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brasnorte

Renda

Conheça a evolução do poder econômico no município

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Indicadores de Renda, Pobreza e Desigualdade

 Ano

1991

2000

Renda Per Capita Média (R$ de 2000)

198,9

260,4

Proporção de Pobres (%)

25,9

23,5

Índice de Gini

0,52

0,60

A renda per capita média do município cresceu 30,89%, passando de R$ 198,94 em 1991 para R$ 260,40 em 2000.
A pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 75,50, equivalente à metade do salário mínimo vigente em agosto de 2000) diminuiu 9,15%, passando de 25,9% em 1991 para 23,5% em 2000.
A desigualdade cresceu: o Índice de Gini passou de 0,52 em 1991 para 0,60 em 2000.

Porcentagem da Renda Apropriada por Extratos da População

Ano

1991

2000

20% mais pobre

3,1

2,0

40% mais pobre

11,6

9,0

60% mais pobre

25,1

19,9

80% mais pobre

44,2

36,7

20% mais rico

55,8

63,3

 

 Fonte: PNUD / ATLAS

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brasnorte

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

Leia mais:  Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

 

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