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Pesquisa comprova relação entre esporte e melhora no aprendizado em MT

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Marcos Lopes ALMT

Allan Kardec Benitez

Allan Kardec Benitez

Uma pesquisa inédita realizada pelo Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Esporte e Exercício Físico (CIPEEF), da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), confirmou o que já vínhamos falando de forma empírica: escolas que incentivam o esporte têm melhor desempenho no processo de aprendizagem.

 

A pesquisa vem sendo realizada junto às escolas que participam dos Jogos Escolares da Juventude, realizados com apoio do Governo do Estado. Mostra que as escolas que incentivam a prática esportiva regular nesse tipo de campeonato têm melhor desempenho do que as outras escolas públicas de Mato Grosso e do país em geral no caso do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

 

Como profissional de Educação Física e apaixonado pela prática esportiva, sempre defendi essa tese. E fico muito animado com esse tipo de estudo porque reforça o que vínhamos falando como professor da rede estadual, vereador, deputado ou secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, ou seja, há uma relação indissociável entre esporte e saúde, e o processo educacional e desempenho das funções cognitivas.

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O Ideb das escolas de ensino fundamental participantes dos Jogos Escolares em 2016 foi de 4,77 – enquanto a média estadual era de 4,6 e a nacional, de 4,5. Já nas escolas de ensino médio participantes da competição a média foi de 4,33 –  também superior às pontuações do Estado e do país, que foram de 3,2 e 3,7, respectivamente.

A pesquisa tem como título: “A experiência e percurso da formação esportiva dos jovens atletas do Estado de Mato Grosso” e é desenvolvida desde 2016. Tem apoio da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Ministério da Cidadania via Secretaria Especial do Esporte e da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT).

O projeto conta com 15 pesquisadores, dentre graduandos, mestrandos e doutorandos de diferentes especialidades da educação física, como antropometria, fisiologia do exercício e pedagogia do esporte e de outras áreas do conhecimento. É coordenado pelo professor Riller Silva Reverdito e levará em consideração dados do prazo de 5 anos. Em quatro anos, já foram feitas mil avaliações, incluídas coleta de dados físicos e entrevistas com estudantes, professores e árbitros.

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Os dados já nos mostram que a prática esportiva deve ser oportunizada ao maior número de pessoas, uma vez que pode facilitar a aprendizagem e melhorar a saúde física e mental. O esporte deve ser visto pelo poder público e toda a sociedade não apenas como ferramenta de lazer e sociabilização, mas também instrumento pedagógico que potencializa as competências técnicas, sociais e comunicativas. 

 

Allan Kardec Benitez é profissional de Educação Física, Delegado do CREF 17, professor da rede estadual de Educação, Especialista em Gestão Educacional, Mestre em Estudos de Cultura Contemporânea, Doutorando em ECCO/UFMT, membro do Instituto Histórico e Geográfico (IHGMT) e deputado Estadual.

 

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O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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