Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

prestatencao

Do luto à luta

Publicados

em


Da Assessoria

francisney Liberato

Francisney Liberato

Em uma madrugada, como outra qualquer, alguns adolescentes dormiam nos seus leitos, tranquilamente, quando algo estranho aconteceu e de maneira abrupta. O fogo adentrou ao dormitório, atingindo os que estavam no local.

 

O fato é real e aconteceu no “Ninho do Urubu”, sede do Flamengo, no início de 2019. O ocorrido deixou muita dor para os familiares, para o clube, e para o país como um todo.

 

O desastre ceifou a vida de 10 adolescentes que tinham o sonho de ser jogadores de futebol. Sonhos frustrados. Marcas e sequelas que jamais se apagarão. Foi o maior infortúnio do clube nos seus 124 anos de existência.

 

Você, também, já passou por momentos de perdas e desastres? Eu creio que sim, infelizmente. Na minha vida não foi diferente. O Sofrimento, às vezes, dá a impressão de que nunca vai passar.

 

Temos a opção de continuar no luto, ou sair para batalhar e lutar, buscando uma vida melhor. Não podemos nos render aos lutos da vida. O luto deve ser temporário e não permanente. Permanecer no luto, é o mesmo que destruir as chances e possibilidades de um futuro melhor.

Leia mais:  Menopausa: quem disse que namorar tem prazo de validade?

Do luto à luta, foi o slogan criado pela equipe de psicólogos do Flamengo, visando desviar o foco do problema e mudar a perspectiva do fatídico, buscando novos cenários e novos desafios

O Flamengo sofreu as consequências deste evento desastroso, todavia, se organizou e se empenhou a lutar, constantemente, em todas as batalhas do clube, principalmente no futebol.

 

O resultado, ao final de 2019, foi que o clube já deixou um legado avassalador, vencendo várias partidas e títulos brasileiros do sub-17, sub-20 e profissional. Ganhou os títulos do Carioca e da Libertadores do time profissional, além de ultrapassar vários recordes no futebol brasileiro. A categoria de base do time também venceu muitos títulos.

 

Isso serve de lição para mim e para você, pois a dor e o luto podem ocorrer, contudo, jamais deveremos nos curvar a esses momentos. Precisamos recomeçar, lutar e avançar, a fim de obtermos o máximo de sucesso em todas as áreas da vida, como aconteceu com o time mais popular do Brasil.

 

Temos que crer na promessa descrita em Salmos 30:5 “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”. Eu me agarro nessa promessa em todos os momentos da minha vida, pois sei que logo o sol voltará a brilhar para todos. Temos que pensar que tudo passa, e a oportunidade do presente deve ser vivida com alegria e da melhor forma possível.

Leia mais:  A construção civil precisa parar de normalizar atrasos

 

Do luto à luta. A noite escura e tenebrosa, certamente acabará, assim que a luta entrar em campo. Em nossas vidas, semelhantemente ao que aconteceu com o Flamengo, que apesar do desastre, não desanimou dos seus sonhos e por isso teve muitas conquistas e vitórias. Portando, jamais desista dos seus sonhos!

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Secretário de Controle Externo, Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias” e “Como falar em público com eficiência”.

 

Propaganda

artigos

O dever da Religião

Publicados

em

Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

Leia mais:  Educação Especial Inclusiva: não feche os olhos, apresente-se

Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

Leia mais:  Menopausa: quem disse que namorar tem prazo de validade?

 

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana