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Tendências de Beleza em Alta em 2025
A cada ano, o universo da beleza se renova, trazendo novas prioridades, tecnologias e hábitos de autocuidado. Em 2025, a principal tendência é o foco na saúde e na naturalidade da pele. A ideia de que menos é mais nunca esteve tão presente: maquiagem leve, produtos multifuncionais e rotinas sustentáveis são os pilares do momento.
O conceito de “beleza limpa” ganha cada vez mais força. Isso significa que os consumidores estão mais atentos à composição dos cosméticos, preferindo fórmulas livres de parabenos, fragrâncias artificiais, sulfatos e outros ingredientes agressivos. Produtos veganos e cruelty-free também continuam em alta, assim como as marcas que demonstram preocupação com o meio ambiente, utilizando embalagens recicláveis ou refis.
Além disso, a personalização é uma tendência crescente. Marcas estão investindo em tecnologias que analisam o tipo de pele do usuário para oferecer produtos sob medida. O uso de apps de realidade aumentada para testar maquiagem virtualmente ou montar rotinas de cuidados com a pele também se popularizou.
Outra forte influência é o K-Beauty, a famosa rotina de beleza coreana, que reforça a importância do autocuidado diário e do uso de camadas de produtos leves e eficazes. Máscaras faciais, essências, séruns e protetores solares com acabamento glow fazem parte desse movimento que continua ditando moda no mundo todo.
Como Fazer Skin Care? Guia Completo Para Todos os Tipos de Pele
Cuidar da pele é um ato de amor-próprio e uma forma eficaz de manter a aparência jovem e saudável. Embora existam inúmeras abordagens e produtos disponíveis, uma rotina de skincare eficaz deve ser simples, prática e adaptada ao seu tipo de pele. A seguir, explicamos os principais passos para uma rotina de cuidados completa:
1. Identifique seu tipo de pele
Antes de escolher os produtos ideais, é fundamental entender seu tipo de pele: seca, oleosa, mista, sensível ou normal. Isso ajuda a evitar reações adversas e otimiza os resultados. Um dermatologista pode ajudar a identificar com precisão, mas sinais como excesso de brilho, sensação de repuxamento ou vermelhidão já fornecem pistas importantes.
2. Limpeza
A limpeza é o primeiro passo de qualquer rotina. Deve ser feita de manhã e à noite para remover sujeiras, oleosidade e resíduos de maquiagem. Para peles oleosas, sabonetes em gel com ácido salicílico são ideais. Já as peles secas se beneficiam de fórmulas cremosas e hidratantes.
3. Tonificação
O tônico facial ajuda a equilibrar o pH da pele após a limpeza, além de preparar o rosto para absorver melhor os próximos produtos. Hoje em dia, existem tônicos com funções variadas, como hidratação, controle de oleosidade ou ação calmante.
4. Tratamento com séruns
Os séruns são produtos concentrados com ativos poderosos, como vitamina C, ácido hialurônico, niacinamida e retinol. Cada ativo tem uma função: hidratar, clarear manchas, prevenir rugas, controlar acne, entre outros. O ideal é escolher um ou dois séruns de acordo com sua necessidade e aplicar em pequena quantidade no rosto limpo.
5. Hidratação
Hidratar é essencial até mesmo para peles oleosas, que podem produzir mais sebo quando estão desidratadas. Existem hidratantes em gel, loção ou creme, com composições específicas para cada tipo de pele. Produtos com ácido hialurônico são excelentes por oferecerem hidratação sem pesar.
6. Proteção solar
O protetor solar é indispensável em qualquer rotina de cuidados. Ele protege contra os raios UVA e UVB, prevenindo manchas, queimaduras e o envelhecimento precoce. Deve ser aplicado diariamente, inclusive em dias nublados ou dentro de casa, se você estiver exposto à luz de telas. A reaplicação a cada 2 ou 3 horas é recomendada.
7. Cuidados extras: máscaras e esfoliação
Uma ou duas vezes por semana, você pode complementar a rotina com esfoliação e máscaras faciais. A esfoliação ajuda a remover células mortas e desobstruir poros. Já as máscaras oferecem benefícios imediatos, como hidratação profunda, controle da oleosidade ou revitalização da pele.
Melhores Protetores Solares para o Rosto em 2025
Escolher um bom protetor solar é uma das decisões mais importantes no cuidado com a pele. Atualmente, existem diversas opções no mercado, com texturas e composições pensadas para diferentes tipos de pele. Abaixo, listamos as categorias mais populares e suas vantagens:
Protetores solares com cor
Esses produtos combinam a proteção solar com pigmentos que ajudam a uniformizar o tom da pele, substituindo a base em muitos casos. São ideais para quem busca praticidade no dia a dia. Além disso, ajudam a proteger contra a luz visível, responsável por manchas, especialmente em peles mais escuras.
