prestatencao
Tampe os ouvidos
Da Assessoria
Francisney Liberato
Você já ouviu a estória dos 3 sapinhos? Pois bem, era uma vez, um grupo de sapinhos que, resolveram organizar uma competição na comunidade. O objetivo era alcançar o topo do morro de São Jerônimo, na cidade de Chapada dos Guimarães.
Os organizadores empenharam-se na divulgação do evento, inclusive, patrocinando-o por meio do Instagram, para atrair ao máximo, os sapos da região.
Ao vencedor, seria entregue a mão da princesa Sapinha, além de uma semana no Resort do Malai, na região do Manso – MT.
As inscrições “bombaram” e o sucesso foi tamanho, que os organizadores receberam quase 40 mil inscritos, um público bem maior ao da corrida de São Silvestre, em São Paulo.
No dia do evento, uma multidão aglomerou-se em torno do percurso e da montanha, para assistir à corrida, e torcer para os seus favoritos na competição.
Quando foi dada a largada, a multidão começou a perceber que aquele desafio era, realmente, muito alto para que, os pobres sapos conquistassem a vitória, e em poucos minutos de prova, parecia que ninguém, realmente, acreditava que os sapinhos, tão pequenos, pudessem conseguir chegar até a reta final.
O que era para ser uma torcida animada, torou-se em uma multidão descrente a qual vociferava e caçoava sobre a “impossibilidade” dos sapos alcançarem ao topo daquela íngreme montanha.
As vozes e comentários dos torcedores começaram a contaminar aqueles sapos atletas, que no começam corriam alegres e confiantes. Os sapinhos começaram a perder o fôlego, o ânimo e a disposição. Um a um, foram desistindo e, restavam poucos que, ainda continuavam a subir, ao passo, em que a multidão gritava: “é muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!”.
Mesmo os treinadores e coaches incentivando seus atletas, a fim de que mantivessem o foco e não desistissem, ainda assim, todos os sapinhos cansaram e desistiram, com a exceção de um único sapo.
Era incrível, pois aquele sapinho solitário, parecia que não se importava com a multidão, que só resmungava e reclamava dos corredores. E continuou firme, rumo a realização do seu sonho. O sapinho solitário não desistia!
No final do percurso, eis que apenas um sapo chegou! Sim! Aquele sapinho solitário foi o vencedor, e ganhou os seus prêmios com honra e estilo. Realmente ele era um bravo sapo, forte e corajoso, dizia a plateia que, mesmo esbravejando, foi forçada a reconhecer o esforço e a vitória do humilde e persistente sapo.
Naturalmente, a Globo foi entrevistar o sapinho vencedor, pois todos os demais estavam ansiosos para descobrir o segredo do seu sucesso na prova.
A multidão voltava a ser feliz e animada. Todos estavam em volta dele. Então, o repórter da TV, perguntou ao sapinho: “Como você conseguiu vencer a prova? Que força foi essa Sr. Sapo da Silva?”.
O sapo, sorrindo para o repórter e para a multidão, parecia não entender o que estava acontecendo. O repórter novamente voltou a fazer a pergunta, e o sapo vencedor não respondeu. Pela terceira vez, ele reformulou a pergunta, e mais uma vez, o Sr. Sapo não deu nenhuma resposta.
Após a tentativa de diálogo, tanto a multidão como o interlocutor, constataram que, na verdade, aquele ilustre sapo, forte e vitorioso, era surdo.
Moral da história: Não dê ouvidos ao que os outros pensam sobre seus sonhos e sobre você. Muitas vezes, travestidos de boas intenções, sorrateiros e sorridentes, guardam em si tendências negativas e pessimistas a seu respeito. Essas pessoas, além de furtarem o seu sono e a sua paz, o desestimula a persistir no caminho que deseja.
Seja surdo para a hipocrisia, para a desesperança, para os fracassos, para a falta de crença, para o pessimismo, e para aqueles que gostariam de ter a sua coragem de fazer e não fazem. E acima de tudo, seja surdo quando as pessoas disserem que você não é capaz de realizar os seus sonhos, pois isso só demonstra o real desejo daqueles que gostariam de estar no seu lugar!
Jamais desista dos seus sonhos, custe o que custar. Assim como o sapinho vencedor, procure não se importar com o que dizem os malfeitores, pois só assim, você será uma pessoa mais leve, mais feliz e enfim, vencedora!
Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.
artigos
O dever da Religião
Por Paiva Netto
Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.
Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,
mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.
Parceria Céu e Terra
Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.
Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com
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