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Kartcross Cadete estreia em Tapurah com primeira disputa nacional em Mato Grosso

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Foto: Victor Lara

O sábado de estreia do Kartcross Cadete em Tapurah (MT), foi marcado por evolução de ritmo, equilíbrio e disputas acirradas entre os jovens pilotos. A competição entra para a história da categoria ao realizar, pela primeira vez, uma disputa de nível nacional no Mato Grosso, estado onde o Cadetecross foi criado e desenvolvido. O momento reúne pilotos de diferentes regiões do país e marca uma nova fase para uma categoria voltada à formação de jovens talentos do automobilismo.

Os primeiros treinos já mostraram que a disputa seria equilibrada. Arthur Synthes foi o mais rápido no primeiro exercício, enquanto Erick Synthes assumiu a liderança no segundo, demonstrando evolução de ritmo ao longo da preparação. No classificatório, Erick confirmou o bom desempenho e conquistou a pole position da categoria Cadete Júnior, com o tempo de 1min00s632.

Entre os pilotos da categoria Cadete, Vincenzo Willms garantiu a primeira posição, registrando 1min01s559. A tomada de tempo reuniu os competidores das duas categorias em uma única sessão, com classificações distintas. A Cadete é destinada a pilotos de 10 a 12 anos, enquanto a Cadete Júnior reúne crianças de 6 a 9 anos.

Erick transforma pole em vitória

Na primeira disputa oficial do fim de semana, Erick Synthes confirmou o desempenho apresentado nos treinos e transformou a pole position em vitória no primeiro estágio da Prova 1. O piloto completou as 11 voltas em 11min12s101 e também registrou a melhor volta da corrida, com 58s959.

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A segunda colocação geral ficou com João Miguel Silva, vencedor entre os pilotos da categoria Cadete. Ele terminou apenas 2s690 atrás do líder, mostrando o equilíbrio do grid. Bento Elger terminou em terceiro lugar geral e foi o segundo colocado na Cadete Júnior. Entre os pilotos da categoria Cadete, Vincenzo Willms completou o grupo dos destaques, terminando na segunda posição.

Três meninas representam a força feminina

O grid de Tapurah também conta com a presença de três jovens pilotos, reforçando o espaço que as meninas vêm conquistando nas categorias de formação do automobilismo. Representando o Mato Grosso, estão Stela Jacobowski e Manuela Michelon. A Bahia também está representada por Melissa Willms.

A participação das três pilotos amplia a representatividade do grid e reforça o papel do Cadetecross na formação de novos competidores desde os primeiros passos no automobilismo.

Do Mato Grosso para o Brasil

Criado e desenvolvido no Mato Grosso, o Kartcross Cadete vem ampliando seu alcance e reunindo jovens interessados pela velocidade na terra. A realização da primeira disputa nacional no estado de origem da categoria representa um capítulo importante dessa trajetória e coloca Tapurah no centro de uma competição que reúne pilotos de diferentes regiões.

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Para os competidores mato-grossenses, a etapa também proporciona a oportunidade de disputar em casa contra representantes de outros estados. Para todos os pilotos, o fim de semana representa uma experiência competitiva importante na formação de suas trajetórias no automobilismo.

Grid invertido promete novas disputas

O resultado do primeiro estágio deixa a competição aberta para a sequência do fim de semana. No segundo estágio da Prova 1, os quatro primeiros colocados da disputa inicial terão suas posições invertidas no grid de largada, criando novas condições para os pilotos e aumentando a possibilidade de mudanças na classificação. Com diferenças pequenas entre os competidores, estratégia, ritmo e capacidade de recuperação serão fundamentais na sequência da competição.

Em Tapurah, o Cadetecross escreve um novo capítulo de sua história justamente no estado onde nasceu, reunindo jovens pilotos que começam a construir, na terra, suas próprias histórias no automobilismo brasileiro.

O evento é uma realização da ANVT (Associação Nacional de Velocidade na Terra), com supervisão da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), apoio da Prefeitura de Tapurah e do clube Tapurah Esporte Motor, e conta com o patrocínio master da UPL, Inpasa, John Deere, e patrocínio platinum da NPP by UPL, FG Empreendimentos, Petronas, SpeedMax Pneus, Carvalima Transporte, Four Group e Cool-Gard™️II.

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Brasil domina as finais do Pan-Americano de Beach Tennis em Cuiabá

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O Brasil domina as finais do Pan-Americano na chave profissional masculina e feminina, que acontecem neste domingo na quadra central do CT Pantanal, no estacionamento do Shopping Pantanal, em Cuiabá (MT). Esta é a primeira vez que Mato Grosso recebe a competição do continente, que está em sua 13ª edição.

