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POLÍCIA FEDERAL

PF realiza operação para apurar fraudes em licitação no Acre

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Epitaciolândia/AC. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º/7), a Operação Backstage, com o objetivo de apurar possíveis irregularidades em procedimento licitatório realizado por prefeitura do interior do Acre, voltado à contratação de serviços de estrutura para eventos.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades acreanas de Assis Brasil e de Rio Branco, por determinação da Justiça Federal.

As investigações apuram fatos ocorridos, principalmente, entre os anos de 2022 e 2023, relacionados a procedimento licitatório destinado à contratação de serviços de sonorização, montagem de estruturas e apoio a eventos.

Há indícios de fraude ao caráter competitivo do certame, mediante possível simulação de pesquisa de preços com utilização de empresas sem relação com o objeto contratado, além de inserção de prováveis informações inverídicas em documentos do procedimento.

Também foram identificados elementos que indicam possível simulação de concorrência entre participantes, com divisão prévia de itens.

Os contratos investigados superam R$ 1 milhão, com registros de pagamentos às empresas envolvidas, inclusive com possível uso de recursos públicos federais. Os investigados poderão responder, em tese, por fraude em licitação e falsidade ideológica.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fone: (68) 99912-8812
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra nova operação contra o PL de Bolsonaro por suspeita de desvio de verba parlamentar

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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (01.07), a terceira fase da Operação Rent a Car, denominada “Galho Fraco II”. A investigação apura um esquema de desvio de recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) e cumpre mandados de busca e apreensão contra aliados do deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do Partido Liberal (o partido de Jair Bolsonaro) na Câmara dos Deputados.

As diligências, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foram realizadas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais contra três empresários e duas empresas. Durante a operação, agentes da PF encontraram dinheiro em espécie escondido no interior de um objeto decorativo que simulava um livro falso, no endereço de um advogado vinculado ao grupo do parlamentar no Distrito Federal.

O objetivo central desta etapa é confrontar a versão apresentada por Sóstenes Cavalcante sobre R$ 470 mil em espécie apreendidos em um endereço ligado a ele em dezembro de 2025.

Na ocasião, o deputado afirmou que o montante era fruto da venda de um imóvel. A PF, contudo, suspeita que o valor esteja atrelado ao esquema de desvios e apura a possível utilização de um contrato falso para conferir aparência de legalidade à transação financeira.

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Questionado pela reportagem, o deputado Sóstenes Cavalcante afirmou que não teve conhecimento da decisão desta quarta-feira e que se manifestará assim que for notificado.

A apuração tem origem em irregularidades na contratação de locadoras de veículos por gabinetes parlamentares. A suspeita é de que esses contratos fossem utilizados como fachada para desviar verbas públicas destinadas a passagens, hospedagens e manutenção de escritórios.

Nas fases anteriores da operação, os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy (PL-RJ) foram alvos de mandados de busca e apreensão, assim como assessores e advogados ligados aos parlamentares. Os investigados respondem por crimes como peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A investigação, que conta com a análise de sigilos bancários e telemáticos, busca determinar a destinação final dos recursos e identificar a estrutura utilizada para a ocultação do patrimônio desviado. O inquérito tramita sob sigilo.

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