pedra preta
Peão de Mato Grosso morre após acidente em rodeio; veja vídeo
O peão Rafael Silvio Oliveira, de 32 anos, natural de Pedra Preta, a 245 quilômetros de Cuiabá, morreu na noite deste domingo (10) após ser pisoteado por um touro durante o Votu International Rodeo, realizado em Votuporanga (SP).
Segundo informações do evento, ele disputava uma prova por equipes quando caiu na arena e acabou atingido pelo animal. A equipe de resgate prestou os primeiros socorros ainda no local e, em seguida, o competidor foi encaminhado à Santa Casa de Votuporanga em uma UTI móvel. Apesar do atendimento, ele não resistiu aos ferimentos.
A montaria era transmitida pela internet, e as imagens registraram o instante da queda. Logo após o acidente, os socorristas conseguiram conter o touro e iniciar a assistência ao atleta dentro da arena.
Rafael integrava a equipe da ACR e participava de um grupo formado por competidores de 19 companhias, com atletas do Brasil, Estados Unidos, México e Austrália. O rodeio teve início na quinta-feira (7) e terminou justamente no domingo, data da tragédia.
Em nota, a organização do Votu International Rodeo 2026 lamentou a morte do peão e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
“É com profundo pesar que a organização recebeu a notícia da morte do atleta Rafael Silvio Oliveira, da ACR, na noite deste domingo (10), na Santa Casa de Votuporanga. A organização se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de Rafael Silvio neste momento de dor e reafirma que segue prestando toda a assistência necessária aos entes queridos do atleta”, diz o comunicado.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o velório. Nas redes sociais, a esposa de Rafael, Ana Corrêa, informou que o corpo deve chegar a Pedra Preta na noite desta segunda-feira (11).
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Operação “Agroseguro” mira facção que extorquia produtores rurais
Uma ação conjunta do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Militar de Mato Grosso resultou, na manhã desta sexta-feira (27), na deflagração da Operação Agroseguro, visando desarticular uma perigosa facção criminosa que aterrorizava o distrito de Garça Branca, no município de Pedra Preta.
As investigações minuciosas revelaram que o grupo criminoso exercia um domínio implacável sobre a região, impondo o medo e praticando uma série de crimes, incluindo tráfico de drogas, extorsão contra produtores rurais e receptação de bens ilícitos. Os criminosos estabeleciam um esquema de “proteção” forçada, cobrando valores de fazendeiros e proprietários de terras, além de interferir diretamente nas relações de trabalho e intimidar administradores de propriedades rurais.
A região de Garça Branca é estratégica para a economia mato-grossense, sendo um importante polo de produção de sementes e abrigando extensas propriedades que impulsionam a cadeia produtiva agrícola local e estadual, o que a tornava um alvo lucrativo para a organização.
A facção se destacava pela sua estrutura hierárquica bem definida e pela divisão de tarefas entre seus membros. Um método preocupante descoberto foi a infiltração de criminosos como trabalhadores em propriedades rurais, onde agiam como “espiões”, monitorando a movimentação e coletando informações valiosas para as ações do grupo.
Com uma base operacional estabelecida no próprio distrito, a organização utilizava diversos imóveis para armazenar entorpecentes, ocultar bens adquiridos ilicitamente e manter equipamentos de comunicação clandestina. Esses locais também serviam como pontos de encontro para planejamento estratégico, munidos de um sistema de vigilância com “olheiros” cooptados para monitorar a presença policial.
Durante a Operação Agroseguro, 60 policiais militares dos 4º e 11º Comandos Regionais prestaram apoio essencial no cumprimento de 15 mandados judiciais de busca e apreensão. A ação visa enfraquecer e desmantelar completamente a atuação dessa organização criminosa na localidade.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente, composta por integrantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, unindo esforços no combate ao crime organizado.
O Ministério Público de Mato Grosso reforça a importância da colaboração da população e orienta que denúncias sobre a atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima, utilizando os canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 190 (Polícia Militar).
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