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Quem é você?

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francisney Liberato

Francisney Liberato

Quem é você? Quais são as suas lutas? Tens fracassado? Tens buscado o crescimento constante na sua vida? O que tens vivido atualmente? Essas são perguntas, aparentemente, simples e de fácil resposta, mas que trazem à tona, um balanço sobre as mudanças que sofremos ao longo do tempo, e que tem reflexos no nosso comportamento.

 

Desde o nascimento, até os dias atuais, você se definiria como alguém que é alegre, feliz e brincalhão? Será que a pessoa que você era no passado continua sendo a mesma do presente? Talvez, você tenha sido alguém muito alegre e descontraído, e que, atualmente, já não mais revela ser a mesma pessoa, pois se tornou alguém sério e carrancudo.

 

A cabeça de menino ainda continua processando e conduzindo a sua vida nos dias atuais? A Bíblia é contrária a este pensamento, quando relata em 1 Coríntios 13:11: “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino”.

 

Quem é você? O fato é: dificilmente continuaremos ser a mesma pessoa do passado, a não ser que tenhamos estacionado na vida, e evitado nos desenvolvermos enquanto indivíduos! Quanto mais o tempo passa, maiores são as responsabilidades, e quanto maiores são as responsabilidades, haverá uma nova postura a se apoderar.

Devemos mudar. Não podemos jamais deixar de mudar e crescer, mas, infelizmente, se compararmos o passado com o presente, alguns irão se decepcionar, pois o passado, se revelará melhor do que é hoje. Para essas pessoas, a minha triste análise é que, infelizmente, tal postura revela que neste caso, não houve desenvolvimento e evolução

Entretanto, se esse balanço trouxe mais resultados negativos do que positivos, jamais devemos desanimar, pois é necessário usar o presente, constantemente, para recalcular a rota da vida, esquecendo do passado, esquecendo das mudanças ruins que houveram. Nesse sentido, mais uma vez a Bíblia, em Filipenses 3:13-14, é perfeita ao dizer que devemos: “Esquecendo-me das coisas que fiaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”.

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Por que ocorrem as mudanças? Não se trata de uma matemática perfeita e acabada, pois cada ser humano possui uma realidade. Mas, dentro de várias possibilidades, chamo a atenção para uma possível situação, que pode desencadear mudanças na vida de todos. Sabe qual é?

 

São os momentos de lutas que nos definem. São nas lutas que moldamos o nosso caráter para melhor ou não. São nas dificuldades que há o verdadeiro divisor de águas do nosso caráter. Não sei quais são as suas lutas e o que tens enfrentado em sua vida, talvez você perdeu a motivação, ou quem sabe se deixou contaminar pelas notícias negativas deste mundo, ou, você tenha sido um sonhador, que ansiava em mudar o mundo, e hoje, dentro de você, existe apenas alguém triste e fracassado, que pensa em desistir da vida.

 

Quais são as suas lutas? Saiba que você está sendo moldado por elas. Se você se tornou mais forte com as suas lutas, isso é muito bom, e continue agindo dessa maneira, ou seja, crescendo e se desenvolvendo, apesar das dificuldades da vida. Todavia, se as lutas te derrubaram e você já não mais encontra forças para guerrear novas batalhas, ainda assim há esperança para você. Volte ao passado e rememore todas as batalhas que você um dia venceu, contabilize todas as suas vitórias, comente todos os seus feitos do passado, entretanto, não fique preso a ele.

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Eu não sei quem você é, nem sei da sua história e das suas lutas, mas de uma perspectiva eu sei, você pode ser melhor, se quiser, pode ressignificar e transformar a sua vida, pois o combustível para isso já foi dito no passado, e ainda hoje, pode ser aplicado para você e para mim, nas nossas lutas (Filipenses 4:13): “Tudo posso naquele que me fortalece”.

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias” e “Como falar em público com eficiência”.

 

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artigos

O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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