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Entidades debatem a regulamentação para criação de peixes exóticos em MT

Discussões visam aliar a produção de espécies como a tilápia com segurança e qualidade ambiental para o Estado de Mato Grosso

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Sema MT

Reunião criação peixes exóticos

Reunião criação peixes exóticos

Entidades se reuniram para debater os aspectos técnicos da regulamentação da criação de espécies aquáticas exóticas em Mato Grosso. As discussões se basearam em estudos e pesquisas com o objetivo de conciliar a produção das espécies exóticas com regras de segurança e qualidade ambiental a serem previstas no licenciamento. 

 

Para dirimir dúvidas técnicas sobre criação de espécies exóticas, especialmente a tilápia, peixe de água doce de origem africana, foi convidado a participar dos debates o professor e zootecnista da Universidade Estadual do Maringá (UEM), Dr.  Ricardo Ribeiro. “A tilápia já está estabelecida em todas as bacias hidrográficas brasileiras e não é carnívora, ou seja, tem baixa probabilidade de sobrevivência em ambientes naturais, já que está suscetível à predação”, reforça Ribeiro que atua em pesquisa de piscicultura há 32 anos.

 

Para regulamentar a produção de espécies exóticas, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) criou um Grupo de Trabalho para discutir as demandas do setor de aquicultura, definindo as espécies que serão permitidas e o regramento do licenciamento. “Imediatamente já descartamos as espécies que já temos estudos que comprovam sua agressividade ou aquelas em que os estudos não nos dão segurança quanto ao comportamento”, explicou o coordenador as Atividades de Pecuária Intensiva, Irrigação e Aquicultura (Capia), Paulo Abranches.

 

De acordo com a secretária Mauren Lazzaretti, também há um esforço da Pasta para que o licenciamento seja mais intuitivo e tecnológico: “A tecnologia vai nos permitir a definição de indicadores para o Estado todo, assegurando um monitoramento efetivo da qualidade ambiental do Estado”.

 

A reunião realizada na quinta-feira (10) contou com a participação do vice-governador, Otaviano Pivetta, da secretária adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos, Lilian Santos, do procurador da República, Erich Masson e dos promotores de Justiça, Joelson Maciel e Marcelo Vacchiano. Os representantes dos ministérios públicos Federal e Estadual enfatizaram a importância para que também seja previsto treinamento e capacitações técnicas para todos os envolvidos na cadeia produtiva do peixe. Também estiveram presentes, representantes da Associação dos Aquicultores do Estado de Mato Grosso (Aquamat) e Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR).

Da Assessoria

Criação de peixes ornamentais

Criação de peixes ornamentais

 

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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