cotriguacu
PM desarticula grupo especializado em roubo de gado
A prisão aconteceu nesta quarta-feira (15) quando dois homens transportavam 26 cabeças de animais em um caminhão
PMMT
Carga estava sendo transportada ilegalmente
Policiais militares da 1ª Companhia de Cotriguaçu (a 974 quilômetros de Cuiabá) prenderam, nesta quarta-feira (15), dois homens que transportavam 26 cabeças de gado que estavam em um caminhão. Os animais foram furtados de uma fazenda da região por uma quadrilha que já vem cometendo furtos dessa natureza desde o início do ano.
A guarnição percebeu o caminhão com vários bois, vacas e novilhas na carroceria. Foi dada ordem de parada ao veículo e durante a abordagem foram solicitados os documentos necessários para o transporte, mas o condutor alegou não possuir.
Diante da ausência dos documentos, os policiais questionaram ainda a origem da carga e o motorista disse que o caminhão foi carregado em um sítio próximo. Os policiais foram até o sítio cujo proprietário M. S. B., (26), alegou que de fato os animais eram furtados e que o crime vinha ocorrendo desde o mês de fevereiro deste ano com a participação de outras pessoas.
Em buscas na região os policiais localizaram também um dos homens que praticavam os furtos de animais. S.S.S. (21) foi preso depois e disse ser funcionário da fazenda de onde os animais foram furtados e abria a porteira do pasto para que outros comparsas fizessem a captura.
O dono do sítio onde estavam os animais e o funcionário da fazenda de onde eles foram furtados foram presos e encaminhados para a delegacia do município.
O proprietário da fazenda de onde os animais foram furtados também foi chamado e reconheceu os animais através de marcas presentes. A polícia já tem informações dos outros suspeitos e diligências continuam na região.
cotriguacu
Tribunal de Contas mantém suspensão de repasses e novos contratos de R$ 8,3 milhões em Cotriguaçu
O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) manteve suspensos novos repasses e contratações da Prefeitura de Cotriguaçu ao Instituto de Pesquisas e Gestão de Políticas Públicas (IPGP), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) contratada por R$ 8,3 milhões para suprir déficit de pessoal em diversas áreas da gestão.
Concedida em julgamento singular do conselheiro Alisson Alencar, a tutela provisória de urgência foi homologada na sessão ordinária do dia 9, ocasião em que foi destacada a ausência de planejamento e de definição clara do serviço contratado por meio do Chamamento Público 1/2025.
“Não é possível extrair quais problemas a administração quer solucionar ou os objetivos, metas e resultados que pretende atingir. Há apenas a indicação de objetivos genéricos para cada secretaria municipal a ser atendida pelo Termo de Parceria e o quantitativo de pessoal necessário”, observou o conselheiro-relator.
Em sua avaliação, a gestão teria transferido à Oscip o dever de elaborar projetos para os setores de administração e planejamento, agricultura, pecuária e assuntos fundiários, assistência social, infraestrutura e obras, saúde e urbanismo, incluindo as propostas voltadas ao Distrito de Nova União.
“Contudo, não há uma delimitação clara dos projetos que a administração pretende que sejam atendidos ou objetivos específicos que se pretende alcançar, há apenas uma indicação genérica de que o Termo de Parceria visa ‘suprir o déficit de recursos humanos’, permitindo a consecução de metas e resultados mensuráveis”, acrescentou.
Com relação às suspeitas de uso do termo de parceria para terceirização de mão de obra e de cobrança indevida de taxa administrativa, o relator explicou que a ocorrência dessas irregularidades não foi confirmada nesta fase do processo, ressaltando que ambas ainda serão analisadas na instrução de mérito.
Serviços em curso seguem mantidos
Em consonância com o parecer do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson suspendeu novas admissões, empenhos e repasses não imprescindíveis, aditivos e atos de execução futura, além de vedar pagamentos relacionados à chamada “taxa administrativa” fixa ou rubrica equivalente.
Durante a sessão, ele reforçou que a medida atinge apenas a ampliação da parceria. “A tutela provisória de urgência se direciona à suspensão da ampliação do objeto da parceria ou expansão das contratações, de modo a resguardar as contratações já realizadas e evitar a paralisação de serviços públicos essenciais.”
Além disso, por sugestão do conselheiro José Carlos Novelli, determinou a verificação da adesão de Cotriguaçu ao Programa de Apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE), que promove a cultura do planejamento entre gestores de cerca de 130 municípios mato-grossenses.
-
tce mt7 dias atrásSérgio Ricardo propõe alterar Lei de Licitações para destravar obras paralisadas; MT tem R$ 3,6 bilhões parados
-
esportes5 dias atrásGrêmio perde para o Bolívar na altitude de La Paz e terá de reverter desvantagem na Arena
-
esportes5 dias atrásBotafogo empata sem gols com o Vitória no Nilton Santos
-
esportes5 dias atrásCorinthians volta da paralisação da Copa com goleada sobre o Remo e se aproxima do G5 do Brasileirão
-
esportes7 dias atrásSantos goleia Universidad Central na Venezuela e abre vantagem nos playoffs da Sul-Americana
-
tce mt5 dias atrásSérgio Ricardo avança na estruturação do plano Mato Grosso 2050 com propostas para o Vale do Rio Cuiabá
-
esportes7 dias atrásAtlético-MG e Bahia ficam no empate pela 19ª rodada do Brasileirão
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásTrump taxa o Brasil por “trabalho escravo”, mas compra 30 vezes mais de “países suspeitos”



