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Renda

Conheça a evolução do poder econômico no município

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Indicadores de Renda, Pobreza e Desigualdade

 Ano

1991

2000

Renda Per Capita Média (R$ de 2000)

138,2

191,4

Proporção de Pobres (%)

45,4

32,9

Índice de Gini

0,54

0,57

A renda per capita média do município cresceu 38,55%, passando de R$ 138,16 em 1991 para R$ 191,42 em 2000.
A pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 75,50, equivalente à metade do salário mínimo vigente em agosto de 2000) diminuiu 27,64%, passando de 45,4% em 1991 para 32,9% em 2000.
A desigualdade cresceu: o Índice de Gini passou de 0,54 em 1991 para 0,57 em 2000.

Porcentagem da Renda Apropriada por Extratos da População

Ano

1991

2000

20% mais pobre

2,7

2,2

40% mais pobre

9,7

10,0

60% mais pobre

22,6

23,0

80% mais pobre

42,7

42,4

20% mais rico

57,3

57,6

 

 Fonte: PNUD / ATLAS

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Prefeitura de Castanheira deve efetuar registro de 14 agentes de saúde

Aos demais profissionais que atuam nos cargos e não foram nomeados, a prefeita Mabel de Fátima Melanezi Almici deve oportunizar o direito ao contraditório e à ampla defesa, após instauração de Processo Administrativo.

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mabel de fatima almici prefeita de castanheira

Prefeita de Castanheira, Mabel de Fátima Melanezi Almici

O Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso determinou que a Prefeitura de Castanheira efetue o registro de 14 nomeações decorrentes dos Processos Seletivos Públicos realizados em 1998, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2005 para os cargos de Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente Comunitário de Endemias (ACE).

 

ASSISTA AO JULGAMENTO

 

Aos demais profissionais que atuam nos cargos e não foram nomeados, a prefeita Mabel de Fátima Melanezi Almici deve oportunizar o direito ao contraditório e à ampla defesa, após instauração de Processo Administrativo. A decisão ocorreu na sessão plenária de 11 de abril.

Thiago Bergamasco | TCE-MT

Conselheira interina do TCE-MT - Jaqueline Jacobsen

Conselheira interina do TCE-MT, Jaqueline Jacobsen

Por unanimidade, o colegiado acompanhou voto da relatora do Processo nº 236101/2016, que trata da Certificação de Processo Seletivo Público, conselheira interina Jaqueline Jacobsen. Houve entendimento dos membros do Pleno de que, no período de 1996 a 2006, os processos seletivos para o provimento dos cargos de ACS e ACE eram realizados pela Secretaria de Estado de Saúde, juntamente com o Escritório Regional de Saúde de cada região, sendo neste caso o de Juína.

 

Por meio de documentação apresentada pela gestoras, foi possível certificar a nomeação dos seguintes servidores: Aparecida José da Conceição, Carla Sandrina Trajano Freire, Celma Aparecida Marques Rodrigues, Cicera Maria Luiz da Silva, Doralice de Oliveira Batista, Edivaldo Alves de Almeida, Edna Pedro de Oliveira, Flávia Quirino de Farias, Ivani Soares dos Santos Vitorino, Jussara Pereira dos Santos, Keila Maura de Souza, Maria José de Abreu, Miguel Francisco Aparecido e Nelsi Antonia Westphal, que participaram efetivamente dos processos seletivos realizados pelo Escritório Regional de

Juína.

 

Terão garantia de ampla defesa as servidoras Rosa Maria Oliveira de Almeida, Rosângela Funayama Campos, Sheila Xavier dos Santos, Terezinha Aparecida da Silva e Zelir Ruaro Bogo, uma vez que não foram encontrados documentos comprobatórios da realização de processos de seleção realizados por elas. Também as servidoras Vani Odete Ganze e Izilda Fátima Carvalho, apesar de a comissão de certificação ter opinado pela não certificação dos supostos processos de seleção aos quais ambas foram submetidas, por não encontrar provas quanto a sua realização. E, por fim, a servidora Luzia Auxiliadora Silva, cuja legalidade do vínculo sequer foi investigada, uma vez que ela ingressou no serviço público após a promulgação da Emenda Constitucional 51/2006.

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