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POLÍTICA

Wellington pede votação de PEC que garante o piso para a enfermagem nos municípios

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Dois dias depois de reeleito, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) participou nesta terça-feira, 4, da sessão ordinária do Senado e pediu ao presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) que seja incluída na pauta de votação a PEC 23/2022, de sua autoria, que aumenta os repasses da União para o Fundo de Participação dos Municípios em um ponto percentual. Se aprovada, as prefeituras poderão incrementar suas receitas em até R$ 5 bilhões para pagar o piso salarial dos profissionais da enfermagem.

Pouco antes, o Senado havia aprovado o projeto de lei que prorroga a liberação de recursos dos fundos estaduais e municipais de saúde e assistência social (PLP 44/2022). O projeto atualiza duas leis que autorizaram a transposição de saldos financeiros ociosos dos fundos. Desse modo, as verbas podem ser usadas dentro das áreas de saúde e assistência para finalidades diferentes dos originais. 

Vice-presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Municípios Brasileiros, Wellington Fagundes ressaltou que, de acordo com dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), apenas o PLP aprovado não será suficiente para cobrir os impactos do piso salarial. Ele afirmou que são necessárias medidas adicionais para cobrir a diferença do que é pago atualmente e o impacto do reajuste.

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“É importante poder ajudar esses profissionais que tanto fizeram pelo Brasil, principalmente na pandemia. Pessoas que salvaram vidas dos brasileiros” – disse o parlamentar, que foi relator da Comissão Temporária da Covid-19, criada para acompanhar as ações de enfrentamento da pandemia.

Atualmente, o FPM é distribuído por meio de uma parcela regular e três parcelas extras mensais, em julho, setembro e dezembro. Cada uma dessas parcelas extras corresponde a 1% do montante arrecadado com os impostos sobre a renda e sobre produtos industrializados. Com a aprovação desta PEC, haverá uma nova parcela extra, a ser distribuída em março, a partir de 2023, de forma que tais parcelas passarão a ter frequência trimestral.

“A pandemia da Covid mostrou ao Brasil quão importante são os municípios no provimento de serviços públicos como saúde, educação e assistência social. São serviços intensivos em mão de obra e cuja demanda aumenta ao longo do tempo, gerando uma pressão para contratação de novos servidores e aumento de gastos” – destaca Fagundes, na PEC.

Reeleição

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Da tribuna, Wellington Fagundes também aproveitou ainda para agradecer aos eleitores de Mato Grosso pelos votos que deram a ele mais um mandato no Senado. Fagundes obteve 825.229 votos – o que representou 63,54% dos votos  dos mato-grossenses, sendo o segundo mais votado proporcionalmente no Brasil. Ele agradeceu ao senador Jayme Campos (UB) por ter sido “uma das pessoas que mais me ajudaram, me orientaram e que estiveram à frente da minha campanha” e enfatizou a força do PL, que elegeu 50% da bancada de deputados federais – dois quais, duas mulheres.

“É claro que isso me traz uma felicidade muito grande, mas também me traz uma responsabilidade cada dia maior. Eu sempre tenho dito que o voto é uma confiança que o eleitor deposita no político. E a melhor forma de retribuir essa confiança é o trabalho. E aqui estamos já” – acentuou.

Wellington cumprimentou também o governador Mauro Mendes e ainda os eleitos para compor a bancada federal de Mato Grosso e integrantes da Assembléia Legislativa do Estado e garantiu todo empenho no segundo turno para reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

 

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POLÍTICA

Presidente da AMM e prefeitos debatem pautas em Brasília

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Presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, participou nesta segunda-feira (10), em Brasília, da primeira reunião do Conselho Político da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) do ano. O objetivo do encontro, que reuniu dirigentes de entidades estaduais de várias regiões do país, foi definir a pauta prioritária para os municípios em 2025.

Entre as principais demandas estão o novo regime especial de precatórios, parcelamento de dívidas previdenciárias, reforma tributária, incremento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), equilíbrio fiscal, entre outros temas.

Os membros do Conselho Político debateram estratégias para garantir o avanço de pautas municipalista no Congresso Nacional  ainda este semestre visando apoiar os gestores que assumiram os mandatos há pouco mais de um mês. 

Bortolin, que está acompanhado de um grupo de prefeitos de Mato Grosso, também participará, a partir desta terça-feira (11), do  Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, que será promovido pelo governo federal. 

O evento prosseguirá até quinta-feira (13) com extensa programação, que inclui dezenas de atividades simultâneas. Os gestores participantes receberão informações e participarão de debates sobre programas do governo federal, enfrentamento de questões climáticas, gestão local, cidadania, segurança, políticas de integração, desenvolvimento regional, pacto federativo, entre outros assuntos.

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“Será uma semana intensa e muito  produtiva, em que vamos definir diretrizes para o movimento municipalista e ampliar o canal de diálogo com o governo federal visando ao atendimento das principais demandas dos municípios”, destacou Bortolin, lembrando que o debate sobre o fortalecimento do municipalismo terá continuidade na próxima semana, em Cuiabá, com a realização do Encontro de Municípios Mato-grossenses, que será realizado pelo Tribunal de Contas (TCE/MT) e AMM. “Contamos com a presença de todos os prefeitos no evento, que será o maior já realizado este ano em Mato Grosso com a participação dos gestores e demais líderes locais”. 


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