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ALENCAR (Adauto Dias de)

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ALENCAR (Adauto Dias de). Advogado, filósofo, professor, historiador e escritor (Assaré-CE, 10/08/1931 – Cuiabá-MT, 17/10/2013). Fez o estudo primário no Rio de Janeiro e parte do ginásio em Cuiabá, retornando ao Rio de Janeiro onde fez o Curso Clássico na Moderna Associação Brasileira de Ensino e na mesma cidade formou-se em Direito pela Faculdade Cândido Mendes. Retornou a Mato Grosso em 1965, sendo nomeado diretor da Escola Normal Dr. Hermes Rodrigues de Alcântara, de Santo Antônio de Leverger, e em seguida nomeado para promotor de Justiça, na mesma cidade, cargo do qual foi exonerado por falta de um “padrinho político”. Amigo do prefeito da cidade, foi então nomeado procurador fiscal do município. Exerceu também advocacia em Cuiabá, sendo nomeado delegado regional, cargo do qual desistiu por falta de apoio do governo do Estado. Tendo passado em concurso, foi nomeado defensor público em Mato Grosso, assumindo em Cáceres-MT, de onde foi transferido para Campo Grande e mais tarde para Cuiabá, onde assumiu toda a defesa no Tribunal do Júri. Formou-se ainda em Filosofia – Cadeira de Letras, vindo a exercer o magistério na Universidade Federal de Mato Grosso, lecionando latim e literatura portuguesa. Foi membro da Academia Mato-Grossense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, dentre outras associações, inclusive de outros estados. Especializou-se na pesquisa e na investigação da história de Mato Grosso, na área de genealogia, produzindo diversas obras literárias em prosa e em verso. De sua notável produção literária e histórica destaca-se a série Roteiro Genealógico Matogrossense, em diversos volumes. Alencar foi um dos principais participantes da comissão que oficializou o Hino de Mato Grosso, em 1983. Adauto que estava aposentado de suas funções como procurador desde 1992, veio a falecer de causas naturais e foi sepultado no cemitério do Bairro do Porto. 

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AYRES (Raimundo Maranhão)

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AYRES (Raimundo Maranhão). Jornalista, empreendedor e poeta (Carolina/MA – 03/10/1914 – Guiratinga/MT, 1972). Por sua significativa produção literária ocupou a Cadeira nº 23, da Academia Mato-Grossense de Letras, entre seus escritos estão os seguintes livros: O poeta da flor de neve, Poesia da Fraternidade e Ronald de Carvalho. Em dezembro de 1945, Raimundo Maranhão fundou em Guiratinga – Mato Grosso, o jornal Novo Mundo, órgão de Intercâmbio Cultural em todas as Américas, e, posteriormente, órgão de Intercâmbio Cultural em todas as Américas e Europa, em conjunto com o órgão oficial da Associação de Intercâmbio Cultural. O jornal desapareceu possivelmente em 1954, enfrentando dificuldades materiais para se manter. Dados de sua redação informam que ele chegou a atingir mais de 50 países das Américas, Europa, Ásia e África. Por sua impetuosidade e dinamismo, Maranhão foi um dos mais importantes nomes de Mato Grosso na produção de intercâmbio cultural, por sua visão de mundo a ser atingido a partir de uma cidade relativamente pequena, na época, mas de intensa movimentação sócio-econômica em função de lides garimpeiras da década de 1940.

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