Empreendedorismo
Banco digital cria pacote de benefícios multifuncionais para trabalhadores
Empresas agora podem oferecer aos seus colaboradores, familiares e até pets um novo conceito em bem-estar, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida no trabalho e fortalecer a marca empregadora
Qual é o pacote de benefícios que a empresa oferece? Esta é uma pergunta frequente entre pessoas em processo de transição de carreira e contratação.
Gestores de RH e profissionais de recrutamento e seleção defendem que os benefícios ajudam a reter e atrair os melhores talentos para as empresas. Mas
o que oferecer de diferente, atrativo e inovador?
“Pensando nisso, o J17 BANK criou o ‘Aliviaê’, um pacote multibenefícios especialmente desenhado para empresas que desejam colaboradores felizes.
Bem-estar e tranquilidade para colaboradores, familiares, pets e empresários em um único produto”, explica Ana Paula Canela, Head de Produtos Massificados do J17 Bank.
“Essa é a inovação: combinar todos esses serviços em um único produto empresarial de grande utilidade e praticidade, com serviços que realmente importam, como telemedicina, consultas, exames, assistências e até seguros”, completa Ana Canela.
Outra grande disrupção é que o Aliviaê é o primeiro benefício a cuidar também dos familiares de quatro patas, com telemedicina 24 horas para cães e gatos,
permitindo que as empresas atraiam e retenham colaboradores de todas as gerações e tribos. Os colaboradores podem ficar tranquilos, sabendo que, se necessário, podem contar com eletricistas, encanadores, chaveiros e diversos outros serviços.
Na telemedicina 24 horas, são dezenas de especialidades, com atendimento médico ágil e muito simples. Outra novidade é o apoio para momentos inesperados, com seguros de vida e funeral, áreas geralmente não cobertas pelos planos de saúde.
“Os colaboradores das empresas contratantes do ‘Aliviaê’ ainda podem contar com descontos significativos em consultas médicas e odontológicas presenciais, exames laboratoriais e até na compra de medicamentos”, destaca Ana Canela. Segundo a executiva, esses benefícios são muito valorizados pelos empregados e geram resultados importantes para as empresas, como redução da rotatividade, diminuição das faltas ao trabalho e aumento da produtividade, devido à melhoria do clima organizacional.
“Trazemos um alívio para as empresas, que neste momento sofrem com os enormes reajustes e cancelamentos das operadoras de saúde suplementar”, diz Ana Canela.
As empresas poderão contribuir significativamente para a qualidade de vida dos colaboradores e da comunidade. Por exemplo, a telemedicina disponibiliza médicos para todos, minimizando deslocamentos, atrasos e até faltas. Com os relatórios do Aliviaê, o RH poderá acompanhar de forma transparente a utilização de todos os serviços, obtendo muitos dados para medir o absenteísmo, turnover e a satisfação dos colaboradores.
“Como Instituição Financeira, desenvolvemos esse produto para contribuir com o crescimento das empresas e com o bem-estar das pessoas, pois somente empresas saudáveis e pessoas felizes poderão produzir mais e contribuir para o crescimento da comunidade”, explica João Nicastro, Fundador e CEO do J17 Bank.
“A contratação é feita pela empresa e a gestão é da área de RH, que disponibiliza o benefício ao colaborador e à família. O uso é através de um aplicativo, onde todos acessam de forma muito simples”, explica Ana Canela, “lembrando que o produto, recém-lançado, será comercializado somente através de parceiros, incluindo correspondentes bancários”.
“Esse produto nasceu da nossa vivência com os clientes do interior, nosso berço, onde sabemos que ir até um posto de saúde ou dar apoio a um familiar pode representar um dia inteiro longe do trabalho. Os prejuízos para as empresas são enormes e trabalhamos em uma solução que reverta isso, cuidando do funcionário, onde ele sabe que, se necessário, ele, suas famílias e pets estarão bem cuidados. Estamos atendendo a uma demanda dos funcionários, dos RHs e gerando uma facilidade para os empresários”, conclui Ana Canela.
Empreendedorismo
Como estruturar regras de utilização para cartões corporativos?