Protetores oil-free
Desenvolvidos para peles oleosas ou com tendência à acne, esses protetores têm textura leve, rápida absorção e efeito matte. Ajudam a controlar o brilho excessivo ao longo do dia sem obstruir os poros. Muitas marcas ainda adicionam ativos como zinco ou niacinamida para reforçar o controle da oleosidade.
Protetores com ativos antienvelhecimento
Alguns protetores solares modernos oferecem benefícios extras, como ação antioxidante, firmeza da pele e prevenção de rugas. Ingredientes como ácido hialurônico, vitamina E e peptídeos estão presentes nessas fórmulas. Eles são perfeitos para quem deseja unir proteção e tratamento em um único produto.
Protetores com toque seco ou gel-creme
Esse tipo de protetor é excelente para o clima quente e úmido do Brasil. São produtos leves, que não deixam a pele grudenta ou esbranquiçada. O acabamento “toque seco” garante conforto ao longo do dia, sendo uma escolha certeira para uso diário, inclusive sob a maquiagem.
Protetores físicos versus químicos
Os protetores físicos (ou minerais) usam filtros como óxido de zinco e dióxido de titânio, formando uma barreira na pele. São indicados para peles sensíveis ou alérgicas. Já os químicos absorvem os raios solares e transformam em calor. São mais comuns e, geralmente, mais leves e transparentes. A escolha entre os dois depende da sensibilidade da sua pele e da preferência pessoal.
Em resumo, não existe um único “melhor protetor solar”, e sim o melhor para o seu tipo de pele e estilo de vida. O importante é manter o uso diário e reaplicar sempre que necessário. Investir em um bom protetor é investir em saúde e beleza a longo prazo.
Conclusão
Seguir as tendências de beleza e cuidar da pele vai muito além da estética: é uma forma de autocuidado que promove bem-estar, autoestima e saúde. Com uma rotina simples, produtos adequados e o uso diário do protetor solar, é possível manter a pele bonita, protegida e com aspecto saudável por muitos anos. Seja você iniciante no skincare ou um entusiasta de longa data, o segredo está na constância e na escolha consciente dos produtos.
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8 dicas para evitar rupturas na farmácia hospitalar
A ruptura de itens na farmácia hospitalar compromete mais do que o fluxo interno de abastecimento. Quando um medicamento ou insumo deixa de estar disponível no momento necessário, toda a cadeia assistencial sofre impacto, desde o atraso em protocolos até a pressão extra sobre equipes que já operam com alta responsabilidade. Em ambientes de saúde, prevenir falhas de estoque é uma medida diretamente ligada à segurança do paciente e à continuidade do cuidado.
Por isso, a rotina de gestão precisa ser organizada com critérios claros, monitoramento frequente e decisões baseadas no consumo real. Em vez de agir apenas quando o problema aparece, instituições mais preparadas estruturam processos que reduzem perdas, antecipam riscos e tornam o abastecimento mais previsível. Algumas práticas simples, quando bem executadas, fazem diferença concreta no dia a dia hospitalar.
1. Mapeie os itens críticos da operação
Nem todo produto tem o mesmo peso dentro da rotina assistencial. A farmácia hospitalar precisa identificar quais itens são indispensáveis para urgência, internação, centro cirúrgico, UTI e atendimento ambulatorial, separando o que é essencial do que pode ter reposição com menor prioridade. Esse mapeamento evita que a atenção da equipe se disperse em produtos de baixo impacto operacional.
Uma classificação por criticidade ajuda a definir níveis mínimos de estoque, frequência de conferência e urgência de compra. Soluções parenterais, antibióticos, sedativos, materiais de suporte e medicamentos de uso contínuo costumam exigir vigilância maior. Quando esse grupo é conhecido com precisão, a chance de ruptura cai, porque o controle deixa de ser genérico e passa a refletir a realidade da instituição.
2. Revise o consumo médio com frequência
Muitos estoques entram em desequilíbrio porque trabalham com médias antigas, sem considerar sazonalidade, mudança de perfil assistencial ou ampliação de leitos. O consumo médio deve ser revisado periodicamente para acompanhar oscilações reais da demanda. Um hospital com aumento de cirurgias eletivas, por exemplo, pode exigir reposição mais agressiva de determinados medicamentos e materiais em poucas semanas.
Essa revisão também ajuda a corrigir distorções causadas por compras emergenciais ou picos temporários. O ideal é observar histórico recente, comportamento por setor e recorrência de uso. Quando a leitura do consumo é atualizada, o pedido deixa de ser estimado no improviso e passa a ser sustentado por evidências da operação.
3. Defina estoque mínimo, máximo e ponto de ressuprimento
Um dos erros mais comuns é manter produtos sem parâmetros objetivos de reposição. O estoque mínimo indica a reserva de segurança, o máximo evita excesso e vencimento, e o ponto de ressuprimento mostra o momento certo de iniciar nova compra. Sem essas referências, a gestão fica dependente de percepção individual, o que aumenta o risco de falhas.
