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Hino de cidade de Mato Grosso do Sul foi copiado de Sinop
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O que os municípios de Antônio João, de Mato Grosso do Sul, e Sinop, de Mato Grosso, uns 1.5 mil km de distância um do outro poderiam ter em comum?. O hino do muncípio, iguaizinhos um do outro. E a razão? Plágio.
Em Antonio João (MS) descobriu-se que o hino da cidade escrito por Norino Gonçalves e Música de Carlos Souza de Oliveira é igual ao da cidade de Sinop, estado de Mato Grosso.
Com um hino dos mais impecáveis, oficializado através do decreto número 19/1981 assinado pelo administrador Oswaldo de Paula, Sinop, município matogrossense que hoje tem mais de cem mil habitantes, ergueu-se, como previa o autor na própria letra do hino “ viril, a mostrares, no porte altaneiro o retrato de um novo Brasil.”.
Tendo na composição das letras de seu nome: Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná, Sinop cresceu ordenadamente graças a atuação de pessoas do País todo inclusive de paranaenses como Ary Lima, autor do hino, que conta a história do grandioso crescimento da cidade que é hoje pólo no Nortão de Mato Grosso.
Ary, que faleceu em 2008, também foi autor do Hino do município de Maringá, sua terra natal, e pelas duas grandes obras e o legado deixado nunca foi esquecido junto do criador da melodia, Maestro Matti Aniceto como pudemos conferir em vários artigos e matérias que contam a história dos dois estados.
Com os avanços tecnológicos e as infinitas possibilidades oferecidas pela rede mundial de computadores, através da internet, o que facilita a comunicação descobriu-se que o hino de um município de Sinop, tem semelhança com o Hino do município de Antônio João, distante 301 km, da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.
Antonio João, município criado pela Lei n°. 2.142 em 18 de março 1964 e que empresta o nome de um herói da Guerra do Paraguai, Tenente da Cavalaria Antonio João Ribeiro – que na época do conflito que envolveu nosso Pais e o Paraguai, estava destacado na Fronteira com o Paraguai, defendendo a soberania nacional – só recebeu a ‘proposta’ do hino em 2003 aprovando-o através da Lei Municipal 753/2003 de 08 de dezembro 2003, assinada pelo então Prefeito Dácio Queiroz Silva.
No segundo artigo da Lei que aprovou o Hino, fica determinado que este será entoado em todas as solenidades cívicas realizadas no município e em especial nas escolas da rede municipal em datas comemorativas.
Naquela oportunidade cópias impressas e em CD’s e fitas cassetes foram distribuídas nos órgãos públicos. Norino por vezes foi homenageado pela bela composição (Plagiada) que apresenta como produtor da melodia Carlos Souza de Oliveira.
A letra, de autoria de Ary Lima com melodia de Matti Aniceto que podem ser conferidas no site da Câmara Municipal de Sinop, http://www.camarasinop.mt.gov.br/index.php?mega=hino tem a mesma letra do Hino de Antônio João atribuída a Norino e Carlos tempos depois.
Plagiar é Crime
Plagiar é usurpar, roubar a essência criativa de uma obra. No plágio de uma obra, em alguns casos, os plagiadores, desde que não descobertos, terão o aproveitamento econômico do crime. Já em outros, como os estudantes, também se não descobertos, poderão ter o seu aproveitamento material, ou seja, a nota pretendida. No entanto, esquecem do que deveria ser, verdadeiramente, importante nesse processo: a criação de espírito, a informação e o conhecimento por trás do simples ato de “pensar”.
Além de ser crime, o plagiador está se negando a pensar. O reflexo disso no futuro será uma sociedade sem cultura, sem personalidade e sem capacidade de promover sua inteligência. E hoje, não se pode mais contestar que o progresso cultural, intimamente ligado ao progresso econômico, representa um “meio eficaz no objetivo principal dos direitos humanos”, ou seja, a manutenção da paz e da segurança internacional.
A Constituição Federal Brasilera ampara a propriedade intelectual como direito fundamental, garantindo tanto o interesse privado dos autores e criadores quanto o direito social na preservação da memória e da cultura do povo e na transfência de conhecimento para gerar desenvolvimento.
