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POLÍTICA MT

Assembleia Legislativa entra em recesso administrativo entre os dias 24 e 31 de julho

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) entrará em recesso administrativo entre os dias 24 e 31 de julho. Nesse período, as atividades administrativas da Casa serão suspensas e serão retomadas no dia 3 de agosto.

Durante o recesso, os serviços considerados essenciais permanecerão em funcionamento por meio de escalas de plantão. As secretarias e superintendências organizaram as equipes necessárias para garantir a continuidade dos atendimentos indispensáveis ao funcionamento da Assembleia Legislativa.

No Espaço Cidadania, será mantido apenas o atendimento para retirada de documentos de identidade já prontos. O serviço funcionará entre os dias 24 e 31 de julho, das 8h às 14h.

Os demais serviços oferecidos à população ficarão temporariamente suspensos, entre eles a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e os atendimentos da Defensoria Pública, do Procon, do Detran, da Receita Federal, por meio do Ponto de Atendimento Virtual, e da Ouvidoria.

Os atendimentos regulares do Espaço Cidadania serão retomados no dia 3 de agosto, juntamente com as atividades administrativas da Assembleia Legislativa.

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Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Antero lança abaixo-assinado para tornar agressores de mulheres inelegíveis em Mato Grosso

“Política não precisa de quem bate em mulher” diz Antero ao lançar abaixo-assinado

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Jornalista e pré-candidato a deputado federal Antero Paes de Barros

A violência contra a mulher em Mato Grosso atinge patamares alarmantes, com um aumento significativo nos casos de feminicídio. Diante dessa realidade, o jornalista e pré-candidato a deputado federal Antero Paes de Barros lançou um abaixo-assinado com o objetivo de tornar inelegíveis indivíduos que cometam violência contra a mulher.

No primeiro semestre de 2025, o estado registrou 27 feminicídios, um crescimento de 42% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A proposta de Antero sugere que a inelegibilidade possa ser aplicada a partir da apresentação de boletim de ocorrência e exame de corpo de delito, mesmo que haja absolvição posterior na Justiça.

Antero enfatiza que “a política não precisa de quem bate em mulher”, buscando mobilizar a população para pressionar por mudanças na legislação eleitoral e impedir que agressores ocupem cargos públicos.

Os dados sobre violência contra mulheres revelam um cenário de controle e letalidade, onde 78% dos crimes ocorrem dentro das residências e 71% das vítimas são mortas por parceiros íntimos ou ex-parceiros, conforme dados da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso e do Observatório Caliandra do Ministério Público do Estado.

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A maioria dessas mulheres (93%) não possuía medida protetiva e 85% não havia registrado denúncias anteriores contra o agressor, evidenciando a necessidade urgente de fortalecer as redes de proteção.

“A sociedade mato-grossense tem a oportunidade de transformar a indignação em ação concreta assinando o abaixo-assinado e fazendo parte dessa mudança, contribuindo para que a política reflita o compromisso com a segurança e a dignidade das mulheres”, concluiu.

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