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Polícia descobre R$ 20 milhões em dinheiro, dólares, euros, barras de ouro e carros de luxo na casa do rei do “novo egito”

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O ex-garçon Glaidson Acácio dos Santos

Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A Polícia Federal apreendeu uma grande monta de dinheiro vivo numa das casas do dono da G.A.S. Consultoria Bitcoin, o ex-garçon Glaidson Acácio dos Santos. Ele foi preso no início da manhã desta quarta-feira (25/08) na Operação Kryptos, que apura fraudes cometida com Bitcoin, uma criptomoeda usada como dinheiro eletrônico para transações comerciais pela internet.

Além da montanha de reais, que a polícia ainda está contando, mas avaliou em R$ 20 milhões, foram apreendidos dólares e euros, barras de ouro e carros de luxo. Noutra casa, em Búzios, a Polícia já havia apreendido 6,9 milhões. Documentos encontrados na residência mostram que o ex-garcon movimentou bilhões de reais em suas contas bancárias.

A história do “bilionário” começa em 2014. Glaidson Acácio dos Santos era um humilde garçon em Búzios, na chamada região dos Lagos, no Rio de Janeiro, ganhando pouco mais de R$ 800 como garçom, quando ganhar dinheiro com criptomoedas. Investiu o que tinha na empresa Exchance de Curitiba (Paraná) imaginando que ficaria rico. Não ficou. Era um golpe. A empresa do Grupo Bitcoin Banco (GBB), pertencente ao empresário Claudio Oliveira (que está preso), conhecido como “rei do bitcoin” lesou, segundo a polícia, mais de 7 mil pessoas e movimentou R$ 1,5 bilhão.

Perder tudo que tinha para muitos seria motivo de desânimo, mas para Glaison foi uma oportunidade. Como trabalhava num restaurante de luxo e conhecia muita gente rica, começou a fazer transações com a moedas virtuais e a convencer as pessoas a investirem na ideia de ganhar (muito) dinheiro com transações eletrônicas.

Em 7 anos o ex-garçon se tornou-se bilionário e movimentou pelo menos R$ 2 bilhões em uma empresa suspeita de aplicar o golpe conhecido como “pirâmide”. A GAS Consultoria Bitcoin, empresa de Glaidson, prometia 10% de lucro em investimentos de clientes no mercado de criptomoeadas. Segundo a investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), que levou à prisão de Glaidson nesta quarta-feira, a firma nem chegava a investir em bitcoins – os lucros eram pagos aos clientes enquanto o dinheiro de outros entrava.

Glaidson Acácio dos Santos virou o alvo número um do Ministério Público, da Comissão de Valores Mobiliários e também da Polícia Federal há 2 anos porque a empresa dele é a que tem o maior número de investidores na cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. A cidade se tornou o paraíso dos golpes do tipo pirâmide financeira e ganhou até apelido de “novo Egito”.

E uma curiosidade, a G.A.S. conseguiu fazer tudo isso usando apenas o WhatsApp. A empresa não tem site, nem rede social e o único telefone que indicou para a Receita Federal também não funciona, está desligado.

Com informações do G1

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Importunação sexual em terminal de ônibus leva dois para cadeia

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Dois homens foram detidos por importunação sexual no terminal de ônibus do CPA 1, em Cuiabá, na manhã de quinta-feira (18). O motorista do ônibus não abriu as portas para evitar que os suspeitos fugissem antes da chegada da Polícia.

As vítimas, ambas de quatorze anos, tinham acabado de saírem da escola. Por volta das 11h30, pegaram o ônibus e, no percurso até o terminal do CPA, foram importunadas sexualmente por dois homens, de 38 e 41 anos, que gesticulavam obscenamente com a língua.

As meninas identificaram que os suspeitos eram deficientes auditivos. Populares que estavam no terminal os reconheceram e contaram que eles já tiveram atitudes semelhantes com outras passageiras.

Uma das vítimas pediu ao motorista do ônibus que não abrisse a porta, pois ia chamar a Polícia. Os suspeitos foram detidos até a chegada da equipe.

A Polícia Militar encaminhou os homens, sem uso de algemas e lesões corporais, para o plantão de violência doméstica e sexual contra a mulher juntamente com as vítimas e testemunhas.

*Com informações do MidiaNews

 

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