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camara federal

Legislatura de 1946 a 1967

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Agrícola Paes de Barros (1946 – 31.01.1951)
Argemiro de Arruda Fialho (1946 – 31.01.1951)
Dolor Ferreira de Andrade (1946 – 31.01.1955)
Gabriel Martiniano de Araújo (1946 – 1951)
João Ponce de Arruda (1946-1956 e 1963-1967)
João Villasboas (26.03.1946 – 31.07.1946)
Carlos Vandoni de Barros (1947 – 31.01.1951)
Wilson Pinho (06.05.1949 – 24.08.1949)
Aral Moreira (01.02.1951 – 06.11.1952)
Ataíde de Lima Bastos (1951-1955, 1956 – 1958)
Lúcio Proença Borralho (1951 – 31.01.1955)
Philadelpho Garcia (01.02.1951 – 31.01.1963)
Virgílio Alves Corrêa Neto (1951 – 31.01.1955)
Wilson Fadul (1955-1963)
Lucílio de Medeiros (19.11.1952 – 31.11.1955)
Celso Lacerda Azevedo (02.09.1954-07.11.1954)
José Manuel Fontanilhas Fragelli (1955-1959)
Júlio Mário Abbot de Castro Pinto (1955-1959)
Rachid Saldanha Derzi (1955-1967)
Fernandes Jorge M. Gonçalves (1955/56-e 1959/63)
Henrique José Vieira Neto (09.04.1958-10.11.1958)
Rachid Jorge Mamed (1959-1963, 1963- 1967)
Fernando Luis Alves Ribeiro (1959-1963)
Antônio Moysés Nadaf (1959 – 1962)
Antônio Mendes Canale (1960 – 24.09.1962)
Edison Brito Garcia (01.02.1963 – 31.01.1967)
Wilson Barbosa Martins (1963 – 31.01.1967)
Miguel Marcondes Armando (1963-1967

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Deputada cobra explicações sobre resolução do Conanda sobre aborto em menores

Publicados

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A deputada federal Coronel Fernanda (PL), líder da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional, enviou um requerimento à ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, solicitando esclarecimentos sobre deliberações do Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) referentes ao aborto em menores de idade. A movimentação ocorre em meio a uma polêmica resolução que o Conanda deve votar na próxima segunda-feira (23).

Resolução polêmica

O Conanda está prestes a decidir sobre uma resolução que trata do aborto em casos de crianças e adolescentes vítimas de estupro. De acordo com o documento, o procedimento poderia ser realizado mesmo sem o consentimento ou conhecimento dos pais da vítima. Além disso, a resolução não estipula restrições quanto ao tempo de gestação do feto, o que tem gerado controvérsias.

Deputada federal, coronel Fernanda

Para a deputada Coronel Fernanda, a situação é alarmante. Ela critica a falta de transparência e a ausência de consulta pública sobre o tema, além de questionar a escolha da data para a votação, que ocorre às vésperas do Natal. “É urgente que o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania nos dê explicações céleres sobre essa pauta. Esta suposta resolução não foi submetida à consulta pública, ignora o Congresso Nacional e ainda será votada quase na surdina”, declarou a parlamentar.

Entre as questões levantadas por Coronel Fernanda, está a razão pela qual um conselho vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos pretende legislar sobre um tema tão sensível sem a devida consulta ao Congresso Nacional. Ela também questiona o motivo da escolha do dia 23 de dezembro para a votação.

Estrutura do Conanda

O Conanda é composto por 30 conselheiros, sendo 15 representantes da sociedade civil e 15 selecionados pelo governo federal, incluindo membros de ministérios e da Casa Civil. Para que a resolução seja aprovada, é necessário o voto da maioria dos conselheiros.

Reações da Sociedade Civil

A Associação Guardiões da Infância e Juventude manifestou-se contra a resolução, lançando um abaixo-assinado que critica a falta de consulta pública. Diferentemente de outras resoluções do Conanda, a minuta não foi disponibilizada para sugestões ou críticas do público, o que tem gerado descontentamento entre diversos setores da sociedade.

 

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