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POLÍCIA FEDERAL

PF e CGU apuram ilegalidades em benefícios fiscais concedidos a startups

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Manaus/AM – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (10/6), a Operação Cruciatus, visando à repressão atos de malversação na aplicação de investimentos em contrapartida ao usufruto de benefícios fiscais concedidos pela Lei nº 8.387/1991.

Os benefícios são efetivados na modalidade de Fundo de Investimentos em Participação (FIPs), cuja competência para fiscalização é majoritariamente da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA).

As investigações tiveram início a partir de auditorias realizadas pela CGU, que identificaram indícios de desvios e irregularidades na aplicação de recursos que deveriam fomentar atividades econômicas na Amazônia Ocidental (AMOC) e no Amapá, mas estariam sendo direcionados a outras localidades. Além disso, empresas utilizadas para captação de recursos de mercado não possuíam estrutura compatível com os investimentos recebidos. 

São apurados, ainda, possíveis conflitos de interesses entre agentes envolvidos na política de investimento, incluindo aplicações em empresas com sócios em comum com as investidas e gestão realizada por pessoas jurídicas interpostas. Também são investigados indícios de triangulação de investimentos, mecanismo pelo qual os valores retornariam ao próprio aplicador, sem gerar desenvolvimento econômico para a região beneficiária.

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Os recursos que supostamente desviados deveriam ter sido aplicados na região da AMOC/AP, a fim de impulsionar pequenas empresas de base tecnológica da região, viabilizando o desenvolvimento sustentável. A ausência ou má-aplicação de recursos prejudica as políticas de fomento à competitividade econômica da região amazônica e inserção de profissionais dessa região no mercado de inovação.

Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no estado de São Paulo e medida cautelar de bloqueio de aproximadamente R$ 144 milhões dos envolvidos. Os investigados poderão responder por crimes contra o sistema financeiro nacional, ordem tributária e lavagem de capitais.

Denúncias

Quem tiver informações sobre esta operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém o canal Fala.BR para o recebimento de denúncias, as quais podem ser anônimas. Para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.

O cadastro deve seguir, ainda, as seguintes orientações: no campo “Sobre qual assunto você quer falar”, basta marcar a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, coloque o nome da operação e a Unidade da Federação na qual ela foi deflagrada.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
E-mail: [email protected]
Contato: (92) 3655-1563

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF restitui bens sacros à igreja no Rio de Janeiro/RJ

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Rio de Janeiro/RJ. Nesta quarta-feira (10/6) a Polícia Federal restituiu duas ânforas sacras à Igreja da Irmandade da Virgem e Mártir Santa Luzia, localizada no Rio de Janeiro/RJ.

As investigações tiveram início após informações encaminhadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/RJ), indicando a possível localização de bens do patrimônio histórico e cultural da igreja.

Após diligências, os objetos foram localizados e apreendidos para a realização das análises técnicas necessárias.

De acordo com as investigações, as duas ânforas, confeccionadas em madeira entalhada e dourada, apresentam características compatíveis com peças integrantes do conjunto ornamental dos retábulos. A análise pericial permitiu concluir que os bens pertencem ao acervo histórico, artístico e cultural da igreja.

No curso do inquérito policial, a Polícia Federal realizou diligências para localizar os objetos, para formalizar as apreensões e para viabilizar a restituição ao representante da instituição. Após a recuperação dos bens, foi concluída a devolução à entidade de origem.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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