m
MATTOS (Aclyse de)
Professor, poeta, contista (Cuiabá, 1958). Iniciou seus estudos em Cuiabá e concluiu sua formação acadêmica no Rio de Janeiro e São Paulo. Coordenador do curso de comunicação da UFMT e do curso de Turismo do Univag, escreveu livros infantis e poemas, destacando-se “Assalto a mão armada e outras histórias contadas” e “Quem muito olha a lua fica louco”.
m
MURTINHO (Joaquim Duarte)
Médico, engenheiro civil, professor, financista, político e estadista (Cuiabá-MT, 07/12/1848, Rio de Janeiro-RJ, 19/11/1911). Nascido em família da alta sociedade cuiabana, Murtinho estudou em bons colégios no Rio de Janeiro. Escolheu Engenharia Civil, depois de ter concluído o estudo secundário no Rio de Janeiro, optando também por Medicina Homeopática, Economia Política e Ciências Físicas e Naturais. Na área de medicina dedicou-se aos mais carentes, fazendo curas assombrosas com seus diagnósticos rápidos e precisos, usando mais a intuição do que os laboratórios. Progressivamente foi assumindo o lugar de engenheiro. Foi também professor de Química Orgânica Experimental, Meteorologia, Biologia Industrial e Zoologia. Seu vigor científico deu-lhe destaque internacional e assegurou-lhe a posição de Homem de Estado. Tendo-se eleito Senador por Mato Grosso, participou da primeira Constituinte Republicana de 1891. Como médico particular do Marechal Deodoro da Fonseca, teve grande influência política em nosso Estado, como se observou na nomeação e exoneração do primeiro Governador, General Antônio Maria Coelho. Ao assumir a Presidência da República o Vice-presidente Manuel Vitorino Pereira (1896-97), Joaquim Murtinho foi nomeado Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, permanecendo até o retorno do presidente Prudente de Moraes às suas funções. O presidente seguinte, Campos Sales, nomeia Joaquim Murtinho Ministro da Fazenda, considerando-se ele, da forma como o presidente se considerava, “um homem que serve a República e não um homem que se serve da República” . Escreveu livros e teses científicas sobre o tema, dentre os quais “Respiração em Geral”, de 1872. É patrono da Cadeira 26 da Academia Mato-Grossense de Letras. No campo empresarial tinha participação em extração e processamento de erva-mate no sul de Mato Grosso através da Cia. Matte Laranjeira, da qual era sócio. Tornou-se uma figura nacionalmente conhecida, sendo que seu nome figura em inúmeros municípios em placas de ruas, avenidas e praças. A atuação de Murtinho, nas finanças do Brasil, ao fim de sua vida, era mundialmente reconhecida. Jornais do Brasil, do Uruguai, da Argentina, dos Estados Unidos, do México, da Inglaterra, da França, da Alemanha e ouros países foram unânimes em lhe reconhecer o mérito. O Jornal do Comércio, na edição e 12 de maio de 1914 abria notícia da seguinte forma: “O Brasil tem no saudoso estadista um dos seus maiores beneméritos, um dos seus filhos mais preclaros. Nunca serão demasiadas as homenagens prestadas à memória de Joaquim Murtinho, um dos maiores e mais prestimosos servidores da Nação”.
-
AGRO & NEGÓCIO7 dias atrásSIAVS reúne cadeias que exportam mais de R$ 160 bilhões
-
AGRO & NEGÓCIO7 dias atrásColheita passa da metade, mas chuva atrasa máquinas e aumenta risco de perdas
-
esportes6 dias atrásCuiabá busca empate com o Sport e sobe para a 14ª posição na Série B
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásSafra 26/27 deve começar sob excesso de chuva no Sul e seca no Centro-Oeste
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásBrasil pode unificar rastreabilidade para blindar soja e carne à China e à União Europeia
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásChuva atrasa colheita no Brasil e faz café subir mais de 3% em Nova York
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásColheita do algodão avança em Mato Grosso com alta produtividade
-
tce mt6 dias atrásTribunal de Contas busca solução para garantir repasses e manter atendimentos do Instituto Lions da Visão



