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POLÍTICA NACIONAL

Senadores do governo e da oposição se solidarizam com presidente do Senado

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Senadores e senadoras condenaram nesta terça-feira (16), no Plenário do Senado, acusações feitas pela revista Veja contra o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre. Eles enfatizaram que a reportagem não apresentou qualquer evidência que vincule Davi ao caso do Banco Master.

Durante a sessão, o presidente do Senado afirmou que tomará providências contra os responsáveis pela acusação e que não será “intimidado, ameaçado, constrangido ou chantageado”.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado, afirmou que Davi foi “injustamente envolvido” pela reportagem.

— É fundamental que Vossa Excelência, do alto de sua cadeira de presidente do Senado, inste as autoridades competentes e responsáveis para que respondam oficialmente se há alguma informação, oficial ou oficiosa, em relação ao conteúdo do que foi veiculado pela revista no final de semana – disse Pacheco.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) apontou que Davi nunca interveio em qualquer atitude dos senadores e senadoras em relação ao caso Master.

— O Senado está cumprindo o seu papel. Estamos fazendo grandes entregas e o objetivo de tudo isso é tirá-lo do foco. Não saia do foco — declarou Damares.

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Ao solidarizar-se com Davi, o líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), lembrou que também foi alvo de acusações na mesma reportagem, e que também tomará providências judiciais.

— O instituto da leviandade, ou nas instituições, ou na imprensa, ou nas redes brasileiras, precisa ter um ponto final — afirmou. 

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que as palavras de Davi demonstram “a tranquilidade dos justos e a indignação dos inocentes”.

— Todos nós, homens públicos, somos passíveis de qualquer tipo de acusação, e de responder por essas acusações. Agora, uma acusação tem que ter a fonte, tem que saber de onde veio, tem que ter um lastro. Ainda mais uma acusação com o grau de gravidade que foi exposto pela revista Veja — opinou.

O senador e ex-vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos-RS) também apoiou as palavras de Davi.

— O senhor conte comigo nessa empreitada. Nós não podemos aceitar o que está acontecendo — disse Mourão.

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Além deles, no Plenário, os senadores Camilo Santana (PT-CE), Esperidião Amin (PP-SC), Fabiano Contarato (PT-ES), Izalci Lucas (PL-DF), Laércio Oliveira (PP-SE), Marcos Rogério (PL-RO), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Rogério Carvalho (PT-SE) manifestaram solidariedade e apoio ao presidente do Senado.

Amin acrescentou que a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário precisam se posicionar sobre o assunto.

Após as intervenções, Davi Alcolumbre agradeceu o apoio dos colegas.

— Minha gratidão, minha lealdade, meu reconhecimento institucional do papel relevantíssimo de Vossas Excelências, na condição de senadores da República. Meus agradecimentos por todas as manifestações de carinho, de apreço, de amizade, mas, sobretudo, de respeito institucional à figura do presidente da Casa — disse Davi.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova regime de urgência para 12 projetos

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) o regime de urgência para 12 propostas. Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

Confira as propostas que passam a tramitar com urgência:

  • Projeto de Lei 2994/20, do ex-deputado Paulo Ganime, que modifica a Lei Geral do Turismo para regulamentar o chamado turismo colaborativo;
  • PL 4578/25, do Poder Executivo, que define diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil;
  • PL 1361/25, do deputado Ronaldo Nogueira (Republicanos-RS), que define diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil;
  • Projeto de Lei Complementar (PLP) 230/25, dos deputados Juscelino Filho (PSDB-MA) e Luisa Canziani (União-PR), que proíbe o bloqueio e o contingenciamento dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e prorroga por cinco anos os incentivos fiscais para empresas do setor que investirem diretamente em projetos do fundo;
  • PL 499/24, do deputado Raniery Paulino (Republicanos-PB), que institui a Campanha Nacional de Conscientização e Prevenção das Doenças Respiratórias, denominada Junho Violeta, Mês do Pulmão;
  • PL 4887/23, da deputada Carol Dartora (PT-PR), que institui o protocolo de acolhimento e atendimento às vítimas de discriminação racial em estabelecimentos de ensino públicos e privados de todo o país;
  • PL 1157/26, da deputada Dandara (PT-MG) e outros, que institui mecanismos de proteção e assistência integral às vítimas de crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional;
  • PL 2814/26, do deputado Helio Lopes (PL-RJ), que reconhece a Seleção Brasileira de Futebol, tanto a masculina como a feminina, como manifestação da cultura nacional e símbolo da identidade nacional brasileira;
  • PL 1842/25, do deputado Helio Lopes, que reconhece o futebol praticado no Brasil como manifestação da cultura nacional e patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro;
  • PL 5500/19, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), que suspende a prescrição de um crime em caso de fuga do condenado ou de revogação do livramento condicional;
  • PL 573/24, do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), que autoriza órgãos públicos a monetizarem seus conteúdos digitais (inclusive perfis em redes sociais) para que os recursos arrecadados financiem fundos federal, estaduais e municipais de cultura;
  • PL 4471/20, do deputado licenciado Alex Santana (Republicanos-BA), que define regras para o registro e a propriedade dos meteoritos que atingirem o solo brasileiro. Pelo texto, a propriedade do objeto se incorpora à do imóvel atingido a partir do momento da queda.
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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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