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POLÍTICA MT

Mauro Mendes lidera corrida ao Senado com 46%; Janaina Riva aparece em segundo, veja pesquisa

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O ex-governador Mauro Mendes (União) desponta como favorito na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal por Mato Grosso, segundo levantamento do Instituto MT Dados divulgado nesta segunda-feira (27). Considerando a soma do primeiro e do segundo votos, ele registra 46% das intenções, seguido pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), com 29%.

A pesquisa traz ainda o deputado federal José Medeiros (PL) com 20%; o ex-governador Pedro Taques (PSB) e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), ambos com 15%; o senador Jayme Campos (União), com 14%; o ex-presidente da Aprosoja Brasil Antônio Galvan, com 7%; e o advogado Diogo Botelho, com 2%.

Votos nulos e brancos somam 7%, enquanto 45% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou se declararam indecisos — um contingente expressivo que ainda pode mudar o cenário eleitoral.

Pré-candidato Intenções de voto Rejeição (maio) Rejeição (julho) Variação
Mauro Mendes (União) 46% 6% 12% +6 p.p.
Janaina Riva (MDB) 29% 8% 16% +8 p.p.
José Medeiros (PL) 20% 14% 13% -1 p.p.
Pedro Taques (PSB) 15% 15% 22% +7 p.p.
Carlos Fávaro (PSD) 15% 14% 18% +4 p.p.
Jayme Campos (União) 14%
Antônio Galvan 7% 6% 11% +5 p.p.
Diogo Botelho 2%
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Rejeição

O levantamento também aferiu a rejeição dos pré-candidatos. Pedro Taques é o nome com maior rejeição entre os entrevistados, saltando de 15% em maio para 22% em julho — alta de sete pontos percentuais.

Carlos Fávaro aparece na sequência, com rejeição passando de 14% para 18% (+4 pontos). Janaina Riva foi quem mais cresceu nesse quesito: a rejeição dobrou no período, subindo de 8% para 16% (+8 pontos).

José Medeiros foi o único pré-candidato que registrou queda na rejeição, recuando de 14% para 13%. Já Mauro Mendes passou de 6% para 12% (+6 pontos), e Antônio Galvan foi de 6% para 11% (+5 pontos).

O percentual de entrevistados que não souberam responder sobre rejeição também cresceu, passando de 21% para 34%.

Metodologia

A pesquisa quantitativa do tipo survey utilizou metodologia híbrida, combinando 2.800 entrevistas presenciais e domiciliares em 45 municípios com recrutamento aleatório via internet, abrangendo eleitores de 119 municípios. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 21 de julho de 2026, contemplando as sete regiões de Mato Grosso.

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Registrada no TSE sob o número MT-04879/2026, a pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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POLÍTICA MT

Justiça extingue processo contra Fávaro, desmascara farsa e condena autora a pagar custos da defesa

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Senador Carlos Fávaro

A Justiça de Mato Grosso desmascarou a farsa e extinguiu o processo movido contra o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) por supostas irregularidades trabalhistas em uma pesquisa de opinião, comprovando que o parlamentar foi vítima de uma falsa acusação. Em decisão proferida pela 4ª Vara Cível de Cuiabá nesta terça (28/7), a juíza Ana Cristina Silva Mendes reconheceu a total ausência de ligação de Fávaro com o caso e determinou a exclusão imediata do seu nome da ação.

Além de retirar o senador do processo, a magistrada impôs uma derrota à autora da ação infundada. Ela foi condenada a pagar os honorários advocatícios da defesa de Fávaro, fixados em 10% sobre o valor da causa (que era de R$ 65.640,00). A decisão judicial deixa claro que acusações irresponsáveis, feitas sem provas para atingir a honra de figuras públicas, têm consequências na Justiça.

Nas últimas semanas, o processo foi usado como munição para uma campanha de difamação contra o senador. Adversários políticos e alguns veículos de imprensa tentaram associar o nome de Fávaro a condições precárias de trabalho de pesquisadores de campo. No entanto, a análise das provas pela Justiça foi categórica ao afirmar que não existe nenhum contrato, nota fiscal ou sequer mensagens que liguem o senador à contratação da equipe.

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“O nome de Carlos Henrique Baqueta Fávaro não figura em nenhuma cláusula do referido instrumento contratual. A pessoa física do parlamentar é completamente estranha à avença”, destacou a juíza na sentença. Os documentos provaram de forma robusta que a contratação ocorreu exclusivamente entre a empresa Rumo Serviços Publicitários e o diretório estadual do PSD.

A exclusão de Fávaro do processo e a condenação da autora ao pagamento dos custos da defesa reforçam que o parlamentar foi alvo de uma manobra orquestrada para desgastar sua imagem em pleno ano eleitoral. Com a decisão, a verdade é restabelecida, a tentativa de manipulação política cai por terra e fica provado que o senador não teve qualquer responsabilidade sobre os fatos narrados.

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