Entre as mulheres, as líderes do ranking mundial, a paranaense Vitória Marchezini e a paulista Sophia Chow derrotaram a dupla da Argentina formada por Carla Sangermano e Catalina Fontiveros por 6/0 6/4. O jogo vinha tranquilo até o 6/0 2/0, quando as argentinas conseguiram equilibrar as ações, contando com o apoio de sua torcida. “O jogo estava super controlado, as meninas fizeram dois games jogando super bem. Depois trocou a bola, o jogo espirrou muito, complicou mais e acabou virando uma ‘confusão’ ali, e foi muito bom vencer no segundo set, fechar no meu saque. Elas jogaram super bem o segundo set e estou feliz por poder conseguir finalizar a partida”, disse Marchezini. Chow comentou sobre o apoio da torcida no duelo entre brasileiros e argentinos no fim do encontro: “Aproveitamos a energia da galera, que nos puxa e sempre ajuda — a torcida do Brasil”.

A dupla enfrenta as atuais campeãs, Júlia Nogueira e Marcela Vita, que viraram o jogo contra as brasileiras Ana Preisner e Maria Peracini por 4/6 6/1 11/9. “Começamos bem o primeiro set, estava ali, quebra e quebra. Tinha um Brasil x Argentina aqui do lado, com muita torcida, e acabei me desconcentrando — essas coisas acontecem. Mas foi um pouco mais complicado por conta da barulheira da torcida da Argentina. Quando acabou o primeiro set, sentei, consegui me concentrar, falei que era 0 a 0, liguei o modo Júlia Nogueira, que umas amigas me chamam (risos). Fizemos um ótimo segundo set e, no super tie-break, fomos muito bem, ficamos bem na estratégia. Acabamos cometendo alguns erros, elas jogaram bem alguns pontos importantes, revertemos e saímos com a vitória”, disse Nogueira.

A final feminina começa a partir das 15h30.

No masculino, a final será não antes das 16h30, entre a dupla com dois top 5 do mundo, Daniel Mola e Giovanni Cariani, que vão buscar o bicampeonato. Eles derrotaram os venezuelanos Eduardo Garay e Carlos Jesus por 2 sets a 0, com um duplo 6/3, e vão buscar a medalha de ouro contra o gaúcho Felipe Loch e o novato em Pan-Americanos, Leonardo Branco, que passaram pelos jovens brasileiros Henrique Medeiros e Davi Ballerini por 6/1 7/5.

“Jogo muito difícil. Enfrentar o Brasil em um Pan-Americano é muito chato, pois estamos toda hora juntos, unidos, além da bandeira. Parabenizo eles pela campanha. Em alguns momentos deixamos escapar, mas muito mérito dos adversários, que fizeram saques incríveis, bolas intensas, espertas, rápidas, e dificultaram ao máximo. Vamos descansar ao máximo, que amanhã tem final”, disse Branco.

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“Nunca queremos enfrentar o Brasil em um Pan-Americano, mas como é no Brasil, com três duplas, se todos vencerem, obrigatoriamente duas duplas vão se enfrentar em uma semi — e agora teremos de novo. Mas, na semi, foi um jogo duro, e tivemos outro jogo duro nas quartas, contra a Venezuela, onde confirmamos o favoritismo e tivemos uma sensação de dever cumprido para o nosso país, deixar o Brasil feliz. Agora queremos ganhar essa final, queremos ser campeões”, seguiu Loch, que havia perdido para a dupla venezuelana de Ramon Guedez e Carlos Vigon no ano passado, quando atuou ao lado de André Baran.

Daniel Mola celebrou a vaga na final: “É sempre especial vestir essa camisa. Do lado do socinho fica mais fácil. Vai ser um grande jogo. O Léo é um grande amigo meu, foi meu parceiro, tá na final, teve a chance dele e mostrou por que merece estar aqui. O Loch está voando, não tem nem o que falar, são dois grandes jogadores”. Cariani completou: “O título é do Brasil, e isso é muito importante. Os objetivos nas categorias de gênero foram concluídos, e daremos o nosso máximo para sair com esse título, pois os socinhos querem muito isso. Estaremos com muita garra e esperamos proporcionar um jogo maravilhoso para o pessoal poder acompanhar”.

O domingo também terá as decisões de duplas mistas. As semifinais acontecem no final da tarde, com a presença de Sophia Chow e Felipe Loch, Giovanni Cariani com Vitória Marchezini, e Júlia Nogueira e Daniel Mola jogando por vaga na final, e depois pela medalha de ouro no período da noite.