Click Hoje com Fronteira News
Envergonhada por plágio no “hino” Antônio João não comemora aniversário
Nesta quinta (18 de março) a cidade de Antônio João não realizou desfile cívico e show para comemorar os 46 anos de emancipação político administrativo do município que faz fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Coincidentemente, o prefeito Juneir Marques celebra nesta quinta 46 anos, mas a noticia que o hino da “Terra de Heróis” foi plagiado da cidade de Sinop no Mato Grosso caiu como uma “bomba” na cidade.
A população esta revoltada com a classe política que aprovou através da Lei Municipal 753/ 2003 que instituiu o Hino de Antônio João, assinada pelo então prefeito Dacio Queiroz Silva em 8 de dezembro de 2003 e aprovada pela Câmara de Vereadores. O hino leva a assinatura da Letra por Norino Gonçalves e música de Carlos Souza Oliveira. Ensinado nas escolas municipais, até ontem cantar o Hino de Antônio João era orgulho para crianças e adultos.
Para restabelecer a verdade dos fatos, a letra do Hino de Sinop MT é de autoria de Ary Lima com música do maestro Matti Aniceto.
Revolta
Em entrevista ao programa Ademir Mendonça na Cidade FM 106,3 o jornalista Cezar Lima na manhã desta quinta enfatizou que “ficamos estarrecidos com a notícia do plagio do Hino de Sinop, cujo autor, é meu pai, Professor Ary de Lima – autor da Letra e a música é do maestro e Professor Anicetto Matti”. Para o jornalista editor dos jornais: Metropolitano, Jornal de Marialva, Jornal de Sarandi, Jornal de Itambé, Jornal de Terra Rica, Truck Jornal da Fórmula (Fórmula Truck) declarou “Vamos tomar as providências jurídicas que o caso requer”. Na entrevista Cezar Lima lembrou que “Papai é nascido em São Sebastião do Paraíso – MG e Aniceto, na Itália e ambos são falecidos. São de autoria dos dois, os Hinos oficiais de Maringá, Loanda, Sinop, São Sebastião do Paraíso (MG) e Hino dos Pioneiros de Maringá, dentre outros. Papai foi vereador por três legislaturas em Maringá e foi eleito Deputado Federal em 1970”.
Agora Bela Vista
Compare os hinos:
HINO A SINOP
Como um prêmio ao labor pioneiro
Tu, SINOP, te ergues viril,
A mostrares, no porte altaneiro
O retrato de um novo Brasil
Tens escrita, na selva, a história.
De um combate inspirado no amor,
Que, agora, revive a vitória
Do teu povo, feliz lutador.
SINOP terra querida
Em ti, nosso amor constante.
Ilumina tua vida
Sempre alegre e triunfante.
Mato Grosso as fez teu acesso
À conquista de nova fronteira,
Para dares riqueza e progresso
Aos rincões da Nação Brasileira.
Tua gente, na paz, na alegria,
Irmanada ao trabalho, a sorrir,
É certeza da luz que anuncia
Alvorada de belo porvir.
SINOP terra querida …
Tuas ruas, praças e templos,
Em lugar da floresta imponente,
Dão à pátria soberbos exemplos
De trabalho fecundo e valente.
No sem fim da Amazônia selvagem,
És o marco da fé que conduz
O Brasil à visão da imagem
Do ideal que teu nome traduz
SINOP terra querida …
É certeza da luz que anuncia
Alvorada do belo porvir.
SINOP terra querida …
Tuas ruas, praças e templos,
Em lugar da floresta imponente,
Dão á Pátria soberbos exemplos
De trabalho fecundo e valente.
No sem fim da Amazônia selvagem,
És o marco da fé que conduz
O Brasil à visão da imagem
Do ideal que teu nome traduz
SINOP terra querida …
Autor: Ary de Lima – Musica: Matti Aniceto
HINO A ANTÔNIO JOÃO
Como premio ao labor pioneiro
Tu, Antonio João, te ergues viril
A mostrares no porte altaneiro
O retrato de um novo Brasil
Á margem do Rio Dourados a história
De um combate inspirado no amor
Que agora revive a vitória
Do teu povo feliz lutador.
E tu, terra de heróis, fez teu acesso
Á conquista de novas fronteiras
Para dares riquezas e progresso
Aos rincões da Nação Brasileira
Tua gente, na paz, na alegria
Irmanado ao trabalho, a servir
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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF
Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.
A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.
Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.
Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.
Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.
“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.
Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.
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