cultura
CineSesc exibe filmes gratuitos no Arsenal com “Meu Pé de Laranja Lima” e mostra de curtas-metragens
O CineSesc leva sessões de cinema que contemplam muita aventura e diversão. As exibições acontecem no Sesc Arsenal todas as quintas-feiras, às 19h, e domingos, às 18h. A entrada é gratuita e os filmes são de classificação livre.
Na quinta-feira (16), será exibida a emocionante história de Zezé, no filme Meu Pé de Laranja Lima. Zezé é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de seu pai estar desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga, um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo.
No dia 19 (domingo), haverá o Arsenal de Curtas, com a exibição dos filmes: Mopái Pjuta Ãkakje’y – A Roça e os Alimentos Myky e A Menina que Queria Voar.
Mopái Pjuta Ãkakje’y – A Roça e os Alimentos Myky: O curta contempla o conhecimento ancestral único e o cultivo de sementes nativas e da roça comunitária do povo Myky. As mulheres agricultoras transmitem este saber de geração em geração, garantindo a soberania alimentar da aldeia.
A Menina que Queria Voar: Lila é uma menina sonhadora e que adora criar e contar histórias. Ela vive em uma periferia de Salvador. Entre os conselhos e os puxões de orelha de sua mãe e a inquietação de seu irmão, Lila se vê diante da dúvida: o que vai ser quando crescer? Nesse conflito, a garotinha, que sonha em poder voar, se aventura numa fantasia encantadora e desliza pelos céus, como se fosse feita de nuvens e sonhos.
cultura
Fotógrafo mato-grossense representa o Pantanal em mostra dos biomas brasileiros na China
José Medeiros integra exposição realizada em Pequim no Ano Cultural Brasil-China 2026 representando o Pantanal.
O fotógrafo e documentarista José Medeiros representa o Pantanal na mostra fotográfica dedicada aos seis biomas brasileiros apresentada em Pequim, na China, como parte da programação do Festival Brasil – Turismo, Arte e Cultura, realizado no âmbito do Ano Cultural Brasil-China 2026. Suas fotografias constituem a apresentação visual do Pantanal dentro de um conjunto que reúne trabalhos de seis fotógrafos, cada um associado a um dos biomas do país.
A exposição apresenta Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal por meio da fotografia e de outras experiências expositivas, com ênfase nas relações entre paisagens, modos de vida, manifestações culturais e territórios. A proposta curatorial parte da conexão entre os biomas brasileiros e utiliza o fenômeno dos chamados “rios voadores” como fio condutor do percurso.
Além de José Medeiros, que apresenta o Pantanal, participam João Marcos Rosa, com a Amazônia; André Pessoa, com a Caatinga; Zig Koch, com a Mata Atlântica; André Dib, com o Cerrado; e Tadeu Vilani, com o Pampa. A seleção reúne fotógrafos com trajetórias vinculadas à documentação de paisagens, biodiversidade, comunidades e transformações territoriais em diferentes regiões brasileiras.
No caso do Pantanal, a escolha de Medeiros está relacionada a uma trajetória de mais de três décadas de documentação da região. Seu trabalho acompanha tanto as paisagens submetidas aos ciclos de cheia e vazante quanto os modos de vida das populações pantaneiras e as transformações ambientais e sociais ocorridas no território.
A participação insere a fotografia produzida em Mato Grosso em uma ação de apresentação internacional da diversidade ambiental e cultural brasileira. A mostra integra uma programação que apresenta ao público chinês os seis biomas do país e associa fotografia, cultura, biodiversidade e experiências imersivas. Segundo a Embratur, o Festival Brasil ocorre em Pequim entre 2 e 6 de setembro de 2026 e integra a agenda do Ano Cultural Brasil-China.
Para José Medeiros, a presença de seu trabalho na exposição também leva ao exterior uma produção documental construída a partir do próprio território. Em sua obra sobre o Pantanal, a paisagem aparece relacionada às pessoas que vivem na planície, às formas de trabalho, aos ciclos das águas, à cultura e às mudanças que atravessam a região ao longo do tempo.
Sobre José Medeiros
Fotógrafo e documentarista mato-grossense, José Medeiros desenvolve há mais de três décadas uma obra dedicada ao Pantanal. Sua produção reúne fotografia, audiovisual e projetos documentais voltados às paisagens, às comunidades e às transformações sociais e ambientais da região. Na exposição realizada em Pequim, seu trabalho integra a representação brasileira do Pantanal entre os seis biomas apresentados ao público chinês.
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