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Youtuber elege ilha de SP como o lugar mais mortal do mundo

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MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo
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MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo

O youtuber Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast, classificou a Ilha da Queimada Grande, entre Itanhaém e Peruíbe, no litoral de São Paulo, como o local mais mortal do planeta. A visita fez parte de um vídeo publicado nesta semana, em que o influenciador passou uma noite na ilha, ajudou na captura de serpentes venenosas e encarou o risco extremo.

MrBeast esteve no local junto ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade(ICMBio). O vídeo já soma mais de 48 milhões de visualizações no YouTube e mostra detalhes da expedição.

Ilha abriga uma das cobras mais venenosas do mundo

MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo
Reprodução

MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo

A Ilha das Cobras é o único habitat da jararaca-ilhoa, espécie considerada uma das mais venenosas do mundo. O local tem uma das maiores densidades de serpentes, com até 45 cobras por hectare.

O ICMBio permite a visita apenas para fins científicos e jornalísticos, mediante autorização. O alto risco de ataques e o ambiente inóspito tornam o acesso restrito e controlado pelas autoridades ambientais.

Durante a expedição, MrBeast acampou com uma equipe de cientistas e amigos. Os participantes usaram equipamentos de proteção, principalmente nas pernas, mas o risco vinha também de ataques das árvores.

Influenciador ajudou cientista a capturar serpentes

MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo
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MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo

O youtuber colaborou na busca pelas serpentes e ouviu explicações sobre o potencial do veneno. O material pode ser utilizado na produção de antídotos para tratar 90% das picadas de cobras no Brasil.

Em um momento de tensão, o pesquisador deixou uma cobra cair. MrBeast reagiu com humor: “Ele [pesquisador] falou que a cobra escapou como eu falo quando deixo o meu telefone cair”, disse.

Apesar do risco, o youtuber elogiou o cenário da ilha. “Olha, para uma ilha cheia de máquinas de matar, aqui é bem bonito”, afirmou durante o vídeo.

Acampamento improvisado marcou a madrugada

Com a chegada da noite, o grupo focou em montar um acampamento. “Eu não tenho ideia se essas tendas são a prova de cobras […] Então, a gente acordou com uma coisa em mente: Sair dessa ilha o mais rápido possível”, relatou.

Ao final da gravação, MrBeast celebrou a sobrevivência. “Sobrevivemos à Ilha das Cobras e ninguém morreu”, declarou o influenciador.

Mordida pode matar em menos de uma hora

MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo
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MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo

Durante a gravação, o influenciador revelou curiosidades sobre a ilha. Segundo ele, uma mordida da jararaca-ilhoa pode matar uma pessoa em menos de uma hora.

Um amigo reagiu assustado à informação: “É meio assustador pensar que eu posso morrer a qualquer momento”.

MrBeast também destacou que as serpentes dominaram o ambiente. “As cobras mataram todos os animais terrestres. Agora, só restaram os pássaros nas árvores”, explicou.

Cobras podem atacar de cima das árvores

O vídeo mostrou que o perigo não vem apenas do chão. As cobras podem atacar de cima das árvores a qualquer momento, tornando o ambiente ainda mais hostil.

“O risco está em todo lugar. Uma cobra pode pular de uma árvore e picar a gente”, alertou o youtuber.

Ilha das Cobras lidera ranking dos locais mais perigosos

A Ilha da Queimada Grande ficou em primeiro lugar na lista dos cinco lugares mais perigosos visitados por MrBeast. O ranking incluiu ainda regiões da Amazônia, Bolívia, Europa e África.

Veja o ranking completo:

  • Safári africano: Passou a noite em uma jaula cercada por leões, guepardos e hipopótamos. Carnes foram colocadas ao redor para atrair os animais.
  • Cachoeira congelada: Escalou uma cachoeira gigante na Europa. Um dos amigos desistiu durante o desafio.
  • Estrada da morte: Dirigiu a centímetros de um precipício de 300 metros na Bolívia. A via foi fechada há 10 anos devido ao alto número de mortes.
  • Cataratas de Gocta: Enfrentou trilha escorregadia no Peru, com risco de queda de 300 metros pela força da água.
  • Ilha das Cobras: Classificada como o local mais mortal por abrigar centenas de serpentes peçonhentas.

Como visitar a Ilha das Cobras?

MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo
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MrBeast elege Ilha das Cobras, em SP, o lugar mais mortal do mundo

O acesso à Ilha da Queimada Grande depende de autorização do ICMBio pelo sistema SISBio. A expedição exige planejamento detalhado, equipe capacitada e equipamentos de resgate.

O local fica a 30 km das praias de Itanhaém e possui vegetação densa, terreno acidentado e alta presença de jararaca-ilhoa. Não há abrigo, porto ou trilhas estruturadas.

O ICMBio proíbe a captura ou perseguição de animais, além da geração de resíduos na ilha. Todo o material produzido deve ser removido após a expedição.

O uso de drones precisa de autorização específica do DECEA (Sistema SARPAS) e deve seguir as normas de proteção ambiental.

Presença em Santos chamou atenção

No final de fevereiro, MrBeast foi visto na orla de Santos, no litoral paulista. A presença misteriosa levantou especulações entre os fãs até a confirmação do ICMBio sobre a gravação na Ilha das Cobras.