Definir critérios claros ajuda empresas a organizar despesas, distribuir responsabilidades e manter registros financeiros consistentes
O cartão de crédito corporativo ocupa um espaço importante na rotina administrativa de empresas que precisam realizar pagamentos frequentes relacionados a viagens, compras operacionais, serviços e despesas de representação. Ao mesmo tempo em que oferece agilidade para determinadas demandas, o recurso exige regras bem definidas para que seu uso esteja alinhado às necessidades da organização.
A elaboração de uma política de utilização não está relacionada apenas ao controle financeiro. O documento também funciona como referência para colaboradores e gestores, estabelecendo parâmetros objetivos sobre o que pode ser pago, quem está autorizado a utilizar o cartão e quais procedimentos devem ser seguidos após cada transação.
Na prática, regras estruturadas reduzem dúvidas operacionais e facilitam a administração das despesas registradas ao longo do mês.
Definição de perfis e responsabilidades
Um dos primeiros passos na criação de uma política de uso consiste em identificar quais funções realmente necessitam de acesso ao cartão corporativo. Nem todas as áreas possuem o mesmo perfil de gastos ou as mesmas demandas operacionais.
Equipes comerciais que realizam visitas externas, por exemplo, podem precisar de recursos para deslocamentos, hospedagens ou refeições durante viagens de trabalho. Já os departamentos administrativos podem utilizar o cartão para pagamentos de fornecedores, aquisição de materiais ou contratação de serviços específicos.
A definição prévia dessas necessidades permite estabelecer limites compatíveis com cada atividade. Além disso, o documento pode indicar claramente quem responde pelas despesas realizadas e quais gestores possuem autoridade para aprovar determinados gastos.
Quando as responsabilidades estão descritas de forma objetiva, o processo tende a ocorrer com maior previsibilidade para todos os envolvidos.
Quais despesas são permitidas?
Outro ponto central da política é a classificação das despesas autorizadas. Em vez de depender de interpretações individuais, a empresa pode criar categorias específicas para orientar os usuários.
Passagens, hospedagens, combustíveis, alimentação em viagens, inscrições em eventos e compras operacionais são exemplos de gastos que podem ser previamente enquadrados conforme a realidade de cada organização.
Também é comum que o regulamento estabeleça situações que exigem autorização adicional. A contratação de determinados serviços, por exemplo, pode depender de aprovação prévia da liderança ou do departamento financeiro.
Quanto mais objetiva for essa definição, mais simples se torna a análise posterior das despesas.
Prestação de contas e registro das informações
A utilização do cartão não termina no momento da compra. O registro das informações relacionadas ao gasto também faz parte do processo.
Por esse motivo, muitas políticas incluem orientações sobre envio de comprovantes, armazenamento de notas fiscais e preenchimento de relatórios internos. Essas informações ajudam a contextualizar as despesas e facilitam atividades como conciliação financeira, fechamento contábil e auditorias internas.
Em uma viagem corporativa, por exemplo, o colaborador pode ser orientado a associar cada despesa a um projeto, cliente ou centro de custo específico. Essa prática permite que a empresa compreenda com mais precisão a finalidade de cada pagamento registrado.
O uso de plataformas digitais também contribui para centralizar documentos e manter o histórico das movimentações acessível para consultas futuras.
Limites e revisões periódicas
A política de utilização não precisa ser um documento estático. À medida que processos internos mudam, as regras podem ser revisadas para refletir novas necessidades operacionais.
Nesse contexto, os limites financeiros desempenham papel importante. Eles podem ser definidos por usuário, área, projeto ou tipo de despesa, sempre considerando a finalidade da atividade desempenhada.
Uma equipe responsável pela organização de eventos corporativos, por exemplo, pode operar com parâmetros diferentes daqueles adotados para colaboradores que realizam compras administrativas ocasionais.
As revisões periódicas também permitem identificar situações em que determinados procedimentos podem ser simplificados ou ajustados para acompanhar a rotina da empresa.
A estruturação de regras para cartões corporativos envolve planejamento, clareza e alinhamento com os processos internos. O resultado é uma rotina financeira apoiada por registros consistentes, fluxos conhecidos pelos usuários e maior facilidade na gestão das despesas corporativas.
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