Chow e Loch marcaram 6/3 6/0 sobre os venezuelanos Valentina Negrillo e Carlos Vigon, enquanto Cariani e Marchezini fizeram um duplo 6/0 sobre a dupla de Porto Rico formada por Samaris Negron e Fernando Ramirez. Daniel Mola e Nogueira marcaram 6/2 6/1 contra os jogadores de Aruba Hailey Arendsz e Xennon Ho.

Finais a partir das 9h neste domingo, com juvenis — cuiabano João Godoy como destaque

O domingo também encerra o Pan-Americano com todas as finais juvenis Sub 18, 16, 14 e 12, com forte presença brasileira, destaque para o local João Godoy, com o campineiro Giovani Nomelini. Eles enfrentam Vinicius Schurtz e Augusto Neto não antes das 9h30, na quadra central, que terá programação aberta às 9h com a decisão feminina Sub 14 entre as brasileiras Marcela Leme e Maria Nunes, que encaram a dupla venezuelana formada por Amanda Franco e Loisanna Monzon.

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O Brasil está na final masculina do Sub 12, com Flavio Brasileiro/Miguel Lourenço contra Bernardo Birle/João Serrano; no Sub 12 feminino, com Maria Gonçalves Barroso/Maria Cecilia Cordeiro contra Thais Calçada/Carolina Marcon; Caio Fernandes/Lucas Mendonça contra Daniel Bunn/Mateus Petita, na Sub 14 masculina; na Sub 16, com Edgard Calixtro/Gabriel Leite Silva contra Tiago Busato/Luca Sodero; na Sub 16 feminina, com Manuela Coelho/Sophia Nunes contra Giovanna Batista/Antonella Pazzotti. Na Sub 18 feminina, o Brasil briga pelo troféu com mais duas duplas nacionais: Valentina Mendes Silva/Kauany Oliveira contra Laura Amorim/Anna Clara Merola.

Confira os resultados deste sábado no profissional, em duplas masculina e feminina:

Feminino

Semifinal Vitória Marchezini/Sophia Chow (BRA) 2×0 Carla Sangermano/Catalina Fontiveros (ARG) — 6/0 6/4 Júlia Nogueira/Marcela Vita (BRA) 2×1 Ana Preisner/Maria Peracini (BRA) — 4/6 6/1 11/9

Quartas de final Vitória Marchezini/Sophia Chow (BRA) 2×0 Josefa Valdivia/Julieta Rios (CHI) — 6/0 6/0 Carla Sangermano/Catalina Fontiveros (ARG) 2×0 Valentina Negrillo/Yara Naffah (VEN) — 6/4 6/4 Júlia Nogueira/Marcela Vita (BRA) 2×0 Andrea Colavita/Maria Ceballos (VEN) — 6/0 6/3 Ana Preisner/Maria Peracini (BRA) 2×0 Fernanda Venegas/Javiera Veloso (CHI) — 6/2 6/3

Masculino

Semifinais Daniel Mola/Giovanni Cariani (BRA) 2×0 Carlos Jesus/Eduardo Garay (VEN) — 6/3 6/3 Felipe Loch/Leonardo Branco (BRA) 2×0 Davi Ballerini/Henrique Medeiros (BRA) — 6/1 7/5

Quartas de final Daniel Mola/Giovanni Cariani (BRA) 2×0 Facundo Galini/Ivan Olichowski (ARG) — 6/0 6/0 Davi Ballerini/Henrique Medeiros (BRA) 2×0 Sander Castro/Xenon Ho (ARU) — 6/2 6/2 Carlos Jesus/Eduardo Garay (VEN) 2×0 Fernando Ramirez/Paulo Burgos (PUR) — 6/2 6/1 Felipe Loch/Leonardo Branco (BRA) 2×0 Ramon Guedez/Carlos Vigon (VEN) — 6/1 6/2

Ao todo, são 284 atletas na disputa, do Brasil, Estados Unidos, Porto Rico, Equador, Bonaire, Argentina, Bolívia, Colômbia, Aruba, Costa Rica, Chile, Canadá, Venezuela, Uruguai, Paraguai e Peru. O Brasil tem 60 atletas, seguido por Venezuela e Chile, com 40 cada, Porto Rico, com 38, e Aruba, com 28, como destaques.

A transmissão é do canal PlayBT, no YouTube, nas quadras Central, quadra 2 e quadra 13.

O Pan-Americano de Beach Tennis tem a organização da Federação Mato-Grossense de Tênis, em parceria com a World Tennis e a Confederação Brasileira de Tênis. O evento tem o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da SECEL — Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

 

 

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