Esse controle precisa considerar tempo de entrega, regularidade do fornecedor, criticidade do item e histórico de consumo. Em categorias sensíveis, como analgésicos, antibióticos, soluções parenterais e materiais de uso contínuo, a definição desses limites contribui para manter a assistência contínua mesmo diante de oscilações de demanda ou atrasos logísticos. Não se trata apenas de armazenar mais, mas de estabelecer uma margem segura e racional para cada produto.
4. Integre a farmácia aos setores assistenciais
A ruptura raramente nasce apenas dentro da farmácia. Mudanças em protocolos, aumento de internações, abertura de novos serviços e alterações de prescrição impactam o consumo de forma direta. Quando a equipe de abastecimento trabalha isolada, parte importante dessas informações chega tarde demais, e o ajuste de estoque acontece somente após a escassez aparecer.
Uma comunicação mais próxima com enfermagem, corpo clínico, centro cirúrgico e compras melhora a previsibilidade. Reuniões curtas de alinhamento, alertas sobre mudanças de rotina e compartilhamento de indicadores já ajudam a antecipar necessidades. Quanto mais integrada estiver a farmácia aos setores assistenciais, menor a dependência de respostas emergenciais.
5. Padronize cadastros e unidades de medida
Falhas cadastrais parecem detalhes administrativos, mas costumam causar erros sérios de planejamento. Um mesmo item registrado com descrições diferentes, apresentações parecidas ou unidades de medida inconsistentes prejudica inventários, distorce relatórios e compromete pedidos. Nessas situações, o sistema pode até indicar saldo, embora o produto correto esteja em falta.
Padronizar nomes, concentrações, formas farmacêuticas, embalagens e unidades de dispensação reduz ruído operacional. Além disso, facilita a rastreabilidade, melhora a conferência e torna os dados mais confiáveis para tomada de decisão. Uma base cadastral limpa é parte da segurança do estoque, não apenas uma formalidade de sistema.
6. Acompanhe validade, giro e itens sem movimentação
Evitar ruptura também envolve combater desperdício. Quando produtos vencem, ficam parados ou são comprados em volume incompatível com o giro, recursos deixam de estar disponíveis para itens realmente prioritários. O resultado costuma ser duplo: sobra em uma ponta e falta na outra.
A análise de giro permite identificar o que sai rapidamente, o que exige reposição frequente e o que precisa ter compra reavaliada. Já o monitoramento de validade ajuda a redistribuir itens entre setores antes da perda. Em vez de olhar apenas para a quantidade em estoque, a gestão passa a considerar a qualidade do estoque, o que melhora o uso do orçamento e reduz vulnerabilidades.
7. Estruture planos para compras emergenciais
Mesmo com controle robusto, situações excepcionais podem ocorrer. Atrasos logísticos, mudanças bruscas no perfil de atendimento, desabastecimento pontual e intercorrências assistenciais exigem respostas rápidas. Por isso, a instituição precisa ter um fluxo bem definido para compras emergenciais, com responsáveis, critérios de aprovação e canais já validados.
Esse plano não deve substituir a prevenção, mas funcionar como camada de proteção. Ter fornecedores homologados, alternativas terapêuticas previamente avaliadas e rotinas claras de comunicação evita decisões precipitadas em momentos críticos. Em ambiente hospitalar, agilidade sem padronização pode gerar novos riscos, inclusive de conformidade e segurança.
8. Monitore indicadores e trate desvios com rapidez
A gestão da farmácia hospitalar se fortalece quando deixa de operar apenas por percepção. Indicadores como taxa de ruptura, cobertura de estoque, itens vencidos, consumo por setor, tempo médio de reposição e volume de compras emergenciais mostram onde estão os gargalos. Com esse acompanhamento, os problemas deixam de ser eventos isolados e passam a ser sinais rastreáveis.
Mais importante do que medir é agir sobre os desvios encontrados. Se um grupo de itens rompe com frequência, pode haver falha de cadastro, erro no parâmetro de ressuprimento, consumo subestimado ou instabilidade no fornecimento. Quando a análise vira rotina, a farmácia ganha consistência, reduz improvisos e sustenta um abastecimento mais seguro para toda a operação.
Evitar rupturas na farmácia hospitalar depende menos de respostas heroicas e mais de método. Processos claros, dados confiáveis e integração entre equipes constroem um estoque capaz de sustentar cuidado contínuo, seguro e previsível.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução nº 568, de 6 de dezembro de 2012. Regulamenta o exercício profissional na farmácia hospitalar e outros serviços de saúde. Brasília: CFF, 2012. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/568.pdf.
PESSOA, Débora Luana Ribeiro (org.). Farmácia hospitalar e clínica e prescrição farmacêutica. Ponta Grossa: Atena, 2022. E-book (PDF). Disponível em: https://doi.org/10.22533/at.ed.655222009.
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