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POLÍCIA

Três réus são condenados a 33 anos de prisão por homicídio macabro em Sinop

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Três homens foram condenados a 33 anos de reclusão cada um pelo Tribunal do Júri de Sinop, em julgamento realizado na quarta-feira (2.9), pelo assassinato de Daniel Azevedo de Abreu. Os réus foram responsabilizados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

De acordo com as informações do processo, Daniel teria sido sequestrado por integrantes de uma facção criminosa após ser identificado como membro de um grupo rival. A vítima teria sido levada para uma região de mata, onde foi submetida a sessões de tortura. Conforme a acusação, posteriormente, os criminosos retiraram o coração da vítima.

Os réus Bleydison Mairuni Sales Kayabi, conhecido como “Índio”, e Michael Ferreira Linhares Souza, o “Polaquinho”, foram apontados como participantes diretos da execução. Já Daniel de Oliveira Sousa, conhecido pelos apelidos “Mago” e “Megamente”, teria sido o responsável por determinar a realização do crime.

Ao analisar o caso, o Tribunal do Júri reconheceu a participação dos três acusados e aplicou a mesma pena para cada um: 33 anos de prisão. A condenação inclui os crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

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Os réus permanecem presos e deverão iniciar o cumprimento das penas, conforme determinação judicial.

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POLÍCIA

Polícia mira dentista suspeito divulgar imagens íntimas de mulher em grupos de WhatsApp

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (3.9), a Operação Inviolável, que investiga um dentista de 41 anos suspeito de registrar e compartilhar imagens íntimas de uma mulher de 46 anos sem o consentimento dela. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado, em Sinop.

As ordens judiciais foram executadas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Lucas do Rio Verde, em uma residência e em um consultório odontológico relacionados ao suspeito.

Segundo a delegada Paula Moreira, a investigação começou depois que a vítima descobriu que imagens em que aparecia nua haviam sido feitas sem autorização e divulgadas em grupos de WhatsApp. Pessoas que tiveram acesso ao conteúdo comunicaram o caso à mulher, que procurou a delegacia e formalizou a denúncia.

A vítima relatou que manteve um breve relacionamento com o dentista no ano passado. Conforme a investigação, durante o período de convivência, ele teria aproveitado momentos de intimidade para fazer os registros sem que ela soubesse.

Durante as buscas, os policiais apreenderam o telefone celular do investigado. O aparelho será submetido a perícia para verificar a existência das imagens e identificar eventuais compartilhamentos do material.

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Armas regularizadas

Na residência do dentista, foram encontradas duas pistolas e uma arma calibre 12. O armamento não foi apreendido porque o investigado possui registro como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), e, segundo a Polícia Civil, as armas estavam regularizadas. Por esse motivo, também não houve prisão em flagrante.

Após a conclusão das diligências e eventual indiciamento, a Polícia Federal deverá ser comunicada para avaliar o recolhimento das armas e a situação do registro do investigado como CAC.

A Polícia Civil aguarda o resultado das perícias e dará continuidade às diligências antes de concluir o inquérito. O caso é investigado como registro e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento.

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