POLÍCIA FEDERAL
PF combate corrupção e falsificação de documentos em Sergipe
Aracaju/SE. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (16/6), a segunda fase da Operação Citrus, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre a utilização de documentos falsos em processo administrativo em trâmite no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em Sergipe, instaurado para apurar a aquisição clandestina de mudas de laranja, em desacordo com a legislação vigente.
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nos municípios de Barra dos Coqueiros/SE e de Boquim/SE, além de dois mandados de busca pessoal, todos expedidos pela Justiça Federal. Também foi determinado o afastamento cautelar da função pública de um servidor estadual investigado no caso.
As medidas têm por finalidade ampliar a coleta de provas e esclarecer a participação dos investigados no esquema, bem como identificar eventuais outros envolvidos.
A investigação é desdobramento da primeira fase da Operação Citrus, deflagrada em novembro de 2025, quando a Polícia Federal apurou o uso de documentação falsa para “esquentar” a aquisição de mudas de laranja, apurada em processo administrativo que tramita no Ministério da Agricultura do Estado de Sergipe.
Com o avanço das apurações, surgiram indícios da prática dos crimes de advocacia administrativa, de falsificação de documentação pública e de corrupção, que passaram a integrar o objeto da investigação.
Comunicação Social da Polícia Federal em Sergipe
Contato: 79 3234-8502/ 79 98124-8401
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF combate grupo suspeito de contrabando de cigarros
Campo Grande/MS. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal e com a Receita Federal do Brasil, deflagrou, nesta terça-feira (16/6), a Operação Rota Clandestina, com o objetivo de desarticular organização criminosa dedicada à importação ilegal de cigarros provenientes do Paraguai para comercialização em território nacional.
Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, sendo 13 em Campo Grande/MS e 1 em Santa Luzia/MG, além de 5 mandados de prisão preventiva e 5 medidas cautelares de monitoração eletrônica. Também foi determinado o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens móveis e imóveis dos investigados.
As apurações indicam que o grupo atuava com divisão de tarefas para realização de operações ilegais de remessa de valores ao exterior para pagamento de fornecedores no Paraguai, além de ocultar patrimônio em nome de terceiros.
Em tese, as condutas investigadas caracterizam os crimes de organização criminosa, de contrabando, de evasão de divisas e de lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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