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POLÍCIA FEDERAL

PF prende investigada por suspeita de lavagem de dinheiro

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Parnaíba/PI. A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (24/6), uma mulher no momento em que realizava saque em espécie no valor de, aproximadamente, R$ 500 mil, em uma agência bancária no município de Piripiri/PI. Foram apreendidos valores em dinheiro, comprovantes bancários e um aparelho celular. 

A ação foi motivada por informações que apontavam movimentações financeiras suspeitas, incompatíveis com a capacidade econômica declarada da investigada, bem como por indícios de que as operações realizadas por empresas a ela vinculadas estariam relacionadas a contratos celebrados com a Administração Pública. As investigações apontam indícios de lavagem de dinheiro. 

A investigada foi presa em flagrante e permanece à disposição da Justiça. As diligências prosseguem para apurar a eventual participação de outras pessoas físicas e jurídicas.

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí
[email protected]
(86) 3089-9960
@pf.piaui

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF atua em cooperação com a Interpol e prende neonazista brasileiro na Itália

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Brasília/DF. A Polícia Federal, em cooperação internacional prendeu neste sábado (27.06) na região de Pavia, no norte da Itália, do brasileiro João Guilherme Correa, condenado por um duplo homicídio ligado a uma disputa entre integrantes de um grupo neonazista.

Segundo as autoridades, Correa foi localizado em uma propriedade rural onde estava escondido. No momento da abordagem, apresentou um passaporte falso às equipes policiais. Após a prisão, foi levado para uma delegacia em Milão e deverá ser transferido para um presídio italiano até a conclusão dos procedimentos judiciais.

Correa era considerado foragido desde março de 2025. Três dias antes de ser condenado a 35 anos e dois meses de prisão em regime fechado, ele retirou a tornozeleira eletrônica alegando que passaria por uma cirurgia de emergência, mas desapareceu e não compareceu nem ao procedimento médico nem ao julgamento.

Na mesma sessão do Tribunal do Júri, outro réu, Jairo Maciel Fisher, foi condenado a 32 anos e três meses de prisão pelo assassinato de Bernardo Pedroso e Renata Pereira, executados a tiros em Curitiba, em 2009. De acordo com o Ministério Público do Paraná, o crime foi motivado por uma disputa interna pela liderança de um grupo que cultuava a ideologia nazista após um evento em homenagem a Adolf Hitler.

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Além da condenação pelo duplo homicídio, João Guilherme Correa também responde a um processo por suposta participação na organização extremista internacional Hammerskin Nation. As investigações apontam que ele exercia papel de liderança no braço brasileiro do grupo, acusado de promover crimes relacionados à discriminação racial e organização criminosa.

A localização do foragido foi possível após uma cooperação entre autoridades brasileiras e italianas. Em maio deste ano, investigadores brasileiros apreenderam aparelhos eletrônicos de pessoas próximas ao condenado, medida que contribuiu para reconstruir sua rota de fuga. A inclusão do nome de Correa na Difusão Vermelha da Interpol também permitiu que ele fosse identificado pelas autoridades italianas.

O investigado é apontado em apurações relacionadas aos crimes previstos no art. 20 da Lei nº 7.716/1989 e no art. 2º da Lei nº 12.850/2013, referentes, respectivamente, à prática de discriminação racial e à constituição, promoção, financiamento ou integração de organização criminosa. Segundo as investigações, a organização criminosa investigada seria inspirada na ideologia neonazista.

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