Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

prestatencao

Não chores, cante!

Publicados

em


Da Assessoria

Francisney Liberato

Francisney Liberato

Em 2020, a pandemia do coronavírus mudou toda a dinâmica das pessoas no mundo. Antes, podíamos sair, nos divertir, ir ao trabalho, viajar, praticar atividade física, passear ao shopping, ir e vir a qualquer lugar, e a qualquer momento, contudo, diante do novo cenário, essas práticas foram cerceadas de nossas vidas.

 

As restrições não escolheram classes sociais, idade ou sexo. Todos estamos na mesma situação, inclusive aqueles que possuem mais recursos financeiros, como também, artistas e famosos.

 

Estamos na quarentena, que é o período determinado, em que devemos ficar em nossas residências, para não sermos contaminados e, para não proliferarmos a doença.

 

O cenário é desastroso e triste. Estamos literalmente, de mãos e pés amarrados, pelas circunstâncias, onde nossas vontades e convicções não imperam.

Um dos países que mais sofre com o coronavírus, é a Itália, a nação mais atingida da Europa, sendo considerado o novo epicentro da epidemia, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

 

Os italianos, a fim de reagirem a esse cenário caótico e desolador, lançaram um desafio nas redes sociais a fim de mobilizarem as pessoas, para cantarem em suas janelas, com o objetivo de espantarem a tristeza, e dar motivação aos compatriotas a se manterem firmes, em meio ao caos.

 

Nas redes sociais foram viralizados vídeos e mensagens otimistas para os que estão nesta situação. As hashtags e as músicas foram: #tuttoandrabene (Tudo vai ficar bem) e #iorestoacasa (Eu fico em casa). O hino italiano, Fratelli d’Italia, a tradicional tarantela e até mesmo rocks ingleses foram tocados e cantados.

Leia mais:  Embrapa na Baixada Cuiabana: a força da ciência em favor da agricultura familiar

 

Os chineses iniciaram essa campanha nas redes sociais e nas janelas de suas casas, enviaram mensagens positiva para que todos, após a quarentena, possam sair fortalecidos, e com um novo ânimo.

 

No dia 20/03/2020, no prédio onde resido, em Cuiabá, houve a manifestação dos morados acendendo e desligando as luzes, batendo palmas, com muita vibração e alegria, em prol dos nossos profissionais da saúde, que diante deste cenário, estão deixando os seus familiares a fim de ajudarem a outras pessoas.

 

Temos dois caminhos a seguir neste momento, aparentemente desolador.

Você pode escolher ficar triste e deprimido, encurralado na sua residência, ou quem sabe, ter uma nova visão diante disso, mantendo-se calmo, otimista e com fé de que tudo isso vai passar

A minha recomendação é que você decida entender este cenário, como uma oportunidade de desenvolver a sua fé. Essa mentalidade positiva lhe ajudará a conviver melhor com as pessoas que estão próximas a você.

 

Procure o que fazer, ocupe a sua cabeça, pense, crie, faça atividades físicas, mesmo que dentro de casa, brinque, trabalhe, faça cursos, desenvolva-se. Não direcione exacerbadamente os seus pensamentos para o problema atual, que pode lhe deixar abatido e desanimado com o panorama existente. Foque naquilo que é bom e positivo, sempre com fé em Deus.

 

Não chores. Não adianta reclamar e brigar nesse período. Situações difíceis servem para nos tornarmos melhores. Se não deseja ajudar, fique em silêncio na sua residência e não perturbe ninguém, principalmente as pessoas próximas de você.

Leia mais:  Quando mulheres ocupam espaços e o ódio reage

 

Ao invés de chorar, faça como os chineses, italianos e cuiabanos; grite, bata palmas, vibre, envie mensagens positivas e cante muito! Como já dizia o ditado popular: “Quem canta seus males espanta”.

 

Mas a melhor canção para o momento é: uma mentalidade otimista e positiva, longe da angústia e tristeza. Alguns perderão entes queridos, ou até a própria vida, mas a pergunta que faço para você e para mim é: onde e como estaremos, se o panorama não mudar? A quem você recorrerá quando tudo piorar e ficar sem esperança?

 

A mensagem de vitória e de cantoria, que Deus está falando aos nossos corações hoje, está escrito em Apocalipse 14:4 e 5: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”.

 

Ele é o único que poderá confortar as suas aflições e medos. Ele é o único que poderá lhe dar forças. Ele é o único que poderá te curar. Ele é o único que poderá lhe dar esperanças. Somente Deus, pode salvar você e a sua família, e enxugar de seus olhos todas as suas lágrimas!

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

Propaganda

artigos

O dever da Religião

Publicados

em

Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

Leia mais:  A Igreja e o combate ao trabalho infantil

Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

Leia mais:  Quando mulheres ocupam espaços e o ódio reage

 

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana