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POLÍCIA

Polícia Civil prende jovem investigado por furto em estabelecimento comercial de Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, em Cuiabá, nesta quinta-feira (16.7), um mandado de prisão preventiva contra um jovem de 22 anos, investigado por furto a um estabelecimento comercial. A prisão foi efetuada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) da Capital.

O crime ocorreu na madrugada do dia 3 de junho, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

Conforme as investigações, o suspeito arrombou a porta principal do estabelecimento, entrou no local e furtou R$ 553 do caixa, além de uma lata de refrigerante. Em seguida, fugiu.

Durante as diligências, os policiais da Derf analisaram imagens do sistema de monitoramento do estabelecimento, que registraram toda a ação criminosa. As gravações permitiram identificar o investigado por meio de suas características físicas e tatuagens visíveis no rosto e nas mãos.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi cumprida nesta quinta-feira.

O investigado também possui antecedentes por crimes patrimoniais, com registros de furto e roubo.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Mulher acusada de matar a própria filha é encontrada morta na cela

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Uma mulher de 27 anos que havia confessado o assassinato da própria filha, uma menina de 1 ano e 8 meses, foi encontrada morta na cela da Delegacia da Polícia Civil de Juara, município localizado a 690 km de Cuiabá. O óbito foi registrado na sexta-feira (17) e também será apurado em inquérito próprio instaurado pela corporação.

A suspeita havia revelado às autoridades, dias antes, que matou a criança há aproximadamente dois anos e indicou o local onde os restos mortais estariam enterrados. O caso teve início quando o pai da menina procurou a Justiça para solicitar a regulamentação de visitas e o pagamento de pensão alimentícia. Como a criança estava desaparecida havia cerca de dois anos, a Polícia Civil iniciou diligências que culminaram na confissão.

Em um primeiro depoimento, a mulher afirmou que havia entregue a criança, em janeiro de 2024, a uma pessoa desconhecida que moraria em Campinas (SP). Durante as investigações, no entanto, os policiais identificaram contradições no relato. Convocada a um novo depoimento, agora acompanhada pelo advogado de defesa, a suspeita mudou a versão e confessou o crime.

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Segundo o depoimento, ela teria asfixiado a filha com um saco plástico e, em seguida, enterrado o corpo em uma cova rasa nos fundos do sítio onde morava com a família em Juara. A própria mulher conduziu os investigadores até o local indicado. Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram escavações na área, mas, até o momento, os restos mortais da criança não foram localizados.

De acordo com a polícia, as características do terreno dificultaram os trabalhos de busca. Ainda assim, a principal linha de investigação considera que a suspeita tenha apontado corretamente o local onde o corpo foi ocultado.

A motivação do crime, conforme apurado, pode estar ligada a um sentimento de vingança ou ressentimento da mulher em relação ao pai da criança, de quem ela estava separada.

Agora, além de esclarecer as circunstâncias da morte da menina, a Polícia Civil também investiga como a suspeita foi encontrada sem vida dentro da cela da delegacia.

*Com informações do G1 MT

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