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BRASIL E MUNDO

Preços dos combustíveis registram primeira queda após início do conflito entre EUA e Irã

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Brasília, 11 de abril de 2026 – Pela primeira vez desde o início do confronto armado entre Estados Unidos e Irã, deflagrado no final de fevereiro, os preços dos principais combustíveis apresentaram uma leve retração no mercado brasileiro. O levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP), realizado entre os dias 5 e 11 de abril, aponta que o diesel, a gasolina e o etanol interromperam a trajetória de alta que vinha pressionando o bolso dos motoristas.

O diesel comum, combustível essencial para o transporte de cargas, teve seu preço médio reduzido de R$ 7,45 para R$ 7,43 por litro, uma variação negativa de dois centavos. Já a gasolina comum passou a ser comercializada por R$ 6,77, contra os R$ 6,78 registrados na semana anterior. O etanol seguiu a mesma tendência de recuo mínimo, saindo de R$ 4,70 para R$ 4,69 o litro.

Medidas governamentais para conter a crise

Essa movimentação nos preços ocorre na mesma semana em que o governo federal colocou em prática um conjunto de ações estratégicas para amortecer os impactos da guerra no preço final ao consumidor. Entre as iniciativas anunciadas na última segunda-feira (6), destaca-se a implementação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para o diesel importado, com os custos sendo partilhados entre a União e os governos estaduais.

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Além disso, o pacote incluiu um subsídio adicional de R$ 0,80 por litro para o diesel de fabricação nacional. O objetivo central dessas medidas é garantir o abastecimento interno e evitar que a volatilidade do mercado internacional de petróleo desestabilize a economia brasileira, especialmente diante das tensões em regiões de escoamento da produção mundial.

 

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BRASIL E MUNDO

Lula envia ao Congresso projeto para o fim da escala 6×1

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou na noite desta terça-feira (14) projeto de lei que reduz a jornada de trabalho para até 40 horas semanais e extingue a escala de seis dias trabalhados por um de folga (6×1). A proposta, com urgência constitucional, garante dois dias de descanso remunerado sem corte salarial e foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), passando o limite semanal de 44 para 40 horas e adotando o padrão 5×2 como regra geral. A medida abrange trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas, radialistas e demais categorias, incluindo escalas especiais como 12×36 – desde que respeitada a média de 40 horas por acordo coletivo.

Em postagem nas redes sociais, Lula destacou a importância da iniciativa: “A proposta devolve tempo aos trabalhadores e trabalhadoras: tempo para ver os filhos crescerem, para o lazer, para o descanso e para o convívio familiar. Um passo para um país mais justo e com mais qualidade de vida para todos”. Ele enfatizou que a mudança valoriza a dignidade das famílias que “constroem o Brasil todos os dias”, sem qualquer perda salarial.

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Com urgência constitucional, o Congresso tem 45 dias para analisar o projeto. O governo argumenta que a flexibilidade é mantida por negociações coletivas, priorizando o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

O que prevê o projeto:

  • Jornada semanal: Redução de 44 para 40 horas.
  • Descanso ampliado: Pelo menos dois dias remunerados por semana.
  • Novo padrão: Consolidação do 5×2 e fim da 6×1.
  • Salário protegido: Sem redução salarial.
  • Abrangência ampla: Inclui domésticos, comerciários, atletas, radialistas e CLT/leis especiais.
  • Aplicação geral: Válida para escalas especiais e regimes diferenciados, com média de 40h.
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