POLÍCIA FEDERAL
PF investiga crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo à escravidão
Volta Redonda/RJ. Nesta quinta-feira, 21/5, a Polícia Federal deflagrou a Operação Juro Zero com o objetivo de investigar a prática dos crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo à escravidão.
As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia Federal em Volta Redonda tiveram início a partir de denúncia apresentada por cidadãos colombianos que teriam sido aliciados para virem ao Brasil com promessa de trabalho na área do turismo, tendo suas passagens aéreas financiadas pelo grupo investigado.
Contudo, após chegarem ao Brasil, o cenário apresentado teria sido alterado, passando as vítimas a viver em condições análogas à de escravo.
Há, ainda, elementos de informação indicando que os investigados atuariam em esquema de agiotagem, utilizando os imigrantes em cobranças de dívidas, muitas vezes mediante violência e grave ameaça.
As investigações apontam, também, a existência de outros cidadãos colombianos em situação semelhante, inclusive residindo em condições incompatíveis com a dignidade humana.
A operação de hoje busca arrecadar elementos de informação que auxiliem a Polícia Federal na completa identificação da organização criminosa, bem como na individualização das condutas praticadas pelos investigados.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF promove ação de fiscalização em casas noturnas de Porto Velho/RO
Porto Velho/RO. Na noite desta sexta-feira (22/5), a Polícia Federal realizou ação de fiscalização em estabelecimentos noturnos de Porto Velho/RO, com o objetivo de verificar a regularidade da prestação de serviços de segurança privada.
Durante as diligências, foram constatadas irregularidades em duas casas noturnas, onde havia prestação irregular de serviços de segurança privada, sem a devida autorização legal. As empresas responsáveis foram devidamente autuadas.
De acordo com a Lei nº 14.967/2024, apenas empresas autorizadas pela Polícia Federal podem atuar na prestação dessas atividades, sendo obrigatória a formação específica e o registro regular dos vigilantes.
A atuação de empresas clandestinas representa risco à segurança da população, uma vez que os profissionais envolvidos não passam pelos controles exigidos pela legislação, comprometendo a integridade física das pessoas e a proteção do patrimônio.
A Polícia Federal orienta que a contratação de serviços de segurança privada seja realizada exclusivamente junto a empresas regularizadas e autorizadas.
Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
[email protected]
69 3216 6273
Fonte: Polícia Federal
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