POLÍCIA
Ação integrada resulta na apreensão de seis quilos de skunk em Goiás
Cerca de 6 quilos da droga conhecida como skunk, ou supermaconha, foram apreendidos no Estado de Goiás, após informações repassadas pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
A apreensão foi realizada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Jataí, em ação conjunta com o Grupo Especializado em Narcóticos (Genarc), ambos da Polícia Civil de Goiás, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Uma mulher que transportava o entorpecente em um ônibus foi presa em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas.
O trabalho operacional foi deflagrado após investigação da equipe da Denarc, que identificou o carregamento ilícito. Os policiais civis mato-grossenses solicitaram apoio da Polícia Civil de Jataí, indicando o ônibus que fazia o itinerário Cuiabá – Goiânia (GO).
Com base nas informações, as equipes do GIH e do Genarc diligenciaram e constataram que o ônibus havia passado por Jataí, e seguia em direção à região metropolitana de Goiânia, razão pela qual a PRF foi acionada e abordou o veículo na rodovia nas proximidades de Guapó (GO).
Durante a fiscalização, os policiais identificaram a passageira denunciada e localizaram, em sua bagagem, uma mala contendo aproximadamente seis quilos de skunk, droga conhecida como “supermaconha” em razão de seu alto poder entorpecente.
Diante do flagrante, a mulher foi presa e encaminhada para as providências cabíveis.
A Polícia Civil de Mato Grosso ressalta que a ação integrada entre os órgãos de segurança pública foi fundamental para o êxito da operação, reforçando o compromisso da instituição no combate ao tráfico de drogas e na repressão ao crime organizado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandados contra núcleo de facção responsável por execuções em Barra do Bugres
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11.6), a “Operação Missionários”, para cumprimento de 10 ordens judiciais, com alvo em um núcleo de facção criminosa, cujos integrantes são responsáveis por homicídios determinados por lideranças do grupo.
Dentre as ordens judiciais estão oito mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Terceira Vara Criminal de Barra do Bugres. Os mandados são cumpridos nas cidades de Barra do Bugres e Várzea Grande.
Entre os alvos estão integrantes de uma facção criminosa que atuavam como executores, autodenominavam-se “missionários” e agiam sob orientação de lideranças superiores do grupo.
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Barra do Bugres, apontaram que os investigados foram deslocados para o município com a finalidade específica de executar rivais e alvos determinados pela facção.
As investigações, que levaram à identificação do núcleo específico dentro da facção, iniciaram após episódios de violência ocorridos em 2025 no município. Em 24 de julho de 2025, foi registrado um homicídio que vitimou o jovem Lucas das Chagas Cruz, de 26 anos. O crime ocorreu em uma chácara, ocasião em que a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo. Na mesma ação, a mãe da vítima foi atingida por um disparo na perna.
Posteriormente, em 18 de outubro de 2025, um novo episódio de violência culminou no sequestro e na execução do adolescente Denilson Xavier Falanque, de 16 anos. O corpo do menor foi encontrado três dias após o seu desaparecimento, em estado de decomposição, em uma via vicinal da estrada canavieira, em meio a uma plantação de cana-de-açúcar. O fato reforçou a suspeita de atuação contínua, planejada e coordenada do grupo em Barra do Bugres.
Ao longo de várias semanas, policiais civis realizaram monitoramentos, levantamentos de inteligência e diligências de campo que permitiram identificar mentores, apoiadores e executores das ações criminosas. Os elementos de informação reunidos apontam, de forma consistente, a participação de pelo menos oito pessoas nos crimes investigados.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gilcimar Carvalho dos Santos, a operação é resultado de um trabalho investigativo intenso e qualificado. “A operação tem como objetivo desarticular a atuação do núcleo do grupo criminoso, assim como identificar outros possíveis envolvidos”, disse o delegado.
As investigações continuam em andamento, e demais medidas judiciais e operacionais serão adotadas conforme o desenvolvimento das apurações.
Nome da operação
A denominação “Missionários” faz referência à designação adotada por integrantes do grupo criminoso para identificar os agentes recrutados para a prática de ações violentas e execuções promovidas pela facção criminosa.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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