão de uma das turbinas, em pleno ar.

Um vídeo que está circulando nas redes sociais registra o momento de uma explosão próxima a uma das asas da aeronave. A gravação foi feita pela empresária Sabrina Charello, que compartilhou o relato de tensão vivido pelos passageiros.

“Ela descreveu o acontecimento como ‘o pior momento de nossas vidas’, mas expressou alívio ao afirmar que tudo terminou bem”, disse Sabrina. Ela acrescentou que o piloto pediu calma aos passageiros, embora alguns deles tenham enfrentado momentos de pânico durante o incidente. Sabrina viajava com seu noivo, que também ficou apreensivo e começou a orar pela segurança do voo.

A assessoria da companhia aérea confirmou o problema na turbina da aeronave que fazia o voo G3 1023, partindo do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino a Congonhas, em São Paulo.

Segundo a nota, o problema aconteceu logo após a decolagem e a aeronave teve que efetuar um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, também na cidade do Rio de Janeiro.

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Apesar do susto, os pilotos conseguiram pousar sem problemas e foram aplaudidos pelos passageiros.

Veja os vídeos:

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BRASIL E MUNDO

Mãe ressignifica a perda do filho criando projeto social de futebol para crianças

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É no campinho de terra, do Bairro São Bento, periferia de Sorocaba, que meninos entre 5 e 17 anos se encontram para a prática de um esporte tão democrático quanto apaixonante para os brasileiros: o futebol.

Eles chegam com o sonho de vestir uma camisa de jogador profissional e encontram ali apoio técnico e incentivo, mas também abraços e ternura, validação e escuta por meio da idealizadora do projeto “Monte Leal”: ela é Maria Aparecida Campos de Paula, Cidinha para os íntimos.

Movida pela vontade de fazer desses garotos homens de bem, há quase uma década essa dona de casa, mãe de quatro filhos, se dedica a reunir a turma, que começou pequena e atualmente conta com 60 meninos. “Era brincadeira, meu filho mais velho resolveu dar esse treino para os meninos, né. Vinha uns 4, 5 e a gente treinava em um terreno de terra aqui perto de casa. Na pandemia, tivemos de parar, mas depois que retomamos eles foram chegando e cresceu a turminha”, conta.

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Os treinos acontecem de segunda a quarta-feira e são divididos por idade, para a segurança dos menores. “Eu separo os pequenos dos grandes para eles não se machucarem, né? A gente cuida”.

Para participar da escolinha ninguém paga nada. O filho mais velho de dona Cidinha é professor voluntário e uma moradora do bairro também dá apoio. Para ela, assim como em um coração de mãe, sempre cabe mais um no projeto. Ainda mais quando esse coração já foi tomado pelo vazio mais profundo que alguém pode sentir, a perda de um filho.

Se hoje risadas infantis e propósito ecoam pelo campinho, dona Cidinha já derramou muitas lágrimas por ali em caminhadas solitárias. Há exatos 8 anos ela perdeu o filho caçula, um promissor talento do futebol, que tinha acabado de passar em uma peneira de um grande time. O menino de 14 anos foi atropelado por um motorista bêbado. “Eu não tenho mais meu filho, mas agora eu tenho muitos meninos. Deus me permitiu na minha tristeza ter esse consolo”, revela.

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Os meninos do São Bento não têm campo para treinar e tudo se mantém de pé com muito trabalho, doações e apoio da iniciativa privada, como o Programa Pequenos de Raça do Instituto Adimax, que fornece parte das camisetas usadas nos jogos e campeonatos. “Quando a gente apoia o esporte, está apoiando o futuro deles. O esporte ajuda a desenvolver várias qualidades que, independentemente de serem jogadores, vão precisar na vida adulta”, reflete Edmilson Bueno, gestor do programa.

Propósito e significado os quais Cidinha compartilha, afinal o que são as mães senão culpa e capacidade de sonhar pelo outro? “Eu quero mais é que eles cresçam homens de bem, trabalhadores. Não precisam ser jogadores de futebol, daqui pode sair um médico, um professor”, finaliza.

 

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