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Mato Grosso leva empresários à WTM Latin America para impulsionar turismo

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O Governo de Mato Grosso participa da WTM Latin America 2026, realizada de 14 a 16 de abril, em São Paulo (SP), com foco em negócios e na expansão do mercado internacional. O Estado vai ao evento com uma missão empresarial formada por 10 empresários do setor turístico, em parceria com o Sebrae, além da articulação institucional liderada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). O foco é promover o destino e fechar negócios por meio de rodadas com operadores, agentes de viagem e compradores internacionais.

No estande do evento, a estratégia é vender experiências completas, integrando Pantanal, Cerrado, Amazônia e as praias do Araguaia à cultura, ao artesanato da viola de Cocho de Mestre Alcides à gastronomia local, por meio da culinária pantaneira do chef Marcelo Cotrim. A participação empresarial reforça essa abordagem, conectando diretamente quem vende o destino com quem compra.

A secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda, afirma que a presença na WTM vai além da divulgação e se traduz em resultados diretos para o Estado.

“É uma feira voltada para operadores, onde realmente os negócios acontecem. O crescimento no número de turistas é reflexo de um trabalho que vem sendo construído nestas feiras. Estamos aqui com empresários, apresentando nossa cultura, gastronomia e potencial turístico. É fundamental manter essa presença e potencializar a divulgação”, disse.

No ano passado, o Estado recebeu 1,2 milhão de turistas, alta de 18% em relação ao ano anterior. Desse total, 32 mil foram estrangeiros, crescimento de 17,7%. O avanço acompanha o cenário nacional, já que o Brasil bateu recorde histórico, com cerca de 9,3 milhões de turistas internacionais, segundo a Embratur.

O impacto da promoção do Governo do Estado nas feiras já é percebido pelo setor. O empresário Iziel Pereira da Silva, que atua há mais de 20 anos no turismo, em Chapada dos Guimarães, relata crescimento contínuo da demanda internacional.

“Cada ano esse movimento aumenta. O turista vem pelo Pantanal, especialmente pela observação da onça-pintada, e acaba incluindo outros destinos como Chapada e Nobres. A feira faz muita diferença porque reúne quem vende e quem compra turismo”, afirmou.

Segundo ele, na propriedade dele, a maior concentração de estrangeiros ocorre entre junho e outubro, período de seca no Pantanal, quando a observação de fauna ganha força. Já no início do ano, o fluxo é impulsionado pela pesca esportiva e pelo turismo regional.

A WTM é uma das mais importantes feiras de turismo no Brasil. A edição anterior reuniu quase 30 mil visitantes e mais de 800 marcas expositoras. Neste ano, o evento amplia a participação internacional, com presença forte de países europeus e mercados estratégicos da América Latina, ampliando as oportunidades de negócios.

 

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O que fazer em Cuiabá? Preparação, roteiro de viagem e mais

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Foto: Pexels

Cuiabá combina centro histórico, culinária marcante, acesso facilitado a atrativos naturais e uma rotina urbana influenciada pelo clima quente da capital mato-grossense. Para quem está organizando a viagem, o planejamento faz diferença tanto no conforto quanto no aproveitamento do roteiro.

Em 2026, a cidade ganhou visibilidade adicional no turismo nacional ao aparecer entre os 50 destinos mais procurados e promissores do país em levantamentos divulgados pela imprensa regional com base no IVT 2026.

O movimento dialoga com dados oficiais mais amplos: o IBGE registra 650.877 habitantes em Cuiabá no Censo 2022, o que ajuda a dimensionar o porte urbano da capital, enquanto a Sedec-MT informou, em janeiro de 2026, que Mato Grosso recebeu 22,5 mil visitantes internacionais no ano.

Para quem pretende conhecer a cidade, isso significa um destino com serviços estruturados, papel estratégico na mobilidade regional e conexão com experiências culturais e naturais do estado.

O planejamento da viagem começa pelo clima e pela logística

O primeiro passo do checklist é considerar que Cuiabá exige atenção especial ao calor. Em uma cidade conhecida por temperaturas elevadas em boa parte do ano, a organização de horários, deslocamentos e vestuário influencia diretamente a experiência da viagem.

Na prática, vale priorizar passeios ao ar livre nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. No período central do dia, a tendência é reservar atividades em espaços fechados, pausas para alimentação e visitas culturais com permanência mais confortável.

Esse cuidado não é mero detalhe: pesquisas acadêmicas sobre ondas de calor em Cuiabá apontam que os eventos extremos têm impacto relevante sobre bem-estar e saúde, reforçando a importância de hidratação, roupas leves e proteção solar durante a estadia.

Também convém definir com antecedência a forma de chegada e a circulação interna. Como Cuiabá funciona como porta de entrada para diferentes regiões de Mato Grosso, muitos viajantes combinam a capital com deslocamentos terrestres.

Nesse contexto, a consulta prévia de horários e categorias de poltrona para trajetos de ônibus para Cuiabá pode complementar o planejamento de forma prática, especialmente em viagens que incluem conexões regionais, retorno interestadual ou roteiros com foco em custo-benefício.