MrBeast lidera a lista da Forbes como o maior youtuber do mundo. Conhecido por distribuir prêmios milionários e realizar ações sociais, o criador de conteúdo fatura cerca de R$ 4 bilhões por ano.

Entre os projetos, MrBeast também comanda a série “Beast Games”, disponível na Amazon Prime Video. Desafios como passar dias na Antártica fazem parte dos vídeos mais assistidos do canal.

Fonte: Turismo

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barra do garcas

Mato Grosso aposta no turismo ufológico para diversificar e atrair novos visitantes

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Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas regionais, paisagens naturais e narrativas cercadas de mistério têm contribuído para a consolidação de um novo nicho turístico em Mato Grosso: o ufoturismo. Embora ainda esteja em processo de estruturação, o segmento vem atraindo a atenção de pesquisadores, gestores públicos e empreendedores do setor como uma oportunidade de diversificação da oferta turística do Estado.

O tema esteve presente na programação da FIT Pantanal 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá. A feira sediou a II Jornada Brasileira de Ufoturismo, com palestras voltadas à discussão do potencial turístico dos fenômenos ufológicos e das novas oportunidades relacionadas ao segmento. Além dos debates, municípios como Barra do Garças e Tesouro utilizaram o evento para promover atrativos ligados ao turismo místico e ufológico. A Chapada dos Guimarães também foi destacada entre os destinos associados a esse universo.

Presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), Ataíde Ferreira da Silva Neto afirma que Mato Grosso reúne características que o colocam em posição de destaque dentro do cenário nacional. “O Estado é rico em acontecimentos ufológicos. Temos um grande acervo de filmagens e registros desses fenômenos, o que desperta a curiosidade do público e atrai interessados por essa temática”, afirma.

Segundo ele, a relação de Mato Grosso com o tema remonta ao século XIX. Um dos registros mais antigos ocorreu em 1846, quando o militar e engenheiro Augusto Leverger relatou ter observado um objeto luminoso no céu enquanto navegava pelo Rio Cuiabá. O episódio foi publicado na Gazeta Oficial do Império do Brasil e é apontado por pesquisadores como a primeira notícia sobre avistamento de um objeto voador não identificado divulgada pela imprensa brasileira.

Para Ataíde, a combinação entre natureza e mistério é um dos fatores que despertam o interesse dos visitantes. “Nós temos a Chapada dos Guimarães, a Serra do Roncador, em Barra do Garças, além de lendas e histórias que atravessam gerações. São lugares que unem belezas naturais e uma história cheia de enigmas e mistérios”, destaca.

Entre os destinos mais conhecidos está Barra do Garças, município que concentra parte significativa das narrativas relacionadas ao tema. A cidade abriga a Serra do Roncador, frequentemente associada a relatos de fenômenos inexplicáveis, e também o Discoporto, estrutura criada a partir de uma lei municipal aprovada em 1995 que reservou uma área no Parque Estadual da Serra Azul para a implantação de um espaço destinado simbolicamente ao pouso de objetos voadores não identificados.

Jornalista, artista plástico e assessor da Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças, Genito Santos explica que a cidade transformou sua relação histórica com o tema em um atrativo turístico.

“Barra do Garças é considerada um dos pontos de maior incidência de casuísticas ufológicas do Centro-Oeste brasileiro. Temos dois ícones importantes desse segmento: a Serra do Roncador e o Discoporto, que é o único lugar do mundo credenciado por lei para receber naves de outros planetas”, afirma.

De acordo com Genito, o turismo ufológico e o turismo místico caminham lado a lado na região. “Barra do Garças recebe visitantes de várias partes do Brasil e do exterior que buscam conhecer a Serra do Roncador, suas histórias, seus mistérios e as narrativas relacionadas aos avistamentos de discos voadores”, diz.

Além de Barra do Garças, outras localidades mato-grossenses também integram esse circuito de interesse. Entre elas estão o Morro do Pião, em Tesouro, e a Caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, locais frequentemente citados em relatos e narrativas associadas ao imaginário ufológico e místico.

Para os pesquisadores do setor, o interesse crescente por experiências temáticas e pelo chamado turismo de nicho abre espaço para a consolidação do ufoturismo como produto turístico organizado. Segundo Ataíde Ferreira, o segmento ainda se desenvolve de forma gradual no Estado, mas começa a ganhar estrutura e visibilidade.

“O Estado tem percebido a importância desse nicho de interessados e começado a formar oficialmente iniciativas que atraem esse público. A inclusão do tema na FIT Pantanal demonstra esse movimento”, avalia.

Na mesma linha, Genito Santos destaca que o segmento avança em direção ao reconhecimento formal dentro do mercado turístico brasileiro. “É uma modalidade que vem se organizando e ganhando visibilidade. Mato Grosso tem potencial para se tornar uma referência nacional nesse tipo de turismo”, afirma.

Combinando patrimônio natural, histórias locais e experiências voltadas ao imaginário e ao desconhecido, o ufoturismo passa a integrar o conjunto de segmentos que podem contribuir para ampliar o fluxo de visitantes e diversificar a atividade turística em Mato Grosso.

 

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