O roteiro ideal equilibra patrimônio, gastronomia e tempo de descanso

Uma visita proveitosa a Cuiabá costuma funcionar melhor quando o itinerário não tenta concentrar tudo em um único dia. A cidade pede ritmo equilibrado, com espaço para caminhar pelo centro, conhecer referências históricas e experimentar a culinária local sem pressa.

No centro histórico, o interesse costuma recair sobre igrejas, casarões, praças e edifícios que ajudam a compreender a formação urbana da capital. O patrimônio cultural local é tema recorrente em estudos acadêmicos, inclusive em pesquisas que discutem mediação cultural e valorização da identidade cuiabana.

Isso reforça que o passeio pelo centro não deve ser visto apenas como deslocamento entre pontos turísticos, mas como uma leitura da memória da cidade.

A gastronomia é outro eixo essencial do roteiro. Pratos com peixe, arroz com ingredientes regionais, farofas e preparos tradicionais aparecem com frequência entre as experiências mais lembradas por quem visita Cuiabá. Em vez de encaixar refeições apenas como intervalos, o ideal é tratá-las como parte do programa, reservando tempo para restaurantes, mercados e espaços onde a comida regional seja realmente protagonista.

A divisão por dias melhora o aproveitamento

Para estadias curtas, uma organização simples costuma funcionar bem:

Dia 1: centro e cultura local

O primeiro dia pode ser dedicado ao reconhecimento da cidade, com passeio pelo centro histórico, visita a igrejas, praças e equipamentos culturais. Esse formato ajuda a compreender a dinâmica urbana e evita deslocamentos longos logo na chegada.

Dia 2: gastronomia e rotina cuiabana

O segundo dia pode priorizar restaurantes tradicionais, mercados, feiras e bairros com vida local mais evidente. Esse recorte permite contato mais autêntico com hábitos da cidade, sem depender exclusivamente de atrações formais.

Dia 3: bate-volta estratégico

Se houver mais tempo, o terceiro dia pode ser usado para um bate-volta até atrativos próximos, como Chapada dos Guimarães, desde que a logística seja organizada com antecedência. Como Cuiabá aparece com frequência associada à Chapada nas notícias de turismo de 2026, muitos roteiros aproveitam essa complementaridade entre capital e natureza.

Os cuidados práticos evitam contratempos comuns

Um checklist útil para a viagem inclui medidas simples, mas decisivas:

  • Documentos e comprovantes de reserva organizados;
  • Roupas leves e calçados confortáveis;
  • Garrafa de água para deslocamentos;
  • Protetor solar e itens de proteção contra o calor;
  • Planejamento de horários para evitar saídas longas nos períodos mais quentes;
  • Definição prévia de transporte entre rodoviária, hospedagem e pontos de interesse.

Outro ponto importante é não subestimar o tempo de deslocamento. Estudos e relatórios sobre a Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, produzidos pelo Ipea, destacam a relevância da integração da mobilidade na dinâmica local e regional. Para o visitante, a implicação prática é clara: trajetos devem ser calculados com margem de tempo, especialmente quando houver compromissos fixos, conexões ou passeios fora da área central.

A escolha da hospedagem muda a experiência do roteiro

A localização da hospedagem deve conversar com o objetivo da viagem. Quem pretende explorar mais a área urbana tende a se beneficiar de estadias com acesso facilitado ao centro e a corredores principais. Já quem enxerga Cuiabá como base para passeios em outros municípios pode priorizar praticidade de saída e chegada.

Também vale observar a estrutura do local para descanso térmico. Em destinos de calor intenso, uma hospedagem com boa climatização, horários flexíveis e serviços básicos bem resolvidos contribui para manter o ritmo do roteiro sem desgaste excessivo.

O tempo de permanência depende da proposta da viagem

Cuiabá pode ser aproveitada em dois formatos principais. O primeiro é a viagem curta, de dois a três dias, voltada à cultura urbana, à gastronomia e ao centro histórico. O segundo é a estadia mais ampla, em que a capital funciona como base logística para conhecer outros atrativos de Mato Grosso.

Essa diferença importa porque evita frustração. Quem chega esperando apenas um destino de passagem tende a perceber menos a força cultural da cidade. Por outro lado, quem planeja atividades demais para poucos dias pode transformar a viagem em uma sequência cansativa de deslocamentos sob calor intenso.

A boa viagem depende mais de organização do que de pressa

Cuiabá oferece uma experiência mais interessante quando o roteiro respeita o clima, o tempo de deslocamento e a vocação cultural da cidade. O melhor planejamento é aquele que combina preparação prévia, agenda realista e espaço para vivenciar a culinária, o centro histórico e a relação da capital com os demais destinos do estado.

Mais do que acumular pontos no mapa, a proposta mais eficiente é construir uma viagem funcional: chegada bem resolvida, horários coerentes, pausas adequadas e logística pensada de acordo com o perfil da estadia. Em um destino que articula vida urbana, memória histórica e papel estratégico no turismo regional, esse cuidado costuma fazer toda a diferença.